Rio-2016 fala em experiência cheia de erros do passado

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O sucesso do Pan-Americano de 2007 é o grande trunfo do Rio de Janeiro para abrigar os Jogos Olímpicos de 2016.  Entretanto, no dossiê de candidatura que foi enviado ao Comitê Olímpico Internacional, os cariocas voltaram a apostar em obras e projetos que fracassaram para o evento de dois anos atrás.

 

RIO APRESENTA OS PROJETOS

 

Um dia após o prazo do COI para a entrega do documento, o Comitê de Candidatura realizou um evento no Rio de Janeiro para mostrar seus planos. Logo na introdução do item “Conceito dos Jogos”, é anunciado que o “Rio irá entregar jogos no mais alto nível, aproveitando a experiência dos Jogos Pan-Americanos”.

 

O Pan pode ter sido um sucesso, mas em sua preparação, uma série de projetos foi abandonado ou alterado, por diversas razões. E alguns deles voltaram a ser lembrados, para o planejamento olímpico, como a Marina da Glória, o estádio de remo da Lagoa Rodrigo de Freitas ou a despoluição das lagoas da Barra da Tijuca.

 

Na Marina e no estádio de remo, por exemplo, as obras para o Pan foram embargadas pelo Iphan, para proteger projetos tombados pelo patrimônio histórico nacional – a vista do Parque do Flamengo, onde fica a Marina, é um desses casos. Para 2016, os dois locais fazem parte do projeto.

 

Para abrigar as Olimpíadas, a Marina da Glória, por exemplo, requer obras permanentes e de adequação, segundo o dossiê, que custariam US$ 22 milhões (em cotação atual). Com o estádio de remo, o custo seria de US$ 20,5 milhões.

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Fonte: Uol Esportes

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