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PETROBRAS FRAGILIZADA (II)

Nacionalistas defendem o Campo Tupi

A Agência Brasileira de Informações suspeita de que o furto de computadores com dados sigilosos da Petrobras foi um ato de espionagem: empresas estrangeiras interessadas nos megacampos petrolíferos abaixo da camada pré-sal da Bacia de Santos, como o de Tupi. Setores nacionalistas da estatal já discutem a exclusão dessa área das futuras licitações. Fernando Siqueira, diretor da Associação dos Engenheiros da Petrobras, revelou que ocorreram invasões de residências de funcionários para roubo de outros dados.

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