ENTREVISTA
Dirceu atinge Chávez, Favre e Lulinha
A disposição do ex-ministro José Dirceu de brigar com o desafeto Tarso Genro deu um presente aos adversários do PT nas eleições municipais do Rio Grande do Sul. Em entrevista à revista Piauí, Dirceu afirmou que a sede petista em Porto Alegre foi construída com recursos de caixa 2 e acusou colegas de sigla de pedirem dinheiro ao ex-tesoureiro Delúbio Soares, processado no escândalo do mensalão. Dentre os alvos atingidos pela metralhadora giratória de José Dirceu na revista “Piauí”, três preocupam especialmente o ex-ministro.
O primeiro é Hugo Chávez, por ele chamado de “louco” na reportagem. Do trânsito com o presidente venezuelano dependem alguns de seus negócios de consultor na América Latina. O segundo é Luiz “estaria se metendo demais” Favre, marido de Marta Suplicy, sua aliada em São Paulo; e o terceiro é Lulinha, “aquele que “não se importa com a verdade”. O acusado de chefe do mensalão tenta corrigir o envolvimento de Lulinha dizendo tratar-se de outra pessoa, mas, em privado, mais de um “companheiro” já ouviu essas referências ao filho de Lula da Silva e de dona Marisa.
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