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1O senador Renan Calheiros terá um dia decisivo no Conselho de Ética da Casa. Estará à disposição dos relatores Renato Casagrande, Marisa Serrano, e seu fiel escudeiro, Almeida Lima, para responder a 16 questões do laudo da PF que minam sua defesa no escândalo que ameaça derrubá-lo.

2 – O procurador federal Márcio Schusterschitz da Silva Araújo, autor do processo que pedia o fechamento de Congonhas até a conclusão das obras na pista principal, suspeita que a Anac produziu uma norma técnica a toque de caixa para conseguir a liberação dos pousos e decolagens.

3O ministro Guido Mantega, da fazenda, acha que a classe “E” desapareceu e uma nova classe média está emergindo, a qual não é afetada pela mídia e setores ideológicos, lê menos jornais e se preocupa mais com o aumento de seu poder de consumo. Admite ainda que seja nessa classe que o presidente Lula vai muito bem.

4 – Numa veemente confirmação da denúncia contra os 40 acusados no inquérito do mensalão, o procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, afirmou ontem que a rotina dos denunciados é “típica do submundo do crime”.

5Por determinação do ministro da Defesa, Nelson Jobim, um inquérito administrativo disciplinar vai investigar se Denise Abreu, diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), cometeu irregularidade ao entregar á desembargadora Cecília Marcondes, do Tribunal Regional Federal de São Paulo, documento não-oficial sobre as condições de segurança para pousos em Congonhas.

6 – O chanceler cubano, Felipe Pérez Roque, disse que houve “coordenação” com o Brasil para a expulsão dos pugilistas que desertaram no Pan. Segundo ele, Guillermo Rigondeaux e Erislandy Lara nunca mais poderão deixar Cuba.

7O deputado federal Antonio Palocci (PT), que perdeu o cargo de ministro da Fazenda por envolvimento na quebra ilegal do sigilo bancário de um caseiro, será o relator do projeto da CPMF na Câmara. Indicado pelo Planalto, admite uma redução da alíquota para 0,20%. O índice é o mesmo pedido pelo PSDB.

8 – A Bolsa de Valores de São Paulo fechou o dia ontem com uma alta expressiva, de 3,87%, recuperando parte das perdas que vinham sendo acumuladas no mês devido à crise internacional. Já o dólar caiu 1,18% e fechou o dia cotado a R$ 2,012.

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