Ao Debate (2):

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“Uma audiência na Corte Suprema – no caso, o nosso STF – é esperada com uma expectativa acima do comum. Mas confesso que fiquei um pouco frustrado com o comportamento de alguns magistrados na audiência do processo do mensalão. Alguns meritíssimos gritando, não ouvindo o que o outro falava, e até a troca de bilhetinhos, flagrada por um fotógrafo. Em certos momentos me veio à mente a comparação com alguns parlamentares durante as audiências das CPIs. Mas um detalhe me chama a atenção. O “valerioduto” começou nas eleições de 1998, quando o ex-governador de Minas e atual senador Eduardo Azeredo, do PSDB, “acertou” com Marcos Valério a obtenção de verbas para cobrir as despesas de alguns candidatos mineiros. Por que ele está fora desse processo?” Uriel Villas Boas (urielvillasboas@yahoo.com.br)

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“Na Suprema Corte dos EUA, troca de mensagens entre seus juízes, e muitíssimo mais agressivas, é vista com naturalidade, como inseparável componente da angústia humana de julgadores à busca do justo – a função deles. É o que documentam, fartamente, no livro Por Detrás da Suprema Corte, os jornalistas Scott Armstrong e Bob Woodward – este hoje editor do Washington Post, que, com Carl Bernstein, autor de A Woman in Charge, sobre Hillary Clinton, ambos vencedores do Prêmio Pulitzer, decifrou o escândalo Watergate. O saudoso ministro do Supremo Evandro Lins e Silva foi o convidado de honra da editora Saraiva no lançamento no Brasil. É o maior best seller do mundo sobre a Justiça, leitura obrigatória nas Faculdades de Direito americanas, e sempre recomendado aos amigos pelo grande Theotonio Negrão. Nada mais natural, pois, em nosso Supremo”. Renato Guimarães Jr. (renatogjr@yahoo.com)

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