Arquivo da tag: Notícias
Horowitz toca Liszt – Consolation No. 3
[youtube=http://br.youtube.com/watch?v=zS5LRRsNYZk]
O compositor húngaro Franz Liszt (1811-1886) costuma ser lembrado por suas Rapsódias húngaras, que demonstram melhor do que qualquer obra o seu incrível talento ao piano.
Liszt era um virtuose, tecnicamente brilhante, e chegou a ser considerado o maior pianista de todos os tempos (tocava, além de suas composições, maravilhas de outros gênios).
Por isso é interessante revisitar um Liszt diferente daquele do estilo veloz de boa parte das rapsódias (algumas delas – poucas – são orquestradas): o da sóbria e lenta Consolation no. 3, tocada por outro gigante do piano, o ucraniano Vladimir Horowitz (1903-1989). Sublime.
- Lizst Horowitz | Notícias
- Comentários desativados em Horowitz toca Liszt – Consolation No. 3
- Tweet This !
O Lula ‘se arrebentou’ em Natal, revida Agripino Maia
Depois de ajudar a impor um revés à petista Fátima Bezerra na eleição de Natal, José Agripino Maia, líder do DEM, prepara-se para discursar no Senado.
Vai revidar os ataques que Lula fez a ele e à candidata Micarla de Souza (PV), que prevaleceu em natal, no primeiro turno, com o seu apoio.
“Não posso deixar de realçar o viés chavista de Lula. Ele é um títere. Não consegue respeitar a oposição. É truculento. É sobre isso que vou falar…”
“…O Lula veio a Natal para derrotar o líder da oposição. Ficou patente que, em política, a truculência é má conselheira. Ele se arrebentou.”
Fonte: Josias de Souza
- Notícias
- Comentários desativados em O Lula ‘se arrebentou’ em Natal, revida Agripino Maia
- Tweet This !
Poesia
Educação pela Pedra
Uma educação pela pedra: por lições;
para aprender da pedra, freqüentá-la;
captar sua voz inenfática, impessoal
(pela de dicção ela começa as aulas).
A lição de moral, sua resistência fria
ao que flui e a fluir, a ser maleada;
a de poética, sua carnadura concreta;
a de economia, seu adensar-se compacta:
lições da pedra (de fora para dentro,
cartilha muda), para quem soletrá-la.
*
Outra educação pela pedra: no Sertão
(de dentro para fora, e pré-didática).
No Sertão a pedra não sabe lecionar,
e se lecionasse, não ensinaria nada;
lá não se aprende a pedra: lá a pedra,
uma pedra de nascença, entranha a alma.
João Cabral de Melo Neto
- Notícias
- Comentários desativados em Poesia
- Tweet This !
Marc Chagall

O Pintor
Marc Chagall (1887-1985) Pintor francês de origem russa. Autor de obras em que sobressai a fantasia, Chagall é considerado um dos pintores mais célebres e importantes do século 20. Após ter estudado na Academia de S. Petersburgo (1907-1909), viveu na França e nos EUA (1941-1949).
Além de pintar, dedicou-se também à ilustração de livros, como a Bíblia, a executar cenários para o teatro e a desenhar vitrais para sinagogas e igrejas. Muitos dos temas de suas obras vêm de suas recordações de infância, de contos, histórias, fantasias, lendas judaicas e cristãs, bem como da arte popular russa.
Suas obras seduzem pelo simbolismo imediato que o artista cria em quadros narrativos de grande fantasia. Em muitos de seus trabalhos verifica-se uma renúncia à espacialidade e à perspectiva, e as referências habituais desaparecem numa atmosfera de fábula.
Neste contexto, é freqüente encontrarem-se pessoas ou casas em posição invertida ou flutuando no ar. Os motivos estão desenvolvidos com uma alegre ligeireza, que se comunica imediatamente com o receptor. No brilhante colorido dos quadros, observa-se a influência de Robert Delaunay (O Poeta ou as Três e Meia, 1911), apesar de em outras obras se manifestar a presença do cubismo francês.
Em finais dos anos 30, pintou quadros de crucificação (Crucificação Branca, em 1938), nos quais parece refletir-se uma premonição do destino que aguardava os judeus europeus.
Sua obra dos ultimos anos compõe-se de afrescos e tapeçarias monumentais, mosaicos e vitrais (Metropolitan Opera House, Nova York, 1966; Catedral de Reims, 1972).
- Marc Chagall | Notícias
- Comentários desativados em Marc Chagall
- Tweet This !
”A Constituição vive no fio da navalha”
Do professor de Economia Eduardo Fagnani, da Unicamp, em entrevista ao Estado de S.Paulo:
Os outros fazem festa para a Constituição e o sr. se diz preocupado. Por quê?
Porque nossa Constituição nasceu na contramão do mundo. Quando o Congresso a aprovou, já corria forte lá fora a onda neoliberal, puxada por Ronald Reagan e Margaret Thatcher. Caía o Muro de Berlim, acabava a bipolaridade. Mas o Brasil estava saindo de uma ditadura militar, sua agenda era a da redemocratização. Lá fora era o Estado mínimo e aqui dentro se buscava uma rede de proteção social para os pobres.
E no que deu essa diferença?
Ela criou uma tensão que marcou estes 20 anos. As forças liberais, principalmente nos anos 90, pressionaram por mudanças. Desde então, as garantias e avanços de 88 enfrentam ameaças. A Constituição vive no fio da navalha, permanentemente ameaçada pelos que querem eliminar os avanços.
O sr. se refere às críticas de que ela dá direitos demais e o Estado não tem como cumpri-los?
Sim, a agenda neoliberal chegou numa onda avassaladora, com a idéia de que a capacidade da economia não dava para garantir todas as conquistas. Isso não é verdade. O problema é que as opções macroeconômicas, a partir de então, levaram a uma estagnação da economia e isso desorganizou o mercado de trabalho.
Leia a entrevista em: ”A Constituição vive no fio da navalha”
Fonte: O Estado de S. Paulo
- Notícias
- Comentários desativados em ”A Constituição vive no fio da navalha”
- Tweet This !
Oito por cento dos políticos gastam em campanhas eleitorais
mais do que dizem possuir
Estudo realizado sobre dados recolhidos no projeto Excelências mostra que muitos políticos fazem doações eleitorais que superam em muito o que seria razoável considerando-se o patrimônio que declaram à Justiça Eleitoral. Leia RELATÓRIO sobre a relação entre doações eleitorais e o montante informado pelos políticos, com destaque para os candidatos deste ano.
Consulte também a interface interativa que permite diversos tipos de filtragens realizadas sobre esses dados em AQUI.
Fonte: Transparência Brasil
- Notícias
- Comentários desativados em
- Tweet This !
Reinaldo Azevedo comenta a reforma ortográfica
Corajosa é a reforma ortográfica proposta por Diogo
Eu sou um ardoroso defensor da reforma ortográfica. A perspectiva de ser lido em Bafatá, no interior da Guiné-Bissau, da mesma maneira que sou lido em Carinhanha, no interior da Bahia, me enche de entusiasmo. Eu sempre soube que a maior barreira para o meu sucesso em Bafatá era o C mudo. Aguarde-me, Bafatá!
Nossa linguagem escrita está repleta de letras inúteis. A rigor, todas elas. Abolir o trema ou o acento agudo de alguns ditongos deveria ser apenas o primeiro passo para abolir o resto do alfabeto. Se os italianos decidissem abolir a linguagem escrita, perderiam Dante Alighieri. Se os brasileiros decidissem abolir a linguagem escrita, conseguiriam libertar-se de José Sarney.
José Sarney idealizou a reforma ortográfica em 1990. Ela foi escanteada por praticamente duas décadas, até a semana passada, quando Lula a sancionou. A posteridade se recordará da reforma ortográfica como a grande obra de José Sarney, ao lado da emenda parlamentar que permitiu ampliar o aeroporto internacional do Amapá para o atendimento de 700 000 passageiros.
Para os brasileiros, a reforma ortográfica tem um efeito nulo. Ninguém sabia escrever direito antes dela, ninguém saberá escrever direito depois.
Leia a íntegra aqui
- Notícias | reforma ortográfica
- Comentários desativados em Reinaldo Azevedo comenta a reforma ortográfica
- Tweet This !
Gabriel o Pensador canta “Fala Sério!”
[youtube=http://br.youtube.com/watch?v=AB9j0y_CzOI]
- Notícias
- Comentários desativados em Gabriel o Pensador canta “Fala Sério!”
- Tweet This !
Comentários Recentes