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Que crise?

chargeonline.com.br/Myrria

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Opinião

“Para os 16% que não aprovam o governo federal, não é surpresa os beneficiários do Bolsa-Família não quererem aprender. Ter o peixe é muito mais fácil, não é preciso pescar. Eles têm um professor com 84% de aprovação”.

 

 Édna Nunes de Freitas (ednanfreitas@ig.com.br)

Controle

Detran terá ficha online

de motoristas de todo o país

 

Ampliação do banco de dados do Denatran com o acesso ao histórico do motorista em qualquer ponto do país vai permitir que as transferências de carteiras de um estado para outro sejam feitas na hora. Serviço levava até três meses. Detran-DF suspende atendimento de CNH nesta segunda para se integrar ao novo sistema e reabre na terça.

Poesia

Ainda e sempre

 

“Quis debalde varrer-te da memória

E o teu nome arrancar do coração!

Amo-te sempre! Que martírio infindo!

Tem a força da morte esta paixão!…

Eu sentia-me atado aos teus prestígios

Por grilhões poderosos e fatais;

Nem me vias sequer, – te amava ainda!…

Motejavas de mim, – te amava mais!…

Tu me vias sorrir. Os prantos d’alma

Só confiam-se a Deus e à solidão!…

Tu me vias passar calmo e tranqüilo,

Tinha a morte a gelar-me o coração!…

Quantas vezes lutei co’o sentimento!

Quantas vezes corei da minha dor!…

Quis até odiar-te… amava sempre

Sempre e sempre a esmagar-me o meu amor!”

 

Plínio de Lima

 

O Poeta

 

 

O poeta Plínio Augusto Xavier de Lima nasceu em Caetité, aos 17-10-1847, numa casa onde hoje está a residência episcopal, filho do Ten. Cel. Antonio Joaquim de Lima e D. Francelina de Albuquerque Lima. Estudou Direito no Recife, onde travou amizade com Castro Alves, junto a quem fundou uma associação abolicionista, sendo em vida mais popular e conhecido que o confrade.

 

Em trajetória inversa ao colega Ruy Barbosa, migrou da Faculdade do Largo de S. Francisco, em S. Paulo, para Pernambuco, onde se formou retornando para a terra natal onde adoece, falecendo aos 17 de abril de 1873.

Parte de seus poemas, ínfima, foi recuperada por João Gumes e publicada em 1928 pela “Seção de Obras d’O Estado de São Paulo”, sob o título de “Pérolas Renascidas”.

 

   Quase perdida, com o concurso do Sr. Sylvio Gumes Fernandes, Acadêmico Emérito da ACL, foi reeditada eletronicamente pelo Município, em 2002.

Frase da vez_2/27

“O caso Real Grandeza opõe a base sindical à base política de Lula”.

 

Dora Kramer, jornalista

Comprem, comprem…

chargeonline.com.br/Thiago Recchia

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Opinião

Medo de vaia

 

Não concordo com a análise de que o presidente tenha ido ao sambódromo do Rio de forma quase sorrateira para evitar vaias. Na verdade, o que acontece é que o presidente foge de qualquer plateia que não seja escolhida a dedo por seu partido e aliados.

 

Maurício Rodrigues de Souza (mauriciorodsouza@globo.com)

Dilma´Button´

 

Fonte: charge dos Irmãos Bacalhau

Cantada de famosa deixa Marisa pê com o Lula!

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Opinião

Lula no Sambódromo do Rio

 

No Sambódromo, a maior discussão e comentário não era sobre as escolas e sim sobre o presidente. Lula deixou lamentável impressão. Sujo, gordo, maltrapilho, sem a aura que cerca os presidentes, foi totalmente ignorado. Nem vaiado, nem aplaudido, Lula só era bajulado por Cabral e Eduardo Paes, profissionais desse tipo de comportamento, ou melhor, subservientes.

 

HÉLIO FERNANDES, jornalista