Arquivo do mês: abril 2008
Tarso agora afirma que PF pode investigar o que quiser
O ministro da Justiça, Tarso Genro, admitiu ontem que o governo não terá controle da investigação da Polícia Federal sobre o vazamento de dados do dossiê com os gastos do cartão corporativo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e da ex-primeira-dama Ruth Cardoso. O delegado Sérgio Menezes, responsável pelo caso, terá liberdade para investigar o que quiser, de acordo com Tarso.Anteontem à tarde, o ministro havia dito que a PF apuraria somente o vazamento das informações dos documentos.
Saber quem organizou o dossiê, afirmara Tarso, deveria ser apenas alvo de disputa política entre governo e oposição.“O Ministério da Justiça não pode e não terá o controle dessa investigação.
O presidente do inquérito tem autonomia em relação ao próprio superintendente para trabalhar”, disse o ministro já na noite de terça-feira. “O ministro da Justiça não tem intervenção, e sequer o delegado presta contas ao seu superior”, acrescentou.
Leia na íntegra clicando aqui
Fonte: O Estado de S. Paulo/Felipe Recondo e Fausto Macedo
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FRASE_3/10
“A vocação do político de carreira é fazer de cada solução um problema.”
Woody Allen, ator e cineasta.
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Tim Maia – Folha de Papel e a Rã – Ensaio TV Cultura
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Sindicalistas usam o dinheiro público para fazer festança com ‘tudo do bom e do melhor’

Clique aqui para ouvir o comentário de Lúcia Hippólito sobre essa vergonhosa comemoração com o uso do meu, do seu, do nosso dinheiro…e pior, em nome do trabalhador.
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Reitor da UnB se afasta temporiariamente
Timothy Mulholland, reitor da UnB, anunciou hoje seu afastamento do cargo por 60 dias; sala da reitoria da instituição está ocupada por alunos há uma semana; eles querem que reitor, envolvido em denúncias de desvio de recursos, renuncie.
Segundo a Agência Brasil, a decisão foi repassada através de uma nota lida para a assembléia da Associação dos Docentes da UnB, nesta quinta-feira (10). O posto será assumido pelo vice-reitor, Edgar Mamya.
“Eu entrei na forma da lei e sairei na forma da lei”, disse o reitor na terça-feira.
Fonte: Uol News
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Na calada da noite…
Oposição foi irresponsável em mudança na previdência
Foi uma irresponsabilidade do Senado ontem aprovar um projeto como o do senador Paulo Paim, que provoca um retrocesso no pouco que se fez de reforma previdenciária. Essa emenda do Paim tem um custo incalculável de bilhões para o Tesouro Nacional. O projeto foi aprovado na calada da noite, ajudado por uma manobra da oposição, interessada apenas para criar constrangimentos para o governo.
Os senadores aprovaram uma emenda que estende aos aposentados do INSS os mesmos reajustes concedidos ao salário mínimo. (leia aqui a matéria no Globo Online) Esta é a mesma oposição que, quando esteve no poder, fez o fator previdenciário, que é uma forma de adiar a aposentadoria levando em conta o aumento da expectativa de vida da população.
Na época, como o governo não conseguiu ampliar o limite da idade mínima para aposentadoria – o Brasil é país da aposentadoria precoce – essa fórmula fez com que se ajudasse a atenuar o problema, adiando um pouco a aposentadoria. A vinculação de todos os benefícios ao salário mínimo prejudica o trabalhador da ativa. Isso vai dificultar que aconteçam novos reajustes do salário mínimo porque, a cada aumento, vai subir também o custo geral da previdência.
É bom lembrar que o Brasil é um país que possui 6% da população com mais de 65 anos, e a previdência já quebrou, é deficitária. O que será do futuro, quando os atuais jovens tiverem na hora de aposentar?
O país precisa de uma grande reforma da previdência e vem fazendo uma reforma em gotas homeopáticas por causa dos empecilhos do Congresso e dos lobbies. O pouco que se conseguiu perde-se com esta medida.
Agora que o projeto foi alterado, ele terá que voltar para a Câmara. Mas, e se numa outra calada da noite, a oposição querendo apenas criar constrangimentos para o governo, e deputados do governo, querendo apenas fazendo demagogia, aprovarem este projeto?
Tudo isso é para obrigar o presidente, um ex-sindicalista, a vetar a aprovação da lei, caso ela passe pelo Congresso. Mas e se Lula também resolver apoiá-la?
Fonte: Noblat
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Graaaaaaaaaaande Mengão!!!
O menos provável aconteceu e ainda bem: o Flamengo ganhou, com folgas, do Cienciano na altitude de Cuzco, gols de Renato Augusto, no começo do segundo tempo, de Toró, mais para o fim e de Juan, bem no fim, de falta: 3 a 0.
Depois de ter vencido no seu Maracanã com muita dificuldade (2 a 1) e graças a um árbitro que evitou o empate peruano, eis que, em Cuzco, o Flamengo soube administrar a falta de ar.
Cozinhou os peruanos no primeiro tempo e, exatamente no segundo, quando, teoricamente, as coisas se complicariam, ganhou o jogo.
O Mengo teve em Bruno uma peça importante em pelo menos duas grandes defesas, viu Souza fazer grande jogada no primeiro gol e Ibson fazer outra no segundo, além de ter tido a sorte de ver o Cienciano ficar reduzido a 10 jogadores aos 17 do segundo tempo.
O Flamengo está nas oitavas.
E com autoridade.
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DO ESTADO DE S. PAULO
Comunicação é diálogo
Ninguém é dono da razão final a priori. A razão não se impõe pela propaganda, pelo monólogo do proselitismo. Ela só adquire validade quando faz sentido natural para o conjunto dos interlocutores – e comunicar é justamente isto: tecer o sentido comum. Comunicar é buscar pontes de entendimento. É dialogar.
Os responsáveis pela mediação do debate público não podem mais ignorar o fato de que nada é mais danoso – e enganoso – do que pôr os meios de comunicação a serviço de ideários prontos e fechados. Esse tipo de prática – em meios públicos ou privados, tanto faz – não constrói confiança, não estimula a divergência e a participação crítica, não emancipa o cidadão. Nos dias atuais, de inovações tecnológicas e políticas que não cessam, nenhuma sociedade gera um espaço público saudável na base da obediência e da concordância. Foi-se o tempo em que comunicação era um alto-falante na pracinha da província. Foi-se o tempo em que a receita era adestrar as massas.
Clique aqui para ler na íntegra.
Fonte: O Estado de S. Paulo/Eugênio Bucci
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Montevidéo – Vinã Del Mar
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Artigo saído n’ O JORNAL DE NATAL
A revolução das mulheres lulistas-petistas
MIRANDA SÁ, jornalista
E-mail: mirandasa@uol.com.br
Fui ao Mein Kampf, edição de Mestre Jou de 1962, riquíssimo presente do meu amigo Tadeu, companheiro dos meus primeiro anos de Natal, inteligente e estudioso. Poucos possuem a “bíblia hitlerista” como eu, e folheei-a por causa do tumulto provocado pela citação que o senador Mão Santa fez do livro.
O Senador piauiense leu o trecho de um artigo de Joseph Goebbels, ministro da propaganda do III Reich – a Alemanha Nazista. Herr Goebbles, baseado no livro de Hitler, orientou os agitadores do partido a se espalhar pelos quatro cantos do país e gritar “obras, obras, obras”, como uma galinha cacarejadora.
Realmente o líder nazi-fascista dá uma aula de agitação e propaganda na segunda parte de suas memórias, capítulo XI, “Propaganda e Organização” às páginas 361 da edição citada.
A discussão estimulada por Mão Santa girou em torno de uma comparação feita por ele da ministra Dilma Rousseff com as galinhas cacarejadoras de Goeblles e os agitadores permanentes de Hitler, nas viagens que faz para falar da obras, obras, obras do PAC.
Ele falou de cópia da estratégia de Goebbels para propagandear o PAC e disse que Dilma era uma “galinha cacarejadora” como aquelas que faziam a agitação promovida pelo regime nazista. Esta colocação levou à tribuna a senadora Ideli Salvatti, líder do PT, que rebateu Mão Santa dizendo que “não vou admitir, como mulher, que qualquer mulher seja desrespeitada”.
A intervenção da liderança lulista-petista desafiou as mulheres da base a fazer uma revolução assembleísta no plenário da Alta Câmara com repetidos discursos e leituras constrangidas de comunicados e manifestos. No momento dos furibundos discursos julgaca-se, no Pará, a juíza que autorizou a prisão de uma menina entre 40 homens, sendo várias vezes violentada. Mas o importante para as revolucionárias de salão é que a mãe do PAC não pode ser cotejada com uma galinha…
Um intelectual norte-riograndense, o pintor e poeta Eduardo Alexandre, tem um pensamento antológico, aliás, já pichado em paredes de Natal. “A revolução não será televisionada”. É isto, a revolução autêntica, transformadora e progressista não se fará cacarejante sob os holofotes.
Esta revolução me parece está nos supermercados com os consumidores protestando contra a carestia inexplicável num sistema econômico que baniu a inflação. A revolução no Brasil está nas portas e corredores de hospitais do Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife, entre outras capitais, com mães lamentando o desamparo dos filhos com dengue por falta de atendimento médico.
A revolução está nos velórios e na beira dos túmulos das mortes causadas pela falta de saneamento básico, pelo abandono da assistência médica pública que hoje cede lugar às sanguessugas e aos fabricantes de remédios.
Fora da realidade, pelegos e pelegas, eles de terno e gravata e elas vestidas prète-a-porter, não se preocupam com o destino do povo. Confiam na experiência de que as massas são sempre governistas e graças à herança do coronelato, se vendem por uma cesta básica. Pesquisas de opinião mostram a força do programa Bolsa-Família – a fábrica de votos do PT-governo.
Petistas-lulistas estão em campanha eleitoral e no palanque, um Lula da Silva obeso de apoios no Ibope discursa arrogante acusando a oposição. Faz-se de vítima repetindo a mini-biografia do sobrevivente, retirante miserável, aprendiz do Senai e torneiro mecânico.
Seria justo que este perfil mostrasse também sua carreira sindical e a pós-graduação da pelegagem que o ensinou a atropelar os “companheiros” e adotar a ideologia da amoralidade, executada agora quando afastou a fiscalização do TCU na contabilidade sindical.
Não é olhando para trás como a mulher de Ló, porque não quero me transformar numa estátua de sal; mas vale a pena capitular a História Contemporânea do Brasil voltando o olhar crítico para o tempo em que o PT foi oposição.
É bom relembrarmos as bandeiras levantadas nos primeiros dias do partido, afirmando a defesa da ética e da moralidade públicas, defendendo as liberdades democráticas, o combate às discriminações e a implantação da justiça social.
Hoje, ao reverso, assiste-se Lula da Silva acender uma vela ao povo e outra aos banqueiros. Vêem-se os petistas e seus satélites no poder, incitar uma guerra permanente contra seus adversários, destilando ódio contra os que denunciam a depravada política de apoio aos corruptos e o impedimento das investigações sobre o calamitoso uso de verbas públicas.
Esta é a revolução dos que acham irrelevante uma frase solta no discurso de um político. E tal combate não é para os gozadores de mordomias, mas de quem nada tem a perder a não ser a esperança em dias melhores para o Brasil.
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