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Catalin Rotaru toca Paganini – World Bass Festival

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III Festival de Contrabaixo da Polônia. Catalin Rotaru toca Paganini com a Philarmônica Wroclawsksa.

Catalin Rotaru (Romênia/EUA). Considerado um dos melhores contrabaixistas do mundo, é professor da Escola de Música da Universidade Estadual do Arizona – EUA desde 2005. É licenciado pela Universidade Nacional de Musica de Bucareste – Romênia e é Mestre em performance pela Universidade de Illinois na Urbana Champaing.

 

Rotaru foi principal contrabaixista em inúmeras orquestras da Romênia e Estados Unidos. Tem uma vida intensa como solista em recitais e com orquestras dos EUA e Europa. Possui vários prêmios entre eles o do “Krannert Center for the Performing Arts Debut Recital Award”.

 

Por vários anos, Rotaru participa do “Virtuosi”, Festival Internacional de Música de Câmara em Pernambuco, Brasil.

 

 

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Ivete Sangalo (Se eu não te amasse tanto assim)

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Reforma Ortográfica

chargeonline.com.br/Frank

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Manchetes de hoje_3.jan.09

 

O GLOBO – Superávit comercial cai 38% com crise

 

O ESTADO DE SÃO PAULO – Saldo comercial é o menor do governo Lula

 

CORREIO BRAZILIENSE – 504 investigados pelo Supremo

 

TRIBUNA DA IMPRENSA – Mais um ano e STF não puniu nenhuma

autoridade

 

FOLHA DE SÃO PAULO Importação cresce e saldo comercial é o pior sob Lula

 

TRIBUNA DO NORTE – Governo não renovará contratos com cooperativas médicas

 

JORNAL DO BRASIL – Resultado ruim para a balança comercial

 

ZERO HORA – Ministro do STF admite rever segredo de justiça

 

ESTADO DE MINAS – Agora, você vai poder se aposentar em meia hora

 

DIÁRIO DE NATAL – Micarla edita dez decretos que mudam a administração

 

JORNAL DO COMMERCIO (PE) – 2008: o ano da fuga de capital externo

Poesia

Eu gosto de ler gostando

 

 

Eu gosto de ler gostando,

gozando a poesia,

como se ela fosse

uma boa camarada,

dessas que beijam a gente

gostando de ser beijada.

 

 

Eu gosto de ler gostando

gozando assim o poema,

como se ele fosse

boca de mulher pura

simples boa libertada

boca de mulher que pensa…

dessas que a gente gosta

gostando de ser gostada.

 

Solano Trindade

 

 

O Poeta

 

 

Nasceu no dia 24 de julho de 1908, no bairro de São José, no Recife (PE). Além de poeta, foi pintor, teatrólogo, ator e folclorista. Legítimo poeta da resistência negra por excelência.

 

Em 1930, começa a compor poemas afro-brasileiros. Em1934, participa do I e do II Congresso Afro-Brasileiro, no Recife e Salvador. Em 1936, fundou a Frente Negra Pernambucana e o Centro de Cultura Afro-brasileiro, para divulgação dos intelectuais e artistas negros.

 

Em 1940, transfere-se para Belo Horizonte. Depois chega ao Rio Grande do Sul, fixando-se por um tempo em Pelotas, onde funda com o poeta Balduíno de Oliveira um grupo de arte popular, que não foi avante por causa das enchentes.

 

Retornou ao Recife em 1941, mas logo foi para o Rio de Janeiro, onde faz sucesso no “Café Vermelhinho”. Em 1945, funda o Comitê Democrático Afro-brasileiro, com Raimundo Souza Dantas, Aladir Custódio e Corsino de Brito. Em 1954, está em São Paulo, criando na cidade de Embu, um pólo de cultura e tradições afro-americanas.

 

Em São Paulo também funda o Teatro Popular Brasileiro – TPB, onde desenvolveu intensa atividade cultural voltada para o folclore e para a denúncia do racismo. Em 1955, viaja para a Europa, com o TPB, onde dá espetáculos de canto e dança.

 

Faleceu no Rio de janeiro, em 19 de fevereiro de 1974.

Marcha Radetzky – Strauss

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Concerto de Vienna – 1987, com Herbert Von Karajan conduzindo a

Philarmônica de Vienna.

 

 

A Marcha Radetzky foi composta por Johann Straus I em 1848 em honra ao marechal-de-campo austríaco Joseph Wenzel Radetzky, que na época comandava a repressão sobre as revoltas liberais.

 

Hoje a marcha deve grande parte de sua popularidade ao Concerto de Ano novo de Viena.

chargeonline.com.br/Pater

chargeonline.com.br/Pater

Planos

Sponholz

Sponholz

Poesia

Soneto

 

Nem heróis como Ulisses e outros mais

Por mais sagazes e por mais divinos

Cheios de graça e louros peregrinos

Desafios provaram aos meus iguais.

Brilho desses olhos tão sensuais

Tanto inflamou meus sonhos femininos

Que para meus ardores repentinos

Não há remédio, se vós não m’o dais.

Ó dura sorte, que me faz igual

A quem pede socorro ao escorpião

Contra o veneno do mesmo animal.

Só peço que não me venha a fenecer

Esse desejo no meu coração

Porque, sem ele, é bem melhor morrer.

 

Louise Labé

(Traducão de Sergio Duarte)

 

A Poetisa

 

 

Louise Labé nasceu e viveu toda a sua vida em Lyon. Diz-se que era mulher de muita beleza, casada com um comerciante de cordas, e que promovia grandes saraus literários.

Sua poesia é inferior à sua obra em prosa “Débat entre la Folie et Amour” que retoma o “motif” em que Loucura é a responsável pela cegueira de Amor.

 

E seus sonetos ainda que cheios de fragilidades formais são mais conhecidos do que a obra em prosa. E deles, o mais célebre é este Soneto 18 que, como se pode ver desde quando foi publicado no ano de 1555, é praticamente licencioso e revela uma rebeldia pouco aceitável e praticamente inaudita não só para a época, como também para o meio provinciano em que ela nasceu e viveu.

 

Queria que vissem que se há lirismo em Louise, a ele sobrepõe-se a paixão, os sentidos e  a incitação.

 

Curiosamente, os sonetos, em número de 24 – o primeiro deles foi escrito em italiano, o que seria uma marca da influência do Renascimento peninsular em sua obra – têm como tema, aspirações, desejos, arrependimentos, desilusões e -quem sabe?- realizações de aventuras amorosas que lhe eram atribuídas e eles lhe renderam um processo judicial pelos calvinistas que então governavam Lyon.

 

De toda forma, a despeito dos deslizes formais, até hoje, passados mais de 4 séculos, Louise continua a ser estudada e admirada, como uma criadora de histórias de Amor, que não importa sejam ou não reais, ideais ou idealizadas. São uma intenção de vivência.

Herbert Von Karajam – Symphony No. 1 in C Major, Op. 21

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Foi um dos mais carismáticos maestros do século XX, tendo descoberto e patrocinado novos talentos. Em 1955, foi nomeado diretor musical vitalício da Orquestra Filarmônica de Berlim, em substituição a Wilhelm Furtwängler.

 

Atuou várias vezes no Festival de Bayreuth, convertendo a orquestra no instrumento ideal para exprimir o timbre de Wagner. Considerado um grande intérprete de Verdi, dominava de Beethoven a Bruckner. Muito organizado, acumulou as atividades de maestro com as funções de diretor musical austríaco.

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