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Frase da vez_1/15

“Com o que então a ilustre sexóloga e defensora de minorias resolveu partir para o ataque pessoal? Ô, Marta, que coisa feia!”

BOLÍVAR LAMOUNIER , cientista político

Poesia

Caminhante

 

Caminhante, são os teus passos

o caminho e nada mais;

Caminhante, não há caminho,

O caminho faz-se a andar.

A andar faz-se o caminho,

e ao voltar a vista atrás

vê-se a senda que nunca

se há-de voltar a pisar.

Caminhante não há caminho

só sulcos no mar.

 

Antônio Machado

 

 

O Poeta

 

 

Antônio Machado dos Santos (1875-1921) alistou-se na Armada em 1891 e fez parte da administração naval. Dirigente da Carbonária foi o mais ativo propagador das idéias revolucionárias entre os soldados da Armada.

 

Comandou o principal reduto republicano, acampado na Rotunda na noite de 3 para 4 de outubro de 1910, e foi considerado o chefe militar da revolução que implantou a República.

 

Foi promovido a capitão-de-mar-e-guerra pela Constituinte em 1911. Inspirou conspirações, promoveu distúrbios, fez cair governos.

 

 Apoiou a ditadura de Pimenta de Castro, contribuiu para levar ao poder Sidónio Pais, lutou contra as revoltas monárquicas em Monsanto e no Porto acabou por ser assassinado a tiros, friamente, na depois designada “Noite Sangrenta”.

 

Tinha então a patente de vice-almirante.

 

 

Gershwin – They Can’t Take That Away From Me – Fred Astaire

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Cantado por Fred Astaire (a Ginger Rogers). Música com letra de George e Ira Gershwin. Este é o desempenho original da canção de 1937.

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Dono de pré-pago com namorada folgada canta: “Um minuto”

Frase da vez_3/14

“O tempo é o senhor da razão: acuada em sua carreira política periclitante, dona Marta mostrou que seu progressismo não passa de um rótulo demagogo e exibiu o seu lado mais legítimo: o moralismo oportunista.”
JOÃO SILVÉRIO TREVISAN , escritor

Frase da vez_1/14

“Só agora, depois de vinte anos de violências contra a nação, nossos Galileus descobriram que o que move o mundo não são os princípios. São as taxas de juro”

Millôr Fernandes, Millôr

Comentário (I)

Piscando sem parar, Paes desabou na TV

Extremamente nervoso, inseguro, piscando sem parar por duas horas seguidas diante das câmeras, Eduardo Paes perdeu disparado o debate que travou com Fernando Gabeira, domingo à noite, na Bandeirantes. Contraditório, procurando mais atacar Cesar Maia do que discutir os problemas do Rio, tenho a impressão de que sua candidatura desabou na TV.

Gabeira dominou integralmente o debate, sobretudo porque a diferença de nível político, cultural e de inteligência é enorme entre os dois. Todos os que assistiram certamente tiveram essa impressão. Ficou evidente, sobretudo, que Eduardo Paes é um candidato fraco.

Pedro do Coutto, jornalista

Poesia

Nunca e Sempre

 

Sempre cheguei tarde

ou cedo demais.

Não vi a felicidade acontecer.

Nunca floresceram

em minha primavera

as rosas que sonhei colher.

 

Mas sempre os passarinhos

cantaram e fizeram ninhos

pelos beirais

do meu viver.

 

 

Helena Kolody

 

A Poetisa

 

A poetisa nasceu em 1912 no Paraná, primogênita de imigrantes ucranianos. Exerceu apaixonadamente a profissão do magistério. É autora de numerosos livros. Antes de seus livros, seus poemas eram publicados em jornais e revistas. Seu primeiro poema intitulava-se A Lágrima, ela contava então com dezesseis anos. Seu primeiro livro publicado intitulava-se Paisagem Interior, de 1941.

 

Cumpre destacar que já nesta obra são publicados três haicais: Prisão, Arco-íris e Felicidade, que segundo Reinoldo Atem “são os primeiros publicados no Paraná e demonstram sua tendência permanente e contínua para a brevidade reflexiva”.

 

A autora não participou do Movimento Modernista por ser retraída, mas buscava sempre manter-se informada e tinha consciência da modernidade de seus versos. Nessa época o Movimento Modernista buscava uma superação dos pressupostos que ancoraram a Semana de Arte Moderna. Muitos poetas já tinham trilhado um caminho diferente dos versos parnasianos, restando, pois, amadurecer as idéias já plantadas.

 

Helena Kolody acredita no poder da palavra, e o poeta pode ser considerado o “escolhido” para fazer dela um instrumento de transformação do mundo.

 

A responsabilidade é enorme e alguns artistas da palavra conseguem levá-la a contento e vão gravando pelo tempo suas idéias que geram novas idéias e assim sucessivamente num trabalho longo, árduo e necessário. 

Ana Carolina – Desabafo

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Opinião

Se 11 (onze!) ministros (mais o viajante presidente) se locomovem de Brasília para São Paulo para prestar apoio à candidata do PT, fica claro que é muito grande o medo de perder novamente a Prefeitura e, principalmente, que S. Exas. os O-N-Z-E ministros são perfeitamente dispensáveis em suas funções. É um verdadeiro descaramento essa farra com o nosso dinheiro!

Aparecida Dileide Gaziolla (rubishara@uol.com.br)