Arquivo do mês: julho 2010
Primeiras páginas_3.jul.10
O GLOBO – Datafolha: Serra tem 10 pontos à frente de Dilma no Sudeste; Ibope deu empate
FOLHA DE SÃO PAULO – Governo Lula duplica gastos de publicidade
O ESTADO DE SÃO PAULO – Serra e Dilma aparecem empatados
JORNAL DO BRASIL – Ficha Limpa: STF libera mais um
CORREIO BRAZILIENSE – PF leva Arruda à força para depor
ESTADO DE MINAS – Reação em defesa da Ficha Limpa
JORNAL DO COMMERCIO (PE) – Pelo Datafolha, Dilma e Serra estão empatados
ZERO HORA – Empate técnico de Serra e Dilma
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Quinteto Charlie Parker
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=XeHiYJQSs6A]
“Donna Lee” interpretado por : Miles Davis (trompete), Charlie Parker (sax alto), Bvd Powell (piano), Tommy Potter (baixo) & Max Roach (percussão).
- Charlie Parker | Miles Davis
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Uruguai!!!
Gana 1, Uruguai 0, no derradeiro minuto do primeiro tempo, golaço de Muntari, com a inestimável ajuda da bola da Copa.
Mais agudo que o time americano, o africano estava a um tempo de ser o primeiro do continente a chegar numa semifinal de Copa do Mundo, algo que o Uruguai já fez por três vezes.
Mas a segunda parte do jogo começou com Gana muito preocupada em manter a vantagem e para isso seria preciso jogar, o que não fez, ao contrário do Uruguai.
Que, aos 10, em cobrança de falta por Forlan, empatou com méritos.
Durante todo o tempo regulamentar a Celeste esteve mais perto de vitória, embora também os ganeses tenham ameaçado.
Mas o jogo foi para a prorrogação no Soccer City.
E quase não teve mais jogo.
Um medo danado de lado a lado, apenas uma chance de gol, que seria um gol contra uruguaio.
Até que Gana foi à frente, buscou o gol, o viu escapar uma vez, duas vezes, três vezes, a última, aos 30, no pênalti desperdiçado por Gyan, que causou a expulsão de Soares, ao salvar com a mão na linha fatal o gol africano.
A penalidade foi ao travessão.
E vieram os tiros da marca de pênalti.
Forlan, Uruguai 1 a 0;
Asamoah, Gana 1 a 1;
Vitorino, Uruguai 2 a 1;
Apiah, Gana 2 a 2;
Uruguai, 3 a 2;
Mensah, sem tomar distância, bateu no meio do gol, vovó pegava, Uruguai 3 a 2;
Pereira mandou nas nuvens, Uruguai 3 a 2;
Gana perde mais um e Loco Abreu botou o Uruguai na semifinal.
A vez da África ainda não chegou.
Bateu no travessão e não chegou.
A Celeste ressuscita.
Fonte: Juca Kfouri
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Ciranda financeira
Bovespa tem alta de 0,32%, mas acumula queda na semana
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou os negócios desta sexta-feira (2) em alta, mas acumulou queda na semana. Principal índice da bolsa paulista, o Ibovespa fechou as operações com valorização de 0,32%, aos 61.429 pontos. O giro financeiro atingiu apenas R$ 3,639 bilhões, reduzido pelo jogo que eliminou o Brasil na Copa do Mundo.
Após três semanas positivas, o Ibovespa acumulou baixa de 5,24% entre os dias 28 de junho e 2 de julho. Este foi o pior desempenho do índice desde a primeira semana de maio (-6,90%).
G1/VALOR
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Câmbio
Dólar fechou o pregão de hoje vendido a R$ 1,778
A perspectiva de captação de dólares por empresas brasileiras provocou a queda de 1% da moeda norte-americana nesta sexta-feira, em uma sessão interrompida pelo jogo do Brasil na Copa do Mundo. A moeda terminou o dia a R$ 1,778, em queda de 1%. Na semana, o dólar acumulou baixa de 0,11%.
A queda foi mais intensa no Brasil em meio à crescente expectativa de entrada de recursos no país, que desde o mês passado tem levado bancos venderem moeda estrangeira mesmo em um ambiente ainda de saída de capitais.
Reuters
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Brasil de volta. Lentamente…

Por MARCOS BENTHER/Juca Kfouri
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A Holanda soube aproveitar, venceu de virada por 2 a 1 e deu o troco pelas eliminações de 1994 e 1998. Ao Brasil resta lamentar. Mais um ciclo acabou sem troféu. Serão mais quatro anos de espera para, em casa, buscar nova redenção. Até lá, o sentimento será de decepção.
As duas bolas cruzadas dos gols da Holanda farão Julio Cesar e o restante da defesa ter noites de insônia. O ponto forte da seleção brasileira de Dunga sempre foi o setor defensivo, a retaguarda comandada por Juan e Lúcio. Mas a Holanda ignorou o histórico, os defensores e virou o jogo em Port Elizabeth.
Aí o que se viu foi o velho problema da equipe de Dunga. A falta de soluções ofensivas. Robinho se destacou no primeiro tempo, mas sumiu no segundo. Kaká mostrou que ainda não está 100% e que jogou a Copa “baleado”. Ele se esforçou. Muitos se esforçaram. Mas só esforço não ganha Copa do Mundo.
O descontrole emocional também entrou em campo e foi decisivo. Felipe Melo, autor da bela assistência do gol brasileiro, foi a prova disso. O volante não se conteve, como prometeu, e prejudicou o Brasil no segundo tempo com sua expulsão aos 28min. A seleção passou a fazer cara feia, a brigar em campo. Mas só cara feia não ganha Copa do Mundo.
Dunga conquistou tudo que disputou desde que assumiu. Levou a Copa América, a Copa das Confederações e classificou nas eliminatórias em primeiro lugar. Mas no grande teste o técnico fracassou. Depois de tantos treinos fechados, faltaram soluções táticas. E também opções no banco de reservas. Principalmente na armação. Júlio Baptista e Ramires não estão prontos para isso. São apenas soldados. Mas só soldados não vencem guerra nenhuma.
Talvez o treinador tenha perdido tempo demais brigando com a imprensa. Acabar com os privilégios e deixar a seleção concentrada foi seu acerto, mas para construir isso o treinador pegou o caminho do conflito contra tudo e contra todos.
Em 2006, a seleção caiu nas quartas de final diante da França com a imagem de uma equipe apática, sem amor à camisa. Desta vez, o time que tanto brigou deixou como última impressão a total desorganização nos minutos finais. O último ataque da Holanda parecia roda de bobinho. E dentro da área do Brasil. Muitos jogadores ficaram no ataque só olhando.
A seleção que já virou partidas importantes com Dunga não mostrou esse poder no momento que mais precisou. No primeiro jogo da Copa em que saiu em desvantagem, o Brasil se perdeu. Faltou concentração. Faltou eficiência. E faltou a criação. A habilidade e o improviso que ameaçaram aparecer no primeiro tempo não voltaram do intervalo. O time burocrata fracassou. Sobrou união, mas faltou futebol. Fica a lição para 2014.
Fonte: Uol Notícias
Cadê o Falcão?
Paulo Roberto Falcão planeja novos voos, razão pela qual não está na África do Sul.
Ele deseja voltar a ser técnico de futebol, como já disse.
E anda se achando tratado sem a devida consideração pelo comando do esporte da TV Globo, Rei de Roma que foi.
Já o comando da TV pensa diferente e estranha que o ex-craque e comentarista tenha adotado um comportamento de estrela.
Em regra não atende aos telefonemas e não está disponível para participar da programação, diferentemente, por exemplo, de Walter Casagrande Jr., que deve passar a ser o comentarista número 1, sempre à disposição.
Enfim, ao que tudo indica, a relação se desgastou.
Que Falcão, que concorda com Cruijff em relação às críticas feitas à Seleção de Dunga, seja um técnico que traga de volta a fantasia de que ele era capaz nos gramados pelo mundo afora.
Fonte: Juca Kfouri
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O Uruguai pode voltar a uma semifinal de Copa pela primeira vez desde 1970. Jogando “em casa”, Gana quer ser o primeiro time africano a ter a chance de disputar uma vaga em decisão de Mundial.

Luis Suarez e Asamoah Gyan, artilheiros de Uruguai e Gana
Mas, apesar de estarem muito perto de fazer história, as duas seleções sabem que já chegaram longe. Quem passar, terá a oportunidade de entrar em campo sem pressão diante de Brasil ou Holanda para tentar chegar à tão sonhada final.
Fonte: Uol História
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O dia “D” de Dunga
Partida contra a Holanda, às 11h, é a mais decisiva da Seleção Brasileira sob o comando do treinador gaúcho. Uma vitória praticamente sela o passaporte canarinho para a final da Copa, uma vez que o próximo adversário, Uruguai ou Gana, é tecnicamente mais fraco que a Laranja Mecânica. O desafio será furar a defesa holandesa caso os rivais joguem da mesma maneira que Dunga gosta de ver o Brasil atuar: nos contra-ataques. Se cumprirem a ameaça de ir para cima da Seleção, o risco de virarem suco cresce. E o caminho para o hexa pode ficar mais fácil. (ESTADO DE MINAS)
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