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Se a moda pega…

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Frase da vez_3/17

“Piedade para banqueiro fraudador deveria ser fuzilamento sumário”.

Antonio Avellar, jornalista

Chiquinha Gonzaga e grupo As Choronas

Francisca Edwiges Neves Gonzaga, mais conhecida como Chiquinha Gonzaga, (Rio de Janeiro, 17 de outubro de 1847 — Rio de Janeiro, 28 de fevereiro de 1935) foi uma compositora e pianista brasileira.

 

Foi a primeira chorona, primeira pianista de choro e também a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil. No Passeio Público, há uma herma em sua homenagem, obra do escultor Honório Peçanha.

 

A necessidade de adaptar o som do piano ao gosto popular valeu a Chiquinha Gonzaga a glória de se tornar a primeira compositora popular do Brasil. O sucesso começou em 1877, com a polca Atraente, aqui tocada pelo grupo “As Choronas”.

 

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Torcedores cantam pro Dunga

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Poesia declamada

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Autopsicografia

 

O poeta é um fingidor.

Finge tão completamente

Que chega a fingir que é dor

A dor que deveras sente.

 

E os que lêem o que escreve,

Na dor lida sentem bem,

Não as duas que ele teve,

Mas só a que eles não têm.

 

E assim nas calhas de roda

Gira, a entreter a razão,

Esse comboio de corda

Que se chama coração.

 

 Fernando Pessoa

 

 

Poesia declamada por João Villaret (1913-1961) ator, encenador e declamador português.                   

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Poesia

O Pequeno Pedinte

 

Tinha oito anos!

 

A pobrezinha da criança sem pai nem mãe, que vagava pelas ruas da cidade pedindo esmola aos transeuntes caridosos, tinha oito anos.

 

Oh! Não ter um seio de mãe para afogar o pranto que existe no seu coração!

 

Pobre pequeno mendigo!

 

Quantas noites não passara dormindo pelas calçadas exposto ao frio e à chuva, sem o abrigo do teto!

 

Quantas vergonhas não passara quando, ao estender a pequenina mão, só recebia a indiferença e o motejo!

 

Oh! Encontram-se muitos corações brutos e insensíveis!

 

É domingo.

 

O pequeno está à porta da igreja, pedindo, com o coração amargurado, que lhe dêem uma esmola pelo amor de Deus.

 

Diversos indivíduos demoram-se para depositar uma pequena moeda na mão que se lhes está estendida.

 

Terminada a missa, volta quase alegre, porque sabe que naquele dia não passará fome.

 

Depois vêem os dias, os meses, os anos, cresce e passa a vida, enfim, sem tragar outro pão a não ser o negro pão amassado com o fel da caridade fingida.

 

Graciliano Ramos – Viçosa, 24 de junho de 1904.

 

 

 

O Poeta

Este pequeno conto é um dos primeiros momentos de Graciliano Ramos (1892-1953) no mundo da literatura. Tinha doze anos e já demonstrava senso literário. O DILÚCULO foi um pequeno jornalzinho editado em Viçosa, cidade do estado de Alagoas.

 

Apesar da tênue idade, matizes psicológicas já podem ser sentidas, “fel da caridade fingida”, nessa frase percebemos intrinsecamente que Graciliano Ramos já “sentia”, mesmo sendo ainda muito jovem, problemas de personalidade humana, geralmente sentidos por pessoas adultas. Seu destino como escritor estava traçado.

 

 

 

 

 

Buemba! Monkey News no ar! E quarta-feira é dia de piada pronta! Uma amiga do Simão teve quer ia ao IML, Instituto Médico Legal, e aí viu uma placa assim: “Só é permitida a entrada de vivos.” Rarará! E se o morto for analfabeto? E se o morto entrar?

Vai punir com pena de morte? O Brasil não é o país da piada pronta. O Brasil É a piada pronta!

Buemba! Marta vai varrer a Paulista depois da Parada Gay!

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Crise pessoal

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