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NOTICIÁRIO

CÓDIGO FLORESTAL – ONGs ambientais cobram ações concretas do governo. “Precisa parar com esse vaivém e adotar uma postura responsável”, diz Paulo Gustavo Prado, da Conservação Internacional do Brasil. Ambientalistas pedem ao Executivo empenho para barrar, no Congresso, mudanças no Código Florestal.

SERRA ACABA COM SAQUES – Governador José Serra ordenou suspensão de saques de dinheiro por meio dos cartões corporativos. Em 2007, servidores gastaram R$ 108,38 milhões com cartões. Desse total, saques em dinheiro representaram R$ 48,3 milhões.

ORÇAMENTO – Deputados e senadores decidiram reduzir de R$ 20 bilhões para R$ 12 bilhões os cortes programados no Orçamento da União para compensar a perda de arrecadação provocada pelo fim da CPMF.

ATAQUE AO FUMO – A partir de hoje, bares, restaurantes, boates e hotéis que não cumprirem a lei que proíbe o fumo receberão multas de até R$ 400 mil. Vigilância Sanitária do Recife promete rigor na fiscalização e vai receber denúncias pelo 0800 281 1520.

CELULARES – As novas regras para a telefonia celular entram em vigor amanhã, e especialistas em direito do consumidor alertam para o risco de os clientes continuarem reféns das operadoras. Dois contratos, um de prestação de serviços e outro de fidelização, podem confundir os usuários.

SUPERTELE – A Anatel questionará o Ministério das Comunicações sobre mudar as regras da telefonia. O deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP) prevê que isso permitirá, além da fusão Oi e BrT, a chegada de outras empresas.

REPROVAÇÃO NA OAB – O Estado do Rio teve o quinto pior resultado no exame da Ordem dos Advogados do Brasil, à frente apenas de Amapá, Mato Grosso, Amazonas e Tocantins. Somente 23,97% dos 5.543 candidatos foram aprovados. Segundo a OAB, o percentual reflete a qualidade do ensino.

REITOR PRÓDIGO – CPI das ONGs quer que Timothy Mulholland se explique sobre gastos de R$ 470 mil para decorar apartamento. Tudo pago pela Finatec, fundação voltada para empreendimentos científicos e tecnológicos. “Não é difícil entender por que falta dinheiro para pesquisa”, indigna-se o senador Álvaro Dias.

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