Arquivo do mês: abril 2008
Presidente Lula rompe com o PT se for pressionado a disputar terceiro mandato, diz Buarque
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira que pode romper com o PT se for pressionado pelo partido a tentar disputar um terceiro mandato presidencial. Segundo o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), o comentário de Lula foi feito hoje durante reunião com os senadores e deputados pedetistas no Palácio do Planalto.
“Ele [Lula] disse com muita ênfase: ‘se o PT me obrigar ao terceiro mandato, eu rompo com o PT'”, contou Cristóvam, após o encontro no Planalto. “Eu fiquei convencido de que ele não quer saber de um terceiro mandato.”
O senador avisou ao presidente que pretende criticar duramente a defesa de um novo mandato. “Eu próprio disse: ‘presidente, nós vamos bater na idéia de um terceiro mandato’. E, ele respondeu: ‘batam duro’ porque eu sou contra”, afirmou Cristóvam.
No entanto, o deputado Devanir Ribeiro (PT-SP) sinalizou que pretende apresentar uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) sugerindo mudanças na Constituição que permita um terceiro mandato. Há setores do PT que acompanham Devanir.
Porém, aliados do presidente desconversam sobre o assunto. De acordo com o líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT-RS), e o secretário-geral do PT e deputado, José Eduardo Cardozo (SP), o assunto não está entre as prioridades do governo e da legenda.
Fonte: Uol Notícias
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Atenção, patriotas. Este alerta de Hélio Fernandes não é para ficar só na leitura, mas na divulgação e participação ativa de quem se orgulha da unidade nacional – o maior legado dos nossos antepassados. Miranda Sá
Presidentes Sarney, Collor, Itamar, FHC e Lula
precisam se unir contra a criação de 216 países na Amazônia
A quase totalidade dos senadores desconhecia os riscos da Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas da ONU. As matérias do repórter Carlos Newton aqui nesta Tribuna representaram enorme alerta, houve pânico geral. Artur Virgilio foi à tribuna do Senado e mostrou o que pode e certamente acontecerá na Amazônia. Contou os fatos, mas não pôde fazer análise, que é também assustadora, desmembradora, desagregadora e destruidora da nacionalidade. (Parece, de outra maneira, a luta do presidente Lincoln, de 1860 a 1864, para evitar a divisão dos EUA. A luta que começou como combate à escravidão se transformou em esforço heróico e desesperado, para que o país não se desagregasse. Por isso, na História é lembrada e estudada como “Guerra da Secessão”).
Agora estamos ameaçados de divisão maior, sem que tomem providências para defender a integridade e a integração do Brasil. Precisou o repórter Carlos Newton esmiuçar o assunto para que alguns tomassem conhecimento do que está na ONU há muito tempo. Deputados e senadores vão e voltam da ONU e não sabem de coisa alguma. Agora têm que definir se estão contra ou a favor do Brasil único e soberano, como fez Artur Virgilio.
Descaso, imprudência ou inconseqüência, desconheciam que a tal Declaração assinada pela representação brasileira na ONU não pode ser aprovada no Senado. Essa é uma questão que mereceria CPI de alto nível, com representação igual dos maiores partidos. É importante e não pode ser tratada em apenas um discurso ou dois.
Essa CPI iria verificar que diplomatas do Itamaraty (com o desconhecimento total do chanceler, que não sabia de nada) cometeram crime de lesa-pátria. Se os senadores aprovarem a tal Declaração, será transformada em norma constitucional e terá que ser cumprida.
O que é que os diplomatas brasileiros aprovaram na ONU? A criação de 216 novos países na Amazônia, que serão desmembrados do território nacional. Todos esses 216 novos países serão independentes e totalmente desligados do Brasil.
Alguns serão minúsculos (como o Principado de Andorra), outros, maiores do que a Itália e a França, e que já tem até nome: “País Ianomâmi”. Todos os interessados no desdobramento do Brasil se escondem atrás dos “pobres indígenas, coitados, tão explorados e abandonados”. Explorada e abandonada é a Amazônia em toda a sua existência. Índios de “terno e gravata”, aculturados, que não representam coisa alguma, ganharam terras continentais, que já venderam de “papel passado”.
PS – Como esta não é uma questão pessoal e sim a defesa da soberania nacional, e o impedimento de uma guerra civil que na certa acontecerá, chamo a atenção dos presidentes da República, sejam de que partido forem, para que assinem declaração conjunta, condenando a Declaração que está para ser votada na ONU.
PS 2 – Sarney, Collor, Itamar, FHC, Lula, independente de divergências, esqueçam tudo por um momento, e lancem Manifesto-Libelo em defesa da Amazônia, contra a divisão do Brasil. Se ficarem omissos, serão responsabilizados, hoje e sempre.
Hélio Fernandes, jornalista
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SIMON FRANÇOIS RAVENET

Os gritos de Paris: moinho de faca (1737)
Simon François Ravenet foi um gravador francês, nascido em Paris no ano de 1706 e falecido em Londres em 1774. Estudou gravura em Paris antes de ir para Londres em 1750, onde fundou uma escola de gravura e começa a ser reconhecido com o renascimento da gravura na Inglaterra.
Alguns de seus trabalhos estão em exposição no National Portrait Gallery, bem como no Museu de Arte de Cleveland.
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ATUALIDADE
“Eles não têm a austeridade, nem a concepção, nem o instinto político, nem a experiência que faz o estadista. É assim que há muito tempo no Brasil são regidos os destinos políticos. Política de acaso, política de compadrio, política de expediente. País governado ao acaso, governado por vaidades e por interesses, por especulação e corrupção, por privilégio e influência de camarilha, será possível conservar a sua independência?”
Eça de Queiroz, “O distrito de Évora” (1867)
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FRASE DA VEZ_3/8
“O presidente Lula descobriu o ovo de Colombo: disse que governar é mais difícil que discursar. Ora, discursar ele fez a vida toda. Lula tem mais horas de palanque que urubu de vôo. Agora, governar, coisa que ele nunca fez, é difícil mesmo”.
Odair Picciolli, (pedraseartes@suednet.com.br)
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URGENTE/SENADO
Feita a leitura do requerimento para a CPI
A Mesa do Senado acaba de ler pelo seu secretário, Efraim Morais, o requerimento para a criação da CPI dos Cartões Corporativos. Uma violenta resistência dos governistas está procrastinando a decisão do presidente Garibaldi Filho. Questão de ordem da líder do PT, Ideli Salvatti, achando que não pode haver duas CPIs sobre o mesmo assunto está em discussão.
Mesmo com a perspectiva de ser maioria na Comissão, a oposição exige a abertura das investigações, abrangendo várias pessoas citadas, inclusive uma filha de Lula da Silva, Lurian. Dos 11 senadores que comporão a CPI, somente 3 serão da oposição e, como é para abafar a transparência dos gastos públicos pelo Palácio do Planalto a pressão do Governo é para a indicação de parlamentares alinhados com a política lulista-petista.
Entretanto, se o PDT e o PMDB indicarem senadores “independentes” para a comissão, a correlação de forças na CPI poderá ficar equilibrada.
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Editorial do Estado de S. Paulo
A TV chapa branca
Se havia ainda alguma dúvida com relação ao risco de instrumentalização política da TV Pública, ela foi desfeita por dois fatos recentes. O primeiro fato foi a demissão do jornalista Luiz Lobo, editor-chefe do primeiro e único programa que a TV Brasil produziu desde sua estréia, em dezembro de 2007.
Ele foi afastado do cargo na sexta-feira por se recusar a interferir no noticiário, em favor do Palácio do Planalto. O segundo fato é o relato que o jornalista Eugênio Bucci faz no livro “A guerra entre a chapa-branca e o direito à informação”, que chega esta semana às livrarias, sobre as dificuldades que teve para manter um padrão de isenção na Radiobrás, nos quatro anos em que dirigiu a empresa, no primeiro mandato do presidente Lula.
Clique aqui para ler o editorial na íntegra.
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História – há 35 anos…
08/04: 1973 – Um gênio que criou até o fim
Pablo Picasso morreu aos 91 anos, vitimado por um edema pulmonar. Estava em plena atividade, talvez em mais uma das suas muitas fases criativas, pintando temas de paisagens e crianças que comporiam os 201 quadros e desenhos a serem mostrados em junho, no Festival de Avignon.
Em idade avançada, sem ter sido velho um instante sequer. Na sua obra monumental incluem-se entre 13 e 14 mil pinturas e desenhos, 100 mil gravuras, 34 mil ilustrações de livros, e 300 esculturas e cerâmicas. Obteve dois grandes prêmios: o Carnegie Award (1930) e o Prêmio Lenin (1962). Picasso foi um grande artista, que encheu o século com suas cores e suas formas, suas pesquisas, suas audácias e sua personalidade viva. “Toda pessoa que mereça ser chamado de pintor deve produzir pelo menos um quadro e vários desenhos por dia” – repetia Picasso.
Discutido, criticado, combatido, Picasso foi o único artista vivo a entrar para o acervo do Museu do Louvre, o qual lhe abriu as portas quando completou 90 anos. Comunista militante, apoiou os combatentes que defendiam a República Espanhola, finalmente derrotada pelas tropas do General Franco na Guerra Civil Espanhola (1936-1939). Picasso jurou que jamais pisaria o solo espanhol “enquanto lá existisse a ditadura franquista”.
E cumpriu o juramento, pois nunca retornou à Espanha. O seu grande mural Guernica, elaborado para condenar o bombardeio aéreo dessa pequena e indefesa cidade do País Vasco durante a Guerra Civil, tornou-se um ícone universal contra os horrores da guerra moderna.
Um dos grandes artistas do século XX, deixou uma imagem de irreverência e de vitalidade incontida, que se confundia numa lenda: a lenda de Picasso.
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AMAZONAS
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