Provocações…

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Escalada dos “40 do mensalão”

“Advogados de defesa dos “40 do mensalão” interpretaram o pedido de abertura de ações de improbidade administrativa e enriquecimento ilícito contra 35 deles, apresentado ontem pelo Ministério Público Federal do DF, como parte de um trabalho de pressão para que o Supremo acolha integralmente, no julgamento que começa amanhã, a denúncia do escândalo que balançou o primeiro mandato de Lula. O movimento veio complementar as declarações feitas na semana passada pelo procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, que mencionou a existência de provas ainda não reveladas do mensalão”.

Renata Lo Prete, jornalista (painel@uol.com.br)

Ninguém escapa de “supercrise”

“O presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Luciano Coutinho, disse ontem em São Paulo que uma crise mais aguda nos mercados financeiros internacionais pode prejudicar os setores exportadores brasileiros, principalmente porque os EUA são um dos principais destinos das vendas externas.Para Coutinho, o Brasil não tem completa imunidade diante de crises internacionais, mesmo com reservas de US$ 160 bilhões. Ele também afirmou que, “se houver uma supercrise, ninguém escaparia dos efeitos negativos”.

(Agência Folha)

Mesa do Senado arquiva caso Gim

“A mesa diretora do Senado acaba de decidir por 3×2 votos pelo arquivamento da representação contra o novo senador Gim Argello (PTB-DF). Ele era suplente do ex-senador Joaquim Roriz (PMDB-DF) e contra ele pesam suspeita de envolvimento em várias irregularidades, incluindo os desvios de recursos desmantelados pela Operação Aquarela, da Polícia Civil do DF, no BRB, o Banco de Brasília. Argello argumentou, em sua defesa, que os supostos atos que provocariam um processo por quebra de decoro parlamentar, mesmo se forem procedentes, teriam ocorrido antes do exercício do mandato”.

Cláudio Humberto, jornalista e blogueiro

O passado não passou

“No Supremo Tribunal Federal serão revisitados nesta semana todos os atos e os fatos que resultaram na maior crise política do primeiro mandato do presidente Luiz Inácio da Silva e dizimou a imagem do PT como baluarte da ética, mas nem o governo nem o partido dão sinais de que compreenderam a gravidade do episódio. Não tiraram nenhuma lição da adversidade, não aproveitaram para fazer daquele limão uma limonada, não mudaram seus procedimentos. Ao contrário. O governo continua em passo firme na marcha da cooptação parlamentar em troca de favores mediante o uso dos instrumentos de Estado e o partido está prestes a realizar seu terceiro congresso sem exibir resquícios de arrependimento e sem sentir a menor necessidade de se dedicar ao trabalho da autocrítica”.

Dora Krammer, jornalista

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