Criminosa quebra de sigilos

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Por ordem da Justiça

Receita agora se diz constrangida com ‘balcão de venda de sigilos’

Após levar dois meses fazendo uma sindicância que só veio a público por ordem da Justiça, a Receita Federal agora admite a existência de um grande “balcão de venda de sigilos” no ABC paulista. O secretário da Receita, Otacílio Cartaxo, e o corregedor, Antônio Carlos D’Ávila, disseram não acreditar que haja motivação eleitoral no vazamento de dados fiscais de pessoas ligadas ao candidato do PSDB à Presidência, José Serra, mas não descartaram a possibilidade de a vinculação política vir a ser descoberta no decorrer das investigações.

Representação criminal

Receita encaminhará à PF representações criminais contra as servidoras Adeilda Ferreira Leão dos Santos e Antônia Aparecida Rodrigues dos Santos Neves Silva, suspeitas de violar o sigilo de quatro tucanos.

Reação dos prejudicados

Para Eduardo Jorge, um dos tucanos cujo sigilo foi violado, “o fato de haver venda não quer dizer que não tenham vendido para grupos políticos”, e no Rio, Serra disse que a versão da Receita “é história da carochinha”, e que a fabricação do dossiê foi baixaria do PT para desgastá-lo na véspera das eleições.

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