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Klimt

Em 1876 estudou desenho ornamental na Escola de Artes Decorativas. Associado ao simbolismo, destacou-se dentro do movimento Art nouveau austríaco e foi um dos fundadores do movimento da Secessão de Viena, que recusava a tradição académica nas artes, e do seu jornal, Ver Sacrum.

Klimt foi também membro honorário das universidades de Munique e Viena. Os seus maiores trabalhos incluem pinturas, murais, esboços e outros objetos de arte, muitos dos quais estão em exposição na Galeria da Secessão de Viena.

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Amália Rodrigues – Canção do Mar

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“Desde que existe a morte, imediatamente a vida é absurda. Sempre pensei assim.”

 

Amália

 

Christian Ferras toca 3rd mov. do Concerto para violino de Sibelius

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Christian Ferras (17 de junho de 1933, Le Touquet – 14 de setembro de 1982, Paris) foi um violinista francês.

 

Ele entrou para o Conservatório de Nice como um estudante de Charles Bistesi em 1941, e em 1943 obteve o Primeiro Prêmio. Em 1944 ele foi para o Conservatório de Paris.

 

 Em 1946 ele ganhou o Primeiro Prêmio em ambas as disciplinas (violino e música de câmara. Ele trabalhou com o compositor e violinista romeno George Enescu, que também era um instrutor

 

Em 1948 Ferras ganhou o Primeiro Prêmio no concurso internacional em Scheveningen; Yehudi Menuhin estava entre os juízes. Ele estreou a sonata para violino solo por Arthur Honegger na Salle Gaveau em 16 de novembro de 1948. Em 1949, ganhou o segundo prêmio Ferras (o primeiro prémio não foi atribuído), no internacional Thibaud de grande concorrência.

 

Foi neste concurso que ele conheceu Barbizet Pierre, com quem formou uma das parcerias mais famosas da história do piano com a colaboração do violino. Em 1950 ele, juntamente com Jean-Pierre Rampal e George Enescu, gravaram várias obras de Bach.

 

Foi nesse momento que sua carreira decolou quando ele foi convidado por Karl Böhm a tocar com a Filarmônica de Viena em 1951. Posteriormente ele deu uma série de concertos, entre outros lugares, Japão e América do Sul.

 

1959 foi um ano em que Ferras realmente subiu para proeminência: ele iniciou sua carreira na E.U.A. reproduzindo concertos de Brahms sob regência de Charles Münch; gravando Bach juntamente com Yehudi Menuhin; tocatas no festival de Prades com Pablo Casals e Wilhelm Kempff.  

 

Ele passou o ano de 1964 para gravar concertos de Brahms para violino com Herbert von Karajan sob o rótulo da Deutsche Grammophon e, em seguida, o concerto para  violino de Sibelius, Tchaikovsky, Beethoven e Bach, que são as gravações que mais o fizeram admirado.

 

Em 1975 foi premiado pelo reconhecimento de sua obra pelo Conservatório de Paris. Ele retornou para tocar em Paris no dia 9 de março de 1982, com Alain Lefèvre e, em seguida, em 6 de maio com Pierre Barbizet. Ele deu o seu último concerto em Vichy em 25 de agosto de 1982.

 

Apesar da bela música que ele produziu Christian Ferras se debatia com graves problemas de depressão ao longo da vida. A ilustre carreira de violinista teve um fim trágico, quando ele cometeu suicídio em 14 de setembro de 1982.

 

 

 

 

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Se vira nos 20

 

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Poesia

  A lagartixa

 

 

A lagartixa ao sol ardente vive
E fazendo verão o corpo espicha:
O clarão de teus olhos me dá vida,
Tu és o sol e eu sou a lagartixa.
 


Amo-te como o vinho e como o sono,
Tu és meu copo e amoroso leito…
Mas teu néctar de amor jamais se esgota,
Travesseiro não há como teu peito.
 


Posso agora viver: para coroas
Não preciso no prado colher flores;
Engrinaldo melhor a minha fronte
Nas rosas mais gentis de teus amores
 


Vale todo um harém a minha bela,
Em fazer-me ditoso ela capricha…
Vivo ao sol de seus olhos namorados,
Como ao sol de verão a lagartixa.

 

O Poeta

 

Manuel Antônio Álvares de Azevedo nasceu em São Paulo a 12 de setembro de 1831. Bacharelou-se Álvares de Azevedoem Letras no Colégio Pedro II, do Rio de Janeiro, e freqüentou a Faculdade de Direito de São Paulo, onde não chegou a completar o curso, por ter falecido com vinte e um anos de idade, antes de concluir o quarto ano.

Dotado de prodigiosa versatilidade, dominava todas as manifestações da poesia, desde a cândida melancolia do lirismo à impudica desfaçatez do erotismo. Deve notar-se que, na maioria dos seus poemas, flutua um ambiente funesto, onde a morte constitui o tema central.

Parece ter havido no poeta o constante pressentimento dos breves anos que iria viver. Por estranho paradoxo e para mais realçar a elasticidade dos seus recursos, foi ele, o poeta dos versos sombrios e cinzentos, quem introduziu o humorismo na poesia brasileira. A irreverente ironia de alguns dos seus poemas chega a fazer duvidar que tivessem saído da pena desesperada que compôs os outros.

Alvares de Azevedo é o patrono da Cadeira n.o 2 da Academia Brasileira de Letras. Algumas de suas obras são as seguintes: Poesia: Obras I, Lira dos Vinte Anos (1853), Prosa: Obras II, Macário, A Noite na Taverna (1855) dentre outras.

Morreu no Rio de Janeiro a 25 de abril de 1852.

 

Sarah Chang – J.S. Bach – Air on the G String

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Sarah Chang nasceu em 09. 12. 1980 na Philadelphia e é uma violinista mundialmente reconhecida.

 

Colaborou com maestros de renome, como Daniel Barenboim, Sir Colin Davis, Charles Dutoit e Simon Rattle.

 

Em 1999 recebeu o Prémio Avery Fischer, um dos mais prestigiantes prémio atribuídos a instrumentistas. Recebeu ainda os prémios “Jovem Artista do Ano” da revista Gramophone e o “Schallplattenpreis” da revista alemã Echo.

 

Foi distinguida como “Newcomer of the Year” no International Classical Music Award, em Londres, e recebeu o prémio coreano “Nan Pa”. Em Julho de 2005 recebeu o Prémio Internacional da Academia Musicale Chigiana.

Gauguin

Foi pintado em 1892, atualmente o quadro está no Museu de Orsay, Paris, França.

Foi pintado em 1892, atualmente o quadro está no Museu de Orsay, París, França.

O Pintor

Eugène-Henri-Paul Gauguin nasceu em Paris, em 7 de junho de 1848. Apesar de nascido em Paris, Gauguin viveu os primeiros sete anos de sua vida em Lima, no Peru, para onde seus pais se mudaram após a chegada de Napoleão III ao poder. Seu pai pretendia trabalhar em um jornal da capital peruana e foi o idealizador da viagem. Porém, durante a longa e precária viagem de navio acabou por ter complicações de saúde e veio a falecer. Assim, o futuro pintor desembarcou em Lima apenas com a mãe a irmã.

 

O pintor parte para o Taiti, em busca de novos temas, para se libertar dos condicionamentos da Europa. Suas telas surgem carregadas da iconografia exótica do lugar, e não faltam cenas que mostram um erotismo natural, fruto, segundo conhecidos do pintor, de sua paixão pelas nativas. A cor adquire mais preponderância representada pelos vermelhos intensos, amarelos, verdes e violetas.

 

Morou durante algum tempo em Pont-Aven, na Bretanha, onde sua arte amadureceu. Posteriormente, morou no sul da França, onde conviveu com Vincent van Gogh. Numa viagem à Martinica, em 1887, Gauguin passou a renegar o impressionismo e a empreender o “retorno ao princípio”, ou seja, à arte primitivista.

 

Tinha idéia de voltar ao Taiti, porém não dispunha de recursos financeiros. Com o auxílio de amigos, também artistas, organizou um grande leilão de suas obras. Colocou à venda cerca de 40 peças. A maioria foi comprada pelos próprios amigos de Gauguin, como por exemplo, Theo Van Gogh, irmão de Vincent van Gogh, que possuía um ateliê.

 

Mesmo conseguindo menos de 3 mil francos, em meados de 1891 regressou ao Taiti, onde pintou cerca de uma centena de quadros sobre tipos indígenas, como “Vahiné no te tiare” (“A moça com a flor”) e “Mulheres de Taiti”, além de executar inúmeras esculturas e escrever um livro, Noa noa.

 

Quando voltou a Paris, realizou uma exposição individual na galeria de Durand-Ruel, voltou ao Taiti, mas fixou-se definitivamente na ilha Dominique. Nessa fase, criou algumas de suas obras mais importantes, como “De onde viemos? O que somos? Para onde vamos?”, uma tela enorme que sintetiza toda sua pintura, realizada antes de uma frustrada tentativa de suicídio utilizando arsênio.

 

Em setembro de 1901, transferiu-se para a ilha Hiva Oa, uma das Ilhas Marquesas, onde veio a falecer de sífilis

 

 

 

 

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Boca Livre – Panis et Circenses

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BOCA LIVRE

BOCA LIVRE

Grupo vocal carioca formado por Mauricio Maestro, Zé Renato, Cláudio Nucci e David Tygel em 1978, fez muito sucesso no fim dos anos 70 e na década seguinte, com seus arranjos vocais cuidadosos e afinados e instrumentação suave.

Em 1979 lançaram o primeiro disco, o independente “Boca Livre”, um sucesso de vendas que revolucionou o setor.

O grupo lançou discos no exterior e seus integrantes lançaram discos solo. Nos anos 90 Nucci e Tygel saem do grupo, dando lugar a Fernando Gama e Lourenço Baeta.

O primeiro disco com a nova formação, “Songboca”, lançado pela Velas em 1994 junto com um livro de partituras, ganhou um prêmio Sharp. Zé Renato e Fernando Gama lançaram CDs solo recentemente. Em 2000, Zé Renato anunciou sua saída do Boca Livre. Cláudio Nucci voltou em seu lugar.