Arquivo do mês: julho 2007

BRASIL VENCE FÁCIL OS EUA E LEVA O OURO

Marta, escolhida pela Fifa a melhor jogadora de futebol no mundo no ano passado, foi um dos destaques do time, que pela segunda vez na história conseguiu vencer a seleção dos Estados Unidos (a outra vitória aconteceu em dezembro de 1997, em um amistoso realizado no estádio do Canindé, em São Paulo).

Este é o segundo título pan-americano da seleção feminina de futebol do Brasil. Em Santo Domingo-2003, a vitória foi obtida de maneira sofrida, na prorrogação diante do Canadá.

Fonte: Uol/Pan

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FRASE DA VEZ_8/26

“Estava demorando, mas chegou a hora de o (des)governo Lula retribuir ao ministro Jobim seu brilhante trabalho no STF em defesa das diatribes do falso líder que se aboletou no poder desta pobre República, que já teve grandes estadistas. E hoje vemos o PT que aí está… Vade retro, Satanás! Que Deus nos guarde dessa praga”

Nery Porchia, (nery.aporchia@terra.com.br)

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Comentário (V)

Doações de campanha

“Diante da perplexidade em que se encontram os brasileiros lúcidos e responsáveis, no meio deste desgoverno, desta falta de autoridade, desta incompetência e desta desonestidade que paira em todos os níveis, por que não se demonstrar como foram feitas, de fato, as contribuições para a última eleição presidencial? Pois tenho a convicção de que algumas das empresas aéreas deste país devem ter sido das maiores doadoras de campanha. Por que não esclarecer o povo brasileiro a esse respeito?”

Luiz Fernando Kastrup, (duasancoras@uol.com.br)

O que fez Jobim mudar de idéia?

Há meses o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vinha procurando um substituto para o ministro da Defesa, Waldir Pires. Diante da crise do sistema aeroportuário, que começou com o choque de dois aviões sobre Mato Grosso e culminou com a tragédia de Congonhas, o Ministro parecia estar em estado catatônico. E quando saia do torpor, era para dizer que não era gerente do transporte aéreo brasileiro ou para reclamar do baixo salário.

Logo no início da crise, constatada a incapacidade do ministro Waldir Pires para lidar com uma situação complicada pela insubordinação dos sargentos controladores de vôo, o presidente Lula não o demitiu porque sabe escolher auxiliares ineptos para a função, mas não sabe como demiti-los.

Depois, visto ser impossível convencer Pires a renunciar ao cargo – apesar dos conselhos para que se demitisse e das humilhações a que foi submetido -, o presidente Lula se rendeu às evidências e passou a buscar um substituto. Todas as sondagens e convites que fez – ou foram feitos em seu nome – foram frustrados. Ninguém queria aceitar o espinhoso cargo, nas atuais circunstâncias. Só quando foi convidado pela terceira vez, o ex-ministro Nelson Jobim aceitou o cargo. Sabe-se lá o que o fez mudar de idéia. (Agência Estado)

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FRASE DA VEZ_7/26

“A convulsão do sistema aéreo continua dominando o noticiário, a cada dia é uma nova revelação, os aviões não sobem nem descem, a paralisação é total”

Hélio Fernandes, jornalista

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Comentário (IV)

Anac e anarquia

“Mais uma pérola desse governo: para acabar com o caos aéreo está proibida a venda de passagens! Ou seja, somos nós, os passageiros, a causa da bagunça! Vamos parar de viajar de avião para não provocar o apagão aéreo. Talvez fosse mais eficiente fechar todos os aeroportos de uma vez: chega de viagem aérea, isso dá muita confusão! Essa ganha de longe do “relaxa e goza”! Pobre Brasil… país que não decola mesmo!”

Ari Giorgi, (arigiorgi@hotmail.com)

MST fez churrasco com bois de Olavo Calheiros

“Cerca de 2.500 trabalhadores rurais de quatro siglas – Movimento dos Sem-Terra (MST), Comissão Pastoral da Terra (CPT), Movimento de Libertação dos Sem-Terra (MLST) e Movimento Terra Trabalho Liberdade (MTL) – promoveram ontem uma manifestação em defesa da reforma agrária e contra a grilagem de terras em Alagoas. O ato, seguido de passeata, foi em Murici (AL) – cidade natal do clã Calheiros -, a cerca de 60 quilômetros de Maceió.

Os manifestantes ameaçaram invadir a fábrica de refrigerantes Schincariol, o cartório, o fórum e a prefeitura da cidade, governada por Renan Calheiros Filho (PMDB). Seu pai, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), é alvo de processo no Conselho de Ética e suas transações com gado em Murici estão sendo alvo de perícia da Polícia Federal. Anteontem, 400 famílias já haviam invadido a Fazenda Boa Vista, do deputado Olavo Calheiros (PMDB-AL), irmão de Renan. Olavo foi dono da fábrica de refrigerantes Conny, vendida depois para o Grupo Schincariol, em operação que vem sendo colocada sob suspeita.

As lideranças dos movimentos acusaram a família Calheiros de grilagem e vão entrar na Justiça exigindo intervenção no Cartório de Murici. Eles dizem que a dona do estabelecimento, Maria de Lourdes Ferreira Moura, falsificou escrituras e certidões para “legalizar” terras supostamente griladas pela família do senador. “Em 2005, ocupamos esse cartório para perguntar onde estão as escrituras de terras das usinas falidas, que devem ao INSS e ao Banco do Brasil, mas tomamos conhecimento de que a documentação tinha sido desviada”, afirmou Carlos Lima, coordenador da Comissão Pastoral da Terra”.

Ricardo Rodrigues, jornalista

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Os mortos e a Nação

“Top, top”. O gesto obsceno do assessor especial da Presidência Marco Aurélio Garcia se inscreve na mesma ordem de coisas que o ‘relaxa e goza’ da ministra Marta Suplicy, com o qual compartilha a obsessão pelo ato sexual e a vulgaridade sem álibi dos bem-nascidos e bem instruídos. Essas manifestações icônicas de um tempo e de um governo revelam no plano formal o que eles pensam da Nação. Mas seus conteúdos também são esclarecedores.

A Ministra escolheu a linguagem do meretrício para dizer que os cidadãos devem renunciar aos seus direitos, inclusive o de protestar, sublimando como fatalidade aquilo que decorre das ações e omissões do governo. O Assessor Presidencial usou o mesmo registro para celebrar uma notícia que supostamente desviaria os olhares dessas ações e omissões.

Esse homem pragmático, um aparatchik da nova elite lulo-petista, não se preocupa com duas centenas de mortos e, como seu chefe, converteu a imagem pública do governo na sua prioridade absoluta.Mas essa é a moral dele, não a nossa. O interesse público exige uma nítida identificação de responsabilidades, que não se confunde com atribuição de culpa. Os culpados pela tragédia de Congonhas só serão conhecidos por meio da investigação técnica do acidente. Os responsáveis estão à vista de todos.

Demétrio Magnoli, sociólogo e doutor em Geografia Humana pela USP (magnoli@ajato.com.br)

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FRASE DA VEZ_6/26

“A nomeação do sr. Nelson Jobim como ministro da Defesa, em substituição ao sr. Waldir Pires, me faz lembrar o que falavam, tempos atrás, a respeito de um país da América Central: “Fueron de Guatemala para Guatepeor”

Carlos Burgi (carlos.burgi@terra.com.br)

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Os aviões não sobem nem descem

“Tudo pode ser colocado como débito da politicagem que vem de muito longe. O Ministério da Defesa, a Infraero, a Anac não fazem rigorosamente nada. O presidente da associação que defende os direitos dos passageiros, Claudio Candiota Filho, tem sido altivo e competente. Numa entrevista à televisão, disse textualmente: “O presidente da Anac não sabe estabelecer a diferença entre um avião e uma galinha”.

Esse presidente da Anac foi condecorado. Deveria ter ido à mesma televisão (tinha o direito de resposta, que não seria negado) para se defender. Mas o que fazer se tudo era verdade?
Esses três órgãos (Ministério da Defesa, Infraero e Anac) não fazem coisa alguma, participam apenas do loteamento político dos céus brasileiros.

Um fato estarrecedor: um país como o Brasil não tem condições de examinar a indispensável caixa-preta dos aviões. Tem que enviar para os EUA, que vergonha. E mandam um rádio danificado, pensaram (?) que era a caixa-preta. E na ida e na volta, quem garante que as conclusões não se perdem?”

Hélio Fernandes, jornalista

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