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Valentina Igoshina interpreta “Fantasie Impromptu” de Chopin
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Formada pelo Conservatório de Moscou, conquistou três primeiros prêmios em grandes concursos internacionais –o Rubinstein, o Rachmaninov e o Gorizia–, que elevaram sua carreira, e já gravou CDs com peças de Fréderic Chopin, Rachmaninov, Robert Schumann e Modest Mussorgsky.
Suas interpretações são um tanto atípicas dentro da escola russa de piano, na qual há a ênfase de cada nota como se ela fosse uma entidade sonora autônoma, que a percepção do ouvinte reúne a seguir a outras notas para reconstruir a partitura do lado da escuta.
Igoshina é absolutamente delicada, dando a impressão de que seus dedos apenas quase roçam as teclas, na construção de fraseados que surgem em blocos de legatos já prontos, quando é o caso, como se as notas se diluíssem romanticamente umas dentro das outras.
Dick Farney
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Dick Farney (1921-1987) Estudou piano clássico e canto com os pais e começou a se apresentar em programas de rádio interpretando repertório erudito de piano. Em 1937 estreou como cantor e mais tarde transferiu-se para a Rádio Mayrink Veiga, onde teve seu próprio programa, Dick Farney, sua Voz e seu Piano. Tocou em orquestras de jazz e música popular, se apresentando inclusive no Cassino da Urca.
Especializou-se no repertório norte-americano até lançar o grande sucesso “Copacabana” (J. de Barro/ A. Ribeiro) em 1946, com arranjo camerístico de Radamés Gnattali, que seria considerado precursor da bossa nova. Ainda nos anos 40 esteve nos Estados Unidos onde se apresentou com Nat King Cole, Davis Brubeck e Bill Evans, e passou mais de um ano. Foi o primeiro a gravar o standard americano “Tenderly” (Walter Gross).
Voltou ao Brasil consagrado pelas gravações que a Continental lançara quando estava nos EUA, como “Marina” (Caymmi). Nos anos 50 envolveu-se com o movimento de bossa nova, interpretando alguns clássicos como “Tereza da Praia” (Jobim/ B. Blanco), em dupla com Lúcio Alves. Participou também da primeira gravação da “Sinfonia do Rio de Janeiro”, de autoria da mesma dupla, em 1954.
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Noel Rosa – Quem dá mais – Ouça abaixo
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Visita ao Papa

chargeonline.com.br/Amarildo
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Poesia
Tristeza
Eu perdi minha vida e o alento,
E os amigos, e a intrepidez,
E até mesmo aquela altivez
Que me fez crer no meu talento.
Vi na Verdade, certa vez,
A amiga do meu pensamento;
Mas, ao senti-la, num momento
O seu encanto se desfez.
Entretanto, ela é eterna, e aqueles
Que a desprezaram – pobres deles! –
Ignoraram tudo de talvez.
Por ela Deus se manifesta.
O único bem que ainda me resta
É ter chorado uma ou outra vez.
Alfred de Musset
(Tradução de Guilherme de Almeida.)
O Poeta
Alfred Louis Charles de Musset (1810 –1857) foi um poeta, novelista e dramaturgo francês do século XIX, um dos expoentes mais conhecidos do Romantismo. Diz-se que ele foi “o mais clássico dos românticos e o mais romântico dos clássicos”.
O seu estilo influenciou profundamente a literatura européia, tendo surgido múltiplos seguidores, entre os quais se conta o poeta português Fausto Guedes Teixeira, o expoente máximo do neo-romantismo na poesia lusófona.
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Julian Bliss toca concerto de Mozart para clarinete
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Com apenas 18 anos, Bliss apresentou-se já em salas tão prestigiadas como o Wigmore Hall, o Louvre e o Festival de Montpellier e tem estréias marcadas para Munique, Festival de Lucerna e Lincoln Centre, em Nova Iorque.
O jovem clarinetista tocou várias vezes no Covent Garden e no Castelo de Windsor e esteve entre os artistas de prestígio convidados pela Rainha nas Celebrações do Jubileu no Palácio de Buckingham, onde também atuou.
Julian Bliss equilibra a sua agenda de concertos com as aulas de clarinete em Lübeck, os estudos de música de câmara, direção e tecnologia de estúdio na Academia Real de Música em Londres e a realização dos seus exames finais no próximo Verão.
Em 2002, obteve o Diploma Artístico de Pós-Graduação na Universidade de Indiana, Bloomington, tendo nessa altura vencido o primeiro prêmio no Concerto da Competição dos Jovens Artistas Solistas, em Filadélfia.
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Ouça Noite Ilustrada cantando “Nervos de aço”
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Aluno ilustre
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Ouvir Cartola – Tive Sim
Chamado “mestre e divino do morro” por musicólogos, Angenor de Oliveira é um dos maiores nomes da Música Popular Brasileira. De talento intuitivo e refinado, compôs músicas como As Rosas não Falam, cujos versos revelam uma refinada poesia: “Devias vir/para ver os meus olhos tristonhos/e quem sabe sonhavas meus sonhos/por fim”. Negro, nascido no bairro do Catete, no Rio de Janeiro, aos 11 anos foi morar no Buraco Quente, um bairro no Morro da Mangueira. Ganhou o apelido Cartola quando trabalhava em obras, usando um chápeu-coco para não sujar os cabelos de cimento. Aprendeu a tocar cavaquinho desde cedo com o pai.
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