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Manchetes de hoje_26.dez.08

 

FOLHA DE SÃO PAULO O mundo pode ir à ruína com a crise, afirma papa

 

O GLOBO – Copa no Brasil terá 12 sedes

 

VALOR ECONÔMICO – Receita total cai 40% em 2008

 

JORNAL DO BRASIL – Nos aeroportos, mais atrasos e vôos cancelados no feriado

 

DIÁRIO DE NATAL – STF autoriza desbloqueio dos R$ 40 mi da Prefeitura

 

CORREIO BRAZILIENSE – Ameaça a reajuste já mobiliza servidores

 

TRIBUNA DA IMPRENSA – FBI vai analisar arquivos de Dantas

 

GAZETA MERCANTIL – Governo central tem déficit de R$ 4,3 bilhões

 

O ESTADO DE SÃO PAULO – Imposto sindical mantém gastança de centrais

 

ZERO HORA – Imposto sindical banca viagens e sardinhada

 

ESTADO DE MINAS – O Orçamento paralelo do governo Lula

 

JORNAL DO COMMERCIO (PE) – FBI vai periciar arquivos de Daniel Dantas

 

TRIBUNA DO NORTE – Prefeito Carlos Eduardo confirma pagamento para amanhã

Poesia

Tempos Sombrios

 

Realmente, vivemos tempos sombrios!

A inocência é loucura. Uma fronte sem rugas

denota insensibilidade. Aquele que ri

ainda não recebeu a terrível notícia

que está para chegar.

Que tempos são estes, em que

é quase um delito

falar de coisas inocentes,

pois implica em silenciar

sobre tantos horrores.

 

Bertolt Brecht

 

O Poeta

 

Bertolt Brecht começou a escrever cedo e publicou seu primeiro texto num jornal em 1914. Cinco anos mais tarde, ingressou no Partido Independente Socialista e teve um filho – Franck – com uma de suas amantes.

 

Em 1922 estreou sua peça “Os tambores da noite”. Em 1923 casou-se com Marianne Zoff, de quem se divorciaria em 1927, e com quem teve uma filha, Hanne.

Conheceu a atriz Helen Weigel e com ela passou a morar em Berlim. O casal teve um filho, Stefan.

 

Brecht conheceu o músico Kurt Weil em 1927. Dois anos depois, criaram juntos a “Ópera dos Três Vinténs”, que se tornaria um grande sucesso. A partir daí, o dramaturgo passou por um período de grande produtividade.

 

Criou “A Mãe”, “Homem por Homem”, “Mahagonny”, “Happy End”, “Santa Joana dos Matadouros”, entre várias outras peças. Nesta época desenvolveu também a teoria do teatro épico, que seria publicada em 1948, em “Estudos sobre Teatro.”

Opinião

“A mudança na economia mundial é de uma magnitude que se vê apenas uma vez a cada cem anos. Estamos enfrentando uma emergência sem precedentes”

 

KATSUABE WATANABE, presidente da Toyota

 

 

 

Mais sustos

Agrava-se a crise nas montadoras dos EUA

 

O Cerberus Capital Management limitou ou suspendeu os saques de vários de seus fundos, no momento em que os cotistas tentam recuperar seus investimentos, confirmou nesta terça-feira uma fonte financeira..

 

O Fundo controla a montadora americana Chrysler e tem 51% do capital da sociedade de serviços financeiros GMAC, o banco da General Motors. As duas empresas enfrentam grandes dificuldades com o afundamento do mercado automobilístico.

Poesia

Oh! Não Maldigam!

 

Oh! não maldigam o mancebo exausto

Que nas orgias gastou o peito insano…

Que foi ao lupanar pedir um leito,

Onde a sede febril lhe adormecesse!

 

Não podia dormir! nas longas noites

Pediu ao vício os beijos de veneno…

E amou a saturnal, o vinho, o jogo

E a convulsão nos seios da perdida!

 

Misérrimo! não creu… Não o maldigam,

Se uma sina fatal o arrebatava…

Se na torrente das paixões dormindo

Foi naufragar nas solidões do crime.

 

Oh! não maldigam o mancebo exausto

Que no vício embalou, a rir, os sonhos,

Que lhes manchou as perfumadas tranças

Nos travesseiros da mulher sem brio!

 

Se ele poeta nodoou seus lábios…

É que fervia um coração de fogo

E da matéria a convulsão impura

A voz do coração emudecia!

 

E quando p’la manhã da longa insônia

Do leito profanado ele se erguia,

Sentindo a brisa lhe beijar no rosto

E a febre arrefecer nos roxos lábios…

 

E o corpo adormecia e repousava

Na serenada relva da campina…

E as aves da manhã em torno dele

Os sonhos do poeta acalentavam…

 

Vinha um anjo de amor uni-lo ao peito,

Vinha uma nuvem derramar-lhe a sombra…

E a alma que chorava a infâmia dele

Secava o pranto e suspirava ainda!

 

Álvares de Azevedo

O Poeta

Manuel Antônio Álvares de Azevedo nasceu em São Paulo a 12 de setembro de 1831 e morreu no Rio de Janeiro a 25 de abril de 1852. Bacharelou-se em Letras no Colégio Pedro II, do Rio de Janeiro, e freqüentou a Faculdade de Direito de São Paulo, onde não chegou a completar o curso, por ter falecido com vinte e um anos de idade, antes de concluir o quarto ano.

Dotado de prodigiosa versatilidade, dominava todas as manifestações da poesia, desde a cândida melancolia do lirismo à impudica desfaçatez do erotismo. Deve notar-se que, na maioria dos seus poemas, flutua um ambiente funesto, onde a morte constitui o tema central.

 

Parece ter havido no poeta o constante pressentimento dos breves anos que iria viver. Por estranho paradoxo e para mais realçar a elasticidade dos seus recursos, foi ele, o poeta dos versos sombrios e cinzentos, quem introduziu o humorismo na poesia brasileira. A irreverente ironia de alguns dos seus poemas chega a fazer duvidar que tivessem saído da pena desesperada que compôs os outros.

Alvares de Azevedo é a patrono da Cadeira N.o 2 da Academia Brasileira de Letras.

Algumas das obras de Álvares de Azevedo são sa seguitnes: Poesia: Obras I, Lira dos Vinte Anos (1853), Prosa: Obras II, Macário, A Noite na Taverna (1855) etc.

Papai Noel canta “Jingle Bells”

 

Poesia

O mundo estava no rosto da amada

 

O mundo estava no rosto da amada –

e logo converteu-se em nada, em

mundo fora do alcance, mundo-além. 

Por que não o bebi quando o encontrei

no rosto amado, um mundo à mão, ali,

aroma em minha boca, eu só seu rei? 

Ah, eu bebi. Com que sede eu bebi.

Mas eu também estava pleno de

mundo e, bebendo, eu mesmo transbordei.

 

Rainier Maria Rilke

(Tradução: Augusto de Campos)

O Poeta

Nascido em Praga, que então fazia parte do império austro-húngaro, Rilke teve uma infância difícil e traumática, marcada pela separação dos pais e pelo suicídio de um irmão.

 

Estudou Literatura e História da Arte nas Universidades de Praga, Munique e Berlim. Em 1894, aos 19 anos, publicou poemas de amor intitulados “Vida e Canções”.

 

Em 1897, Rilke conheceu Lou Andreas-Salomé, escritora russa que depois se tornaria psicanalista. Com Lou Salomé, conhecida como uma mulher sedutora e bem relacionada, em 1899, viajou pela Rússia, impressionando-se com suas paisagens. No ano seguinte, escreveu “Histórias do Bom Deus”.

 

No começo do século 20, Rilke afastou-se do simbolismo francês e passou a escrever em um estilo mais realista. Publicou “O livro das Imagens” (1902) e a série de versos “O livro das Horas” (1905).

 

Em Paris, em 1901, Rilke se casou com Clara Westhaff, uma discípula do famoso escultor francês Rodin, com quem teve uma filha. O casamento durou apenas um ano. Entre 1905 e 1906 o escritor trabalhou como secretário de Rodin, que exerceu grande influência sobre os seus poemas.

 

“Os Cadernos de Malte Laurids Brigge” foram escritos em 1910 e são considerados pela crítica como sua obra em prosa mais importante.

 

De 1910 a 1912, Rilke viveu no castelo de Duíno, na região de Trieste, como convidado da princesa Maria Von Thurn und Taxis. Lá escreveu os poemas que formam “A Vida de Maria” (1913). Lá também começou a escrever “Elegias de Duíno”, que foram publicadas em 1923.

 

Durante a Primeira Guerra Mundial, Rilke permaneceu em Munique. Depois de realizar uma viagem pelos países mediterrâneos, estabeleceu-na Suíça, onde faleceu em 1926.

 

 

Lang Lang toca o Noturno de Chopin No. 2Op. 27

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Nasceu em 1982 em Shenyang, cidade no nordeste da China.

Começou a estudar piano aos 3 anos.

Ganhou o primeiro lugar na competição de piano de Shenyang aos 5 anos.

Qualificou-se ao Conservatório Central da China aos 9 anos.

Ganhou o primeiro lugar na 4ª Competição Internacional de Jovens Pianistas de Alemanha aos 11 anos.

Ganhou o primeiro lugar na 2ª Competição Internacional de Tchaikovsky de Músicos Adolescentes aos 13 anos.

Entrou no prestigioso Instituto Musical de Curtis de Philadelphia, EUA, aos 15 anos, sendo aluno do diretor Gary Graffman.

Em agosto de 1999, no festival musical de Ravinia, executou o Concerto de Piano nº 1 de Tchaikovsky, acompanhado da Orquestra Sinfônica de Chicago, conquistando grande fama no cenário musical internacional.

No mundo musical, nasce sempre um menino-prodígio. Lang Lang é um deles. Desde que apreendeu a tocar piano, Lang Lang se entregou de corpo e alma ao instrumento. Porque escolheu este caminho? “Gosto de me apresentar. Sob a iluminação, me sinto feliz. Desde pequeno, sonhei em ser um pianista de nível mundial”, disse Lang Lang.

Aos 5 anos, Lang Lang começou a colecionar seus prêmios e agradecer aos seus pais pela boa influência musical e pelas condições de estudo oferecidas. O seu pai é um interprete de músicas tradicionais chinesas. Mesmo ao tratar rigorosamente de Lang Lang, seu pai sempre confiou em seu talento e o estimulou. Apoiado pelo pai, Lang Lang se apaixonou pela música e acredita na importância de se manter a paixão.

 

Conheça mais sobre Lang Lang Aqui

 

 
 
 
 

 

 

A Sapatada

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