Até agora são esses…esperemos que venham mais…
Ramon Hollerbach, publicitário
Processado por: corrupção ativa, peculato e lavagem de dinheiro
Versão: argumentou não ter sido narrado na denúncia o vínculo entre os acusados e que não poderia cometer crime de peculato porque não ostentava função de funcionário público.
Rogério Tolentino, publicitário
Processado por: lavagem de dinheiro
Versão: alegou que não era sócio de nenhuma empresa ligada a Marcos Valério.
Simone Vasconcelos, ex-diretora da SMPB
Processada por: lavagem de dinheiro
Versão: para a defesa, há “defeitos técnicos” na acusação formal. O advogado considera a denúncia inepta “por falta de descrição da conduta individualizada de cada um dos denunciados”. A defesa afirmou ainda que grande parte das provas foram obtidas de forma ilícita.
Valdemar Costa Neto, deputado federal pelo PR
Processado por: formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro
Versão: disse que a Procuradoria da República não denunciou outros envolvidos citados e que não há motivos para o recebimento da denúncia.
Vinícius Samarane, dirigente do Banco Rural
Processado por: lavagem de dinheiro e gestão fraudulenta de instituição financeira
Versão: afirmou ser comum o saque de dinheiro no ramo publicitário para pagar fornecedores e que todos os empréstimos citados na denúncia foram registrados pelo Banco Central.
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