Arquivo do mês: abril 2008
TRIBUNA DA IMPRENSA – Dossiê: oposição denuncia “farsa”
JORNAL DO COMMERCIO (PE) – Lula promete ajuda para
desabrigados
ZERO HORA – PF vai apurar quem vazou dados sigilosos
DIÁRIO DE NATAL – Chuvas já afetam 20 mil no RN
A TARDE – Orçamento tem corte recorde de R$ 19,4 bi
TRIBUNA DO NORTE – Enchentes dão prejuízo de
R$ 98 milhões ao RN
ESTADO DE MINAS – PF vai investigar só o vazamento de dados
JORNAL DO BRASIL – Gastança de César custa 26 mil médicos
FOLHA DE SÃO PAULO – PF investigará só vazamento de dossiê
O GLOBO – PF vai apurar quem vazou, mas não quem fez o dossiê
GAZETA MERCANTIL – Os fundos apostam na área de
infra-estrutura
O ESTADO DE SÃO PAULO – Investigação da PF se limita ao
vazamento do dossiê anti-FHC
VALOR ECONÔMICO – Governo pára negócio de R$ 10 bi
na área de energia.
CORREIO BRAZILIENSE – Rebeldia, tapas e pontapés na UnB
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POESIA
RECOMEÇAR
Não há amor perdido, nem se fingem milagres
Não reparto o destino que me expia em saudades…
E o grito ecoa profundo;
“ Quero o meu mundo!
“O assalto recomeça, o espelho fascina
Sigo encoberto, o quebranto domina…
Mas a vida desalinha!
Sepulto a ruína, ressurjo em apreço,
E de novo, recomeço.
Só quem se arrisca a ir longe demais
descobre o quão longe se pode ir.
T. S. Elliot
Thomas Stearns Eliot (1888 – 1965) foi um famoso poeta modernista, dramaturgo e crítico literário britânico-norte-americano. Em 1948 ganhou o Prémio Nobel de Literatura.
Publicou o poema The Waste Land em 1922; em 1927 obteve a nacionalidade britânica.
Em 1928, Eliot resumiu suas crenças muito bem no prefácio de de seu livro “Para Lancelot Andrews”: “O ponto de vista geral [dos assuntos do livro] pode ser descrito como classicista na literatura, monarquista na política e anglo-católico na religião.” Essa fase inclui trabalhos poéticos como Ash Wednesday, The Journey of the Magi, e Four Quartets.
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Com a ABI completando 100 anos de profícuo combate em defesa da liberdade de imprensa, confirma-se a manipulação da televisão paga com o dinheiro do povo. É uma ação fascista que deve ser denunciada e combatida por todos os democratas e patriotas. Miranda Sá
Jornalista acusa Planalto
de interferir na TV Brasil
“Não podíamos falar dossiê,
mas “levantamento sobre uso dos cartões”,
diz o jornalista Luiz Lobo
Primeiro âncora da TV Brasil, o jornalista Luiz Lobo, 42, afirma que o Palácio do Planalto interfere no jornalismo praticado pela TV pública federal, lançada pelo governo Lula, em dezembro, com a promessa de que não seria uma emissora chapa-branca. “Existe, sim, interferência do Planalto lá dentro. Há um cuidado que vai além do jornalístico”, afirma.
Lobo foi demitido na última sexta-feira, segundo ele, por ter resistido às interferências. Afirma que o Planalto controla o conteúdo das reportagens por meio da jornalista Jaqueline Paiva, mulher do também jornalista Nelson Breve, assessor de imprensa da Presidência da República. Lobo era também editor-chefe do “Repórter Brasil”, primeiro e único, até agora, programa da TV Brasil. Jaqueline ocupa o cargo de coordenadora de telejornais.
Lobo diz que a “pressão” aumentou nas últimas duas semanas, quando a crise dos cartões corporativos atingiu a ministra Dilma Rousseff, com o vazamento de um dossiê, elaborado pela Casa Civil, de gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e de sua mulher, Ruth Cardoso.”Não podíamos falar em dossiê, mas em “levantamento sobre uso dos cartões”. Depois, a orientação era falar “suposto dossiê'”, relata Lobo.
Autonomia
“Todo texto sobre Planalto, Presidência, política e economia tem que passar por ela (Jaqueline Paiva). É ela quem edita, faz as cabeças (a introdução das reportagens de televisão, lida pelo apresentador). Existe um poder dentro daquela redação. Eu era editor-chefe, mas perdi autonomia até para fazer a escalada (as manchetes de um telejornal). A Jaqueline muda os textos dos repórteres freqüentemente. Há muita insatisfação entre os jornalistas”, afirma.
Outro exemplo de interferência, de acordo com Lobo, foi a orientação para, nas reportagens sobre deficiências da saúde pública, informar que o setor sofreu um corte orçamentário devido ao fim da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira). A derrubada da CPMF foi uma vitória da oposição.
“Fizemos uma reportagem falando que a verba do SUS (Sistema Único de Saúde) acabaria antes do fim do ano. A Helena [Chagas, diretora de jornalismo da TV Brasil] me chamou na sala dela e disse que era um absurdo uma matéria daquelas ir ao ar, porque em nenhum momento mencionava a falta dos bilhões da CPMF”, diz.
Lobo e Jaqueline Paiva travavam embates quase diários na redação de Brasília da TV Brasil. Para o jornalista, a função de Jaqueline deveria ser a de dar direcionamento ao telejornal, não a de editá-lo. “Nunca gravei nem uma nota que ela [Jaqueline Paiva] não revisasse. Não vou dizer que fui um editor-chefe de faz-de-conta porque lutei muito”, afirma.Para Lobo, o espaço dado à oposição na TV Brasil é um disfarce. “A forma que se encontrou para mostrar que a TV não era chapa-branca foi ouvir os dois lados. Mas isso é obrigatório no jornalismo.
“A demissão de Lobo ocorreu dois dias depois de ele, como conta, ter relatado interferências a Orlando Senna, diretor-geral da TV Brasil.O jornalista, que trabalhou durante seis anos na PBS (TV pública americana), afirma que continua acreditando no projeto: “Sou defensor da TV Brasil. Ainda acredito no projeto de uma TV pública. Mas de domínio público, não estatal”.
Daniel Castro, colunista da Folha de São Paulo
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DILMAGATE
“Tudo esclarecido no quartel de Abrantes. O Dilmagate existe, o espião tem nome e a máscara do governo caiu. E agora, governistas? Vão culpar quem?”
Izabel Avallone (izabelavallone@yahoo.com.br)
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Comentário (II)
Dilma na tevê fala do dossiê
As “explicações”, sobre o caso do dossiê dos cartões corporativos que envolveram o governo de FHC, dadas pela ministra Dilma, da Casa Civil, não só foram profundamente enfadonhas, como incompreensíveis. Se o governo queria confundir, sem dúvida, está de parabéns, porque conseguiu. Em todo caso, estaria sendo injusto se dissesse que não entendi nada. Percebi que ela disse uns 10 “né” (por não é) e uns 15 “tá”. Imagino que, se for eleita (vade retro, mas o presidente Lulla afirma que elege até um poste), deverá criar o Ministério de Tradução de Discursos Presidenciais e, assim, poderá encaixar mais uns 500 petistas, que, naturalmente, deverão entregar o dízimo ao partido.
Carlos Coelho (ccoelho1@uol.com.br)
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HOJE, O7 DE ABRIL, DIA MUNDIAL DA SAÚDE
DISSE S.EXCIA. TEMPOS ATRÁS: “O BRASIL NÃO ESTÁ LONGE DE ATINGIR A PERFEIÇÃO NO TRATAMENTO DE SAÚDE!”
Fonte: blog do Venerando/charge: Sinfrônio
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BEETHOVEN
Herbert Von Karajan regendo magistralmente a Terceira Sinfonia de Beethoven (Eroica).
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Se nada for feito, febre amarela urbana deve voltar
A febre amarela urbana ameaça Rio e São Paulo, avalia o clínico Antônio Sérgio Almeida Fonseca, médico que em 1986 examinou em Nova Iguaçu (cidade na região metropolitana do Rio) o primeiro caso de dengue após décadas sem registros. A falta de eficácia do poder público no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor das duas doenças, trará de volta, inevitavelmente, a febre amarela em sua forma urbana, estima o especialista.
A população brasileira está “totalmente exposta” às doenças ao mosquito Aedes aegypti. Em entrevista ao diário Folha de S. Paulo, Fonseca, 51, assessor da Vice-Presidência de Serviços de Referência e Ambiente da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) alerta sobre o risco de retorno da febre amarela urbana. Além disso, o especialista prevê que muito em breve haverá, em alguma grande cidade brasileira, uma epidemia de dengue mais grave do que a atual, em curso no Rio.
Desta vez provocada pelo vírus tipo 4, existente em países fronteiriços e no Caribe e que não é registrado no Brasil desde 1982. “Se estivesse sendo feita alguma coisa não teria voltado o 2”, disse ele, referindo-se à epidemia no Rio, responsável pela morte de 44 pessoas até sexta-feira no Rio e 67 em todo o Estado.
Clique aqui para ler a entrevista na Folha de S. Paulo.
Fonte: Blog do Gabeira
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FRASE DA VEZ_4/7
“Hipocondria é a única doença que eu não tenho.”
Oscar Levant (1906 – 1972), foi um pianista e ator americano.
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