Continuação dos réus…
Enivaldo Quadrado, dono da corretora Bonus-Banval
Processado por: formação de quadrilha e lavagem de dinheiro
Versão: alegou ausência de justa causa para a instauração de ação penal contra si.
Geiza Dias, ex-auxiliar da diretoria da empresa de Marcos Valério
Processada por: lavagem de dinheiro
Versão: afirmou que nunca soube de pagamentos a parlamentares como diz a denúncia. Disse ainda que nunca questionou seus superiores em relação a valores sacados.
Henrique Pizzolato, ex-diretor de marketing do Banco do Brasil
Processado por: peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro
Versão: afirmou que não participava de decisões relacionadas ao fundo Visanet.
Jacinto Lamas, ex-tesoureiro do PL
Processado por: corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha
Versão: Afirmou ser absolutamente inocente e que a denúncia não esclareceu o que ele teria recebido em troca de apoio. Disse que, como não é parlamentar, não poderia votar a favor do governo.
João Cláudio Genu, ex-assessor do PP
Processado por: formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro
Versão: alegou que não se encontra suficientemente descrito na denúncia e que não tinha conhecimento da quantidades citadas.
João Magno, ex-deputado federal do PT
Processsado por: lavagem de dinheiro
Versão: disse ter agido de boa fé ao receber recursos da empresa SMPB (empresa de Marcos Valério) e afirmou que a denúncia é genérica.
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