Boato muito repetido vira verdade…
Um assunto conversado muito em Brasília no final de semana: solução negociada para a crise Renan. (Não acredito de jeito algum, mas era tanta insistência que não posso deixar de noticiar). O Planalto-Alvorada, por intermédio do próprio Lula, que defendeu Renan na quinta-feira, teria um objetivo: o fim da estagnação, da omissão e da confusão que estariam atormentando o Presidente, que conduziria à negociação seguinte:
“Lula vai viajar por uma semana, nada surpreendente. O surpreendente: o vice Alencar e o presidente da Câmara não assumiriam, a vez então seria de Renan, que ficaria 7 dias na presidência da República. Com a chegada de Lula, voltaria ao Senado, renunciaria à presidência. Com discurso veemente, defendendo sua “inocência”, seria absolvido pelo Conselho de Ética e até pelo plenário, se fosse necessário. Continuo não acreditando, mas conheço demais o surrealismo brasileiro. Problema a resolver: surgiram muitos candidatos ao lugar de Renan, afinal o mandato de presidente vai até 2009”.
Hélio Fernandes, jornalista
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