RESENHA DA IMPRENSA_24.ag.07
* Em seu último gesto antes de ser julgado pelo Conselho de Ética, o presidente do Senado, Renan Calheiros afirmou, segundo os relatores, que seu motorista sacava periodicamente pequenos montantes de dinheiro na Costa Dourada Veículos, em Maceió. Renan falou a portas fechadas, por cerca de duas horas, aos relatores – Renato Casagrande, Marisa Serrano e Almeida Lima – e ao presidente do conselho, Leomar Quintanilha. A intenção era sanar inconsistências em seus documentos apontadas na perícia da PF.
* Em depoimento ontem à CPI do Apagão Aéreo da Câmara, Denise Abreu, diretora da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), fez apelos emocionais e apresentou novas explicações para tentar convencer os deputados de que não tem responsabilidade pela norma de segurança inválida que foi apresentada à Justiça Federal e que poderia ter evitado o acidente do avião da TAM de 17 de julho, mas caiu em contradição.
* O avião fretado que levou os boxeadores cubanos Guillermo Rigondeaux e Erislandy Lara do Brasil para Cuba é venezuelano. Hugo Chávez, presidente da Venezuela, é um dos principais aliados do governo de Fidel Castro. A informação foi revelada pelo senador Heráclito Fortes durante audiência na Comissão de Relações Exteriores do Senado.
* Os fundos de pensão da Caixa Econômica Federal e da Petrobras – Funcef e Petros – pretendem se tornar “sócios estratégicos” do consórcio que arrematar a concessão das hidrelétricas do rio Madeira. Em carta enviada ao presidente do BNDES, Luciano Coutinho, os dois fundos antecipam o desejo de ter, cada um, de 10% a 20% de participação acionária na sociedade de propósito específica (SPE) a ser criada para controlar as usinas Santo Antônio e Jirau, em Rondônia.
* Jobim e bancada governista preparam dispositivo a ser incluído na Lei Geral das Agências Reguladoras, em discussão no Congresso, para destituir dirigentes. O ministro da Defesa anunciou a abertura de processo disciplinar administrativo contra a diretoria da Anac por causa da falsa norma técnica. Seria um escárnio se o governo não o fizesse.
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