NOTICIÁRIO
1 – Ministros assaltados: No fim de ano em Porto Alegre, Tarso Genro (Justiça) teve R$ 5,7 mil roubados. A casa de Guilherme Cassel (Desenvolvimento Agrário) foi invadida por ladrão que levou vários eletrodomésticos.
2 – Diminuiu em 2,9 milhões o número de alunos matriculados na educação básica em 2007, segundo o Censo Escolar. O Rio registrou a 3ª maior redução entre as redes estaduais (menos 142 mil matrículas).. O MEC suspeita que houvesse fraudes.
3 – O MEC suspendeu em dezembro a licitação para compra de 150 mil laptops para escolas públicas, conforme informou Elio Gaspari. O preço oferecido pela Positivo (US$ 360 a unidade) foi considerado alto e a negociação chegou a um impasse. Não há mais previsão para a compra.
4 – Com a inflação de 7,89% pelo IGO-DI em 2007, a caderneta e diversos fundos de investimento tiveram seu pior resultado desde 2004. No caso da poupança, o ganho real ficou em 0,41%. Investimentos em bolsa ganharam.
5 – O TRF da 4ª Região proibiu o governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), de usar a TV Educativa (estatal) para promoção pessoal ou ataques a adversários, a instituições públicas ou à imprensa. Requião tachou a decisão de censura prévia.
6 – Diante das incertezas provocadas pela crise no mercado imobiliário dos Estados Unidos, a ONU alerta sobre os riscos de recessão mundial nos próximos meses. Países considerados emergentes, como o Brasil, sofreriam menos, mas não ficariam imunes à desaceleração da economia.
7 – A mobilização contra o pagamento do IPTU no Rio de Janeiro, em resposta à desordem urbana, vai crescer com a passeata do dia 20, na orla do Leblon. As associações de moradores esperam poder ampliar a adesão à proposta de depósito em juízo.
8 – Puxado pelos preços dos alimentos, o custo de vida na capital paulista acumulou alta de 4,8% em 2007, a maior elevação desde 2004, quando o Dieese registrou aumento anual de 7,7%.
9 – Frente à iminência de uma crise no setor energético, o governo prepara a nomeação do senador Edison Lobão, que não tem ligação com o setor, para ministro. Ontem, ele avisou: a responsabilidade por “eventual colapso energético” será da gestão anterior.
Comentários Recentes