Continuação dos réus…

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João Paulo Cunha, deputado federal pelo PT

Processado por: corrupção passiva, lavagem de dinheiro e peculato
Versão: argumentou que a denúncia não descreve os crimes de lavagem de dinheiro. Alegou “atipicidade da denúncia” e ausência de justa causa quando a peculato. Segundo ele, denúncia não apresenta provas.

José Janene, ex-deputado e ex-tesoureiro do PP

Processado por: formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro
Versão: alegou em sua defesa que votou “em dissonância” com o governo na Câmara Federal, o que seria uma prova de que não tem envolvimento com o esquema do mensalão.

José Luiz Alves, ex-chefe de gabinete de Anderson Adauto

Processado por: lavagem de dinheiro
Versão: afirmou ter sido incumbido por Anderson Adauto de efetivar retiradas e mencionou ter efetuado quatro saques e não 16 como consta da denúncia.

José Roberto Salgado, dirigente do Banco Rural

Processado por: lavagem de dinheiro e gestão fraudulenta de instituição financeira
Versão: afirmou ser comum o saque de dinheiro no ramo publicitário para pagar fornecedores e que todos os empréstimos citados na denúncia foram registrados pelo Banco Central.

Kátia Rabello, dirigente do Banco Rural

Processada por: lavagem de dinheiro e gestão fraudulenta de instituição financeira
Versão: afirmou ser comum o saque de dinheiro no ramo publicitário para pagar fornecedores e que todos os empréstimos citados na denúncia foram registrados pelo Banco Central.

Luiz Gushiken, ex-ministro da Secretaria de Comunicação

Processado por: peculato
Versão: disse que não eram da de sua alçada os recursos do fundo da Visanet, citado pela denúncia como uma das fontes de recursos para o esquema.

Marcos Valério, publicitário

Processado por: corrupção ativa, peculato e lavagem de dinheiro

Versão: para os advogados de Valério, há “defeitos técnicos” na acusação formal. Segundo a defesa, a denúncia é inepta “por falta de descrição da conduta individualizada de cada um dos denunciados”. Os advogados afirmaram ainda que grande parte das provas foram obtidas de forma ilícita.

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