SARNA
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“Os venenosos propagadores da doença populista que, na forma de sarna socialista, se transmite à massa ignara” (Autor desconhecido)
A sarna ou escabiose, ou acaríase, é uma afecção cutânea, pruriginosa e contagiosa causada pelo ácaro Sarcoptes scabie variedade hominis. Sua origem etmológica é do latim: Scabere – “coçar”, e se transmite no contato direto com uma pessoa infectada.
Ocorre entre seres humanos e outros animais, mas estes não propagam a sarna humana. É uma das três doenças de pele mais comuns em crianças, juntamente com a micose e infecções bacterianas da pele.
O ácaro se refugia sob a pele do hospedeiro, causando coceira alérgica intensa e borbulhas – como erupção cutânea. O ácaro é muito pequeno e geralmente não é diretamente visível. O diagnóstico é feito com base nos sinais e sintomas e infecta mundialmente 100 milhões de pessoas.
A voz do povo, na linguagem coloquial, gírias e neologismos tem um dito atual entre funks, definindo como coisa pegajosa; e o Dicionário de Gíria, de J.B.Serra e Gurgel, fixa que é uma coisa desagradável, complicada, “Este cara é uma sarna, chato, grudento”.
O dicionário de “Termos e Expressões Populares”, do notável pesquisador cearense Tomé Cabral, traz “procurar sarna prá se coçar” (meter-se sem necessidade em empresa ou assunto que ocasionam consequências maléficas).
O folclorista gaúcho João Carlos D’Ávila Paixão Côrtes registra “Sarna” como uma dança no seu livro “Manual de Danças Gaúchas”, ao lado das tradicionais coreografias de salão como “Rancheira de Carreirinha”, “Pezinho”, “Graxaim”, “Anu” e o sapateado “Tatu”.
Na terminologia política, aparece como gracejo desmerecedor. A História de Portugal (e do Brasil) capitula manifestações na corte lisboeta batizadas de “sarna europeia”, contestando as eleições para as Cortes de Lisboa (1821) e a Assembleia Constituinte (1822).
Quando a sarna totalitária grassava na Europa nos anos 1930, surgiu nas Minas Gerais um grupelho liderado por Francisco Campos e Gustavo Capanema chamado Legião de Outubro, com camisas cáqui, milícias e símbolos, copiados do nazi-fascismo. E o bravo povo mineiro apelidou de “Sarna”.
Após a queda das ditaduras militares na América Latina irrompeu um surto da sarna populista, caricatura envergonhada do decrépito socialismo de Fidel Castro, senhor de Cuba como qualquer latifundiário.
Para nos coçar, apareceu no Brasil a versão gramsciana do obreirismo stalinista, com o pelego da Volkswagen, Lula da Silva, chegando ao poder por demagogia e distorção ideológica, ocupando-o desastrosamente.
O narco-populismo chavista implantado pelo PT, se fortaleceu pela aliança com os 300 picaretas do Congresso e institucionalizou o assalto ao Erário e às empresas estatais. Sua política falida e a administração pífia, são erros menores diante da roubalheira.
Colhemos hoje os frutos podres da Era Petista, a herança sarnenta que ainda coça nas virilhas e entrededos dos zumbis que vagueiam nas horas mortas da política.
Nosso Brasil está infestado de ácaros e bactérias que corroem sua saúde econômica e política alastrando-se por todo organismo republicano. Haveria uma sarna pior do que a que coça nas presidências da Câmara de do Senado, e entre os ministros do STF?
Antigamente nossas avós receitavam um remédio caseiro para a sarna: azeite de oliva aquecido para uma massagem com auxílio de gaze na parte afetada. Não há cura para lulopetistas sarnentos: só com azeite fervendo. Lembram-me a historieta de João e Maria que fritaram a bruxa má. Enquanto ela gritava: – “Água meus netinhos! ”; Joãozinho justiçava: -“Azeite, senhora velha! ”
NÃO VOU
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“Vem. Mas demore a chegar/ Eu te detesto e amo/ Morte, morte, morte que talvez/ Seja o segredo desta vida” (Raul Seixas – Paulo Coelho)
Para conforto dos que um dia corra moderado ou grave risco de vida, ir para um CTI ou UTI (um médico me disse ser a mesma coisa, uma questão de terminologia) saiba que o tratamento intensivo é, no universo da medicina, um planeta à parte, o mais avançado do sistema.
A tecnologia moderna e, particularmente, a qualidade profissional dos seus componentes humanos diversos. Presentes 24 horas por dia, serventes, auxiliares de enfermagem, enfermeiras (os), estagiários, residentes e o corpo médico abrindo um leque amplo, analista de exames, assistente social, cirurgião, clínico, dermatologista, fisioterapeuta, nutricionista.
Como não poderia deixar de ser – pela própria natureza – temos uma CTI com toque brasileiro, sem a rigidez alemã nem a exuberância cinematográfica dos norte-americanos… Por observação, vi um caos organizado; o caótico fica por conta da multiplicidade dos casos surgidos e a organização no atendimento pronto e completo.
O “meu” CTI cardiológico é uma grande sala com 11 boxes fechados por cortinas e distribuídos frente à frente com um corredor no meio. Fiquei no número 10, e apesar de cortinado havia brechas de onde podia se ver o que se passava lá fora e ouvir ruídos, gemidos, pedidos e conversas.
Da minha cama hospitalar controlada por botões para subir, descer e formar ângulos do tronco para cima e da cintura para baixo brechei um aviso esquisito, no box defronte: Paciente em restrição hídrica de 800 ml/dia” e, ainda em frente, ao lado, escutei repetidos “uis” e “ais”.
Numa noite de incertezas e solidão ouvi, entre as queixas, a voz rouquenha de uma paciente reproduzindo várias vezes a expressão “não vou! ”… Curioso, perguntei a uma enfermeira do que se tratava e tive a informação de que a mulher revelou que tinhas alucinações com a mãe morta, que lhe estendia a mão e a convidava para saírem…
Na minha irreverência, lembrei daquelas fantasminhas do filme “Ghost” que levavam a alma dos mortos… Na verdade, se eu tivesse tal visão, também recusaria ir. Eu sei que é inevitável, e, como canta o epigrafado Raulzito, a Morte está sempre à espera, em qualquer lugar, vestida de cetim, mas peço que demore a chegar pois a vida é bela.
Dito para o Anjo do Abismo, a que se refere a Bíblia, o Azrael dos judeus ou o Tânato dos gregos o “não vou! “, tem uma grande força, menos pelo desespero e certamente mais pela explosão de sinceridade.
Tenho dito e reafirmado mil vezes o “não vou” para muitas coisas, principalmente na política. Escrevi-o recusando-me a aceitar a bandalheira de Fernando Henrique Cardozo e sua desonesta reeleição; disse-o repugnando o poder petista nas mãos de Lula, no início do seu governo e do assalto dos pelegos ao Erário. Disse “não vou“ acompanhar a mídia que defendia o inescrupuloso governo Dilma.
Após a reflexão de 11 dias, confinado ao hospital, faço questão de registrar o meu “não vou” às tentativas de levar as frações conscientes do pensamento brasileiro à derrubada do governo Temer. Não que ele não mereça, astutamente vestindo a toga de apaziguador, mas cedendo sempre à ala podre do seu partido.
As negativas variações dos pronunciamentos de Temer vão da covardia expressa diante da prisão do arqui-corrupto Lula da Silva, às articulações para evitar a derrubada do cangaceiro das Alagoas Renan Calheiros da presidência do Senado.
Não o perdoo no primeiro caso; no segundo, a culpa recai mais sobre o Supremo Tribunal do Fatiamento que vergonhosamente assumiu o conchavo da picaretagem, por isto, também “não vou” cair nas artimanhas dos defensores do “quanto pior, melhor”.
Pablo Neruda
Pois bem, chegaram outros:
exímios, medidores, chilenos meditativos
que fizeram casas úmidas em que me criei
e levantaram a bandeira chilena
naquele frio para que gelasse,
naquele vento para que vivesse,
em plena chuva para que chorasse.
Encheu-se o mundo de carabineiros,
apareceram as ferrarias,
os guarda-chuvas
foram as novas aves regionais:
meu pai deu-me uma capa
do seu invicto poncho de Castela
e até chegaram livros
à Fronteira, como se chamou
aquele capítulo que não escrevi
mas escreveram para mim.
Os araucanos tornaram-se raiz!
Foram lhes tirando folhas
até que viraram só esqueleto
de raça ou árvore lá destituída,
e não foi tanto o sofrimento antigo
embora lutassem vertiginosamente,
como pedras, como sacos, como anjos,
e eis que agora eles, os honorários,
sentiram que o chão lhes faltava,
a terra lhes fugia aos pés:
já havia reinado o sangue em Arauco,
chegou o reino do roubo
e éramos nós os ladrões.
Perdão se quando quero /contar minha vida
é terra o que conto.
Esta é a terra.
Cresce em teu sangue
e cresces.
Se se apaga em teu sangue
te apagas.
- Comentários desativados em Pablo Neruda
- Tweet This !
Geir Campos
Alba
Não faz mal que amanheça devagar,
as flores não têm pressa nem os frutos:
sabem que a vagareza dos minutos
adoça mais o outono por chegar.
Portanto não faz mal que devagar
o dia vença a noite em seus redutos
de leste – o que nos cabe é ter enxutos
os olhos e a intenção de madrugar.
Saiba mais sobre Geir Campos aqui
- Comentários desativados em Geir Campos
- Tweet This !
Carlos Drummond de Andrade
Não se mate
Carlos, sossegue, o amor
é isso que você está vendo:
hoje beija, amanhã não beija,
depois de amanhã é domingo
e segunda-feira ninguém sabe
o que será.
Inútil você resistir
ou mesmo suicidar-se.
Não se mate, oh não se mate,
reserve-se todo para
as bodas que ninguém sabe
quando virão,
se é que virão.
O amor, Carlos, você telúrico,
a noite passou em você,
e os recalques se sublimando,
lá dentro um barulho inefável,
rezas,
vitrolas,
santos que se persignam,
anúncios do melhor sabão,
barulho que ninguém sabe
de quê, praquê.
Entretanto você caminha
melancólico e vertical.
Você é a palmeira, você é o grito
que ninguém ouviu no teatro
e as luzes todas se apagam.
O amor no escuro, não, no claro,
é sempre triste, meu filho, Carlos,
mas não diga nada a ninguém,
ninguém sabe nem saberá.
(Poema do livro Reunião – 10 livros de poesia. São Paulo: José Olympio, 1969. p. 26)
- Comentários desativados em Carlos Drummond de Andrade
- Tweet This !
ILUSÃO
Miranda Sá (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
A ciência não é uma ilusão, mas seria uma ilusão acreditar que poderemos encontrar noutro lugar o que ela não nos pode dar. (Sigmund Freud)
Dizem que futebol, política e religião não se discute. Na minha opinião é um conceito ilusório, por que todos nós discutimos futebol, política e religião, e a vida seria muito triste sem uma boa discussão entre amigos, de preferência numa mesa de bar…
A ilusão substitui a realidade por um pensamento abstrato. Uma ideia que fica limitada pela imaginação definida por uma palavra antiga, do tempo das valsas de Carlos Galhardo, Francisco Alves, Orlando Silva e Sílvio Caldas: “Devaneio”.
A palavra “Ilusão”, dicionarizada, é um substantivo feminino com o significado de percepção ou entendimento enganoso, ou esperança de conquistar algo desejável. Sua origem vem do verbo latino “illudo”, derivada de uma ampla família de palavras na qual se inclui “lúdico”: divertir-se, recrear-se e também burlar, enganar.
Na língua portuguesa, iludir firmou-se no sentido de causar uma impressão enganosa, que impede o discernimento da realidade. Ser iludido é ser enganado.
É abundante a sinonímia de “ilusão”. Abrange fantasia, ficção, miragem, sonho, utopia e até alucinação. No sentido de engano, temos burla, engano, fantasia, logro e mentira… Suas excelências os casacudos congressistas abusam de falar “equívoco” para amaciar o que denunciam como erro ou tapeação.
A morte de Fidel Castro ressuscita uma ilusão coletiva de uma geração (ou duas gerações latino-americanas?). A minha, por exemplo. É inegável a sua projeção do falecido nos anos 1950/1960, pela coragem de enfrentar uma poderosa ditadura que paradoxalmente contava com o apoio da máfia ítalo-americana, do governo dos EUA e do movimento comunista internacional.
Na época, Cuba era conhecida como “o cabaré das américas”. Jogo, prostituição, lavagem de dinheiro, fábrica de documentação falsa e livre trânsito para toda espécie de narcótico eram a marca registrada de um regime corrupto.
Uma varredura sobre esse lixão de costumes e comportamentos seria aplaudida por todos os jovens sonhadores daquela época, tal e qual temos no Brasil de hoje a Lava Jato fazendo uma faxina para nos livrar dos bandidos que institucionalizaram a corrupção no País.
É uma pena que lá, na heroica Cuba de Jose Marti a revolução fidelista não tenha passado de uma grande ilusão, primeiro, por se despir do humanismo ao estabelecer o “paredón” e fuzilar a torto e direito, misturando mafiosos, capitalistas, políticos, religiosos e até homossexuais, somente por serem homossexuais.
E assistimos uma brutal agressão à liberdade, impondo uma ditadura que já dura 60 anos. Democracia lá é só um nome escrito nos muros. E, para dizer que não falei de flores, um mérito que a disciplina ditatorial estabeleceu: a educação e os serviços de saúde públicos de qualidade.
Se isto sobrepesar na biografia de Fidel, retiramos 25% dos terríveis males atribuídos a ele, supressão da liberdade, baixo padrão de vida, estado policialesco e atraso de 50 anos na economia e no avanço tecnológico da Ilha. Restam, assim, 75% de ilusão!
WILLIAM BLAKE
A MOSCA
Minimosca
Teu giro de verão
Minha mão à toa
Desmanchou.
Não sou eu
Mosca também?
Ou não és,
Como eu, ninguém?
Pois eu danço
E bebo e canto
Até que brusca mão
Me espanta.
Se pensamento
É ar no peito
E se é morte
Perdê-lo,
Então sou
Mosca feliz
Se eu vivo
Ou se vou
(Tradução de Regina de Barros Carvalho)
WALT WHITMAN
POETAS DE AMANHÃ
Poetas de amanhã: arautos, músicos,
cantores de amanhã!
Não é dia de eu me justificar
e dizer ao que vim;
mas vocês, de uma nova geração,
atlética, telúrica, nativa,
maior que qualquer outra conhecida antes
– levantem-se: pois têm de me justificar!
Eu mesmo faço apenas escrever
uma ou duas palavras
indicando o futuro;
faço tocar a roda para a frente
apenas um momento
e volto para a sombra
correndo.
Eu sou um homem que, vagando
a esmo, sem de todo parar,
casualmente passa a vista por vocês
e logo desvia o rosto,
deixando assim por conta de vocês
conceituá-lo e prová-lo,
a esperar de vocês
as coisas mais importantes.
Ledo Ivo
SONETO DE ROMA
Felizes os que chegam de mãos dadas
como se fosse o instante da partida
e entre as fontes que jorram a água clássica
dão em silêncio adeus à claridade.
No dourado crepúsculo da tarde
o que nos dividiu agora é soma
e a vida que te dei e que me deste
voa entre os pombos no fulgor de Roma.
Todo fim é começo. A água da vida
eterna e musical sustenta o instante
que triunfa da morte nas ruínas.
Como o verão sucede à neve fria
um sol final aquece o nosso amor,
devolução da aurora e luz do dia.
BANGU
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“A política é a higiene dos países moralmente sadios. A politicalha, a malária dos povos de moralidade estragada”. (Rui Barbosa)
A palavra “bangu” é de origem tupi – “bang _ú” – com o significado de “paredão escuro”. É dicionarizado como adjetivo de dois gêneros e substantivo de dois gêneros, nomeando um bairro de classe média do Rio de Janeiro. Nos primórdios, os índios que atravessavam o Campo de Gericinó davam de cara com a Serra do Medanha, vendo-se de longe como um cerrado alto e enegrecido.
À sombra do Maciço da Pedra Branca surgiu em 1673 um povoado com a fundação do Engenho Bangu, aproveitando a mão de obra indígena e, pela acumulação desordenada dos bagaços da cana para servir de combustível ao forno, criou uma gíria, “banguna”, fazer as coisas a bangu, agir desorganizadamente.
Mas a desorganização não atingiu a Fábrica Bangu, uma grande indústria têxtil, pioneira do Estado do Rio. Foi um investimento inglês com capital financeiro e humano, pois trouxe do Reino Unido vários técnicos, que além da confecção de qualidade, fundaram um dos primeiros clubes de futebol do Brasil, o “The Bangu Athletic Club”, que mais tarde abrasileirou o nome para Bangu Atlético Clube.
Assim nasceu um dos clubes mais tradicionais do futebol do Rio de Janeiro com a participação dos gringos pioneiros do futebol nacional, operários da fábrica, muitos negros, derrubando a visão elitista dos outros clubes cariocas.
No famoso bairro da Zona Oeste do Rio de Janeiro foi criado o “Complexo Presidiário de Bangu”, que, embora situado no Distrito de Gericinó, que virou bairro, e mesmo assim a prisão não perdeu a designação de Bangu.
É sobre esta prisão que pautamos este artigo, agora que não abriga somente criminosos comuns, mas importantes personalidades da política nacional. Lá, já se encontra cumprindo cadeia o ex-governador Sérgio Cabral, e está à espera de outro ex-governador, Garotinho, que adiou o encarceramento por uma engenhosidade digna do patife que é.
Esta situação, além de um prenúncio para um Brasil livre de corruptos e o augúrio de que a varredura da Lava Jato não está esmorecendo, como querem os picaretas do Congresso Nacional e seus cúmplices.
Garotinho, embora um malandro arguto, não cobre letra para Cabral. Fica na casa dos milhões, enquanto Cabral, que recebeu uma atenção especial da Operação Calicute, é do refinado clube dos bilhões.
Preso no dia 17 deste novembro aziago para os políticos – Garotinho denunciado por crime eleitoral; a mulher, Rosinha cassada como prefeita de Campos; e a filha Clarissa, expulsa do partido que a elegeu deputada.
Novembro agourento também para Geddel Vieira, ao melar o que restava de esperança de postura no Governo Temer, que mostrou seu lado vacilante e covarde ao recear que a prisão do mega-corrupto Lula provoque “instabilidade” no País. Não confia na maioria do povo brasileiro que quer Lula na cadeia!
Cabral deu igualmente um mergulho no mau agouro, tendo a cabeça raspada após chegar ao complexo penitenciário de Gericinó. E vestiu o uniforme usado pelos presidiários determinado pela Secretaria de Administração Penitenciária.
Arrogante e presunçoso, quando ocupava o poder, Cabral foi humilhado junto com sua mulher, Adriana Ancelmo, quando levados para a Polícia Federal do prédio onde moram, sob gritos dos vizinhos chamando-os de “bandidos” e “ladrões”.
Adriana foi solta por algum tempo, pois seu comprometimento na corrupção é inegável; e Cabral continua preso por suspeita de desvios em obras do governo estadual feitas com recursos federais e por receber “mesadas” entre R$ 200 mil e R$ 500 mil de empreiteiras.
Por causa de Sérgio Cabral e sua associação com Lula da Silva, o Rio de Janeiro está a bangu, literalmente, e ele em Gericinó… rsrsrs.
Comentários Recentes