Voto secreto acoberta malfeitores

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A absolvição do deputado Edmar Moreira (o homem do castelo) no Conselho de Ética da Câmara traz novamente à discussão a questão do voto secreto no Congresso.

No Conselho de Ética o voto é aberto. O relator recolhe testemunhos, investiga indícios, estuda depoimentos. Produz um relatório que é abertamente discutido.

Em seguida, os membros do Conselho dão seu voto em voz alta, para condenar ou absolver. Tudo às claras.

No plenário, a situação é outra. Em primeiro lugar, os nobres deputados sequer se dão ao trabalho de ler um relatório que pede a cassação de um colega. Votam segundo suas próprias conveniências.

Como o voto é secreto, não precisam nem produzir uma desculpa esfarrapada.

Clique aqui para ler na íntegra

Fonte: Lúcia Hippolito

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