Comentário (III)
Coronel Dirceu
“Os 10 milhões que Duda Mendonça confessou que o PT depositou em uma conta dele no exterior para eles são uma mixaria. Os 10 milhões que Waldemar Costa Neto contou que recebeu do PT foram uma merreca. Os milhões que Marcos Valério pegou no Banco Rural e no BMG para o PT, depois dos acertos dos banqueiros com Dirceu, Genoino, Delúbio, Silvinho, na Casa Civil, dentro do Palácio do Planalto, eram restos da gamela. O dinheiro do Banco do Brasil na Visanet, que o insaciável Gushiken mandou Pizzolatto dar a Valério para voltar para Delúbio, foi só uma lavagenzinha do tacho. Isso tem um nome e o País inteiro sabe: roubo, roubalheira. Não adiantou espernearem. O imperturbável procurador geral e o criterioso ministro Barbosa provaram, didaticamente, que uma “quadrilha” se organizou, criou-se uma “organização criminosa” para disfarçar o crime a serviço do PT. O chefão tinha nome. E não era o coronel Moran. Era o coronel Dirceu”.
Sebastião Nery, jornalista
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