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Poesia
Ballade du concours de Blois
Só estou seguro do que é duvidoso:
Obscuro, apenas o que é perfeitamente evidente;
Não duvides senão de tudo aquilo que é certo;
Considera como ciência um acidente fortuito,
Mesmo deitado, tenho um grande pavor de cair;
E tenho muitas razões, se não tiver nenhumas.
François Villon
O Poeta
François Villon, pseudônimo de François de Montcorbier ou François des Loges (Paris, 1431 ou 1432 e desaparecido em 1463) foi um dos maiores poetas franceses da Idade Média. Ladrão, boêmio e ébrio, é considerado precursor dos poetas malditos do romantismo.
As únicas fontes de informação sobre Villon que chegaram até nossos dias são, além de seus próprios escritos, seis documentos administrativos referentes a seus processos (descobertos por Marcel Schwob no fim do séc. XIX).
Deste modo, é preciso separar cuidadosamente os fatos verídicos de sua vida das lendas criadas a seu respeito, muitas vezes favorecidas pelas interpretações que ele mesmo fazia como ator de suas peças.
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Beethoven – Sonata para piano
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=hWGiFECwoVI]
W. Nanni – pianista alemão. O gato empalhado em cima do piano é uma prova contundente de seu amor pelos felinos. Já ganhou mais um ponto comigo por esse fato!
Marjorie Salu
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O ANJO PORNOGRÁFICO

PROUDHON
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Maysa “O Barquinho”
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=hrrmxFKl_a0]
Maysa canta “O Barquinho” de Ronaldo Bôscoli & Roberto Menescal, em gravação original de 1961, no programa para TV dirigido por Liana da Rocha em 1975, na praia de Maricá, onde a cantora viveu.
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Frase da vez_3/7
“Há evidências de que o mercado de tecnologia de ponta está sendo afetado pela crise mundial. Contudo, é nos momentos mais críticos que surgem as grandes descobertas”.
Maria Fernanda Teixeira, jornalista
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Veja a lista de indicados às principais categorias do Grammy
Veja abaixo a lista dos indicados para as principais categorias do Grammy. Os vencedores de todas as 100 categorias serão anunciados na cerimônia de 8 de fevereiro, em Los Angeles. Veja a lista completa de indicados aos Grammy 2009 no site da premiação.
GRAVAÇÃO DO ANO
“Chasing Pavements” – Adele
“Viva La Vida” – Coldplay
“Bleeding Love” – Leona Lewis
“Paper Planes” – M.I.A
“Please Read The Letter” – Robert Plant & Alison Krauss
ÁLBUM DO ANO
“Viva La Vida Or Death And All His Friends” – Coldplay
“Tha Carter 3” – Lil Wayne
“Year Of The Gentleman” – Ne-Yo
“Raising Sand” – Robert Plant & Alison Krauss
“In Rainbows” – Radiohead
MÚSICA DO ANO
“American Boy” – Compositores: William Adams, Keith Harris, Josh
Lopez, Caleb Speir, John Stephens, Estelle Swaray e Kanye West
(Interpretação de Estelle e Kanye West)
“Chasing Pavements” – Compositores: Adele Adkins e Eg White
(Interpretação de Adele)
“I’m Yours” – Compositor: Jason Mraz (Interpretação de Jason Mraz)
“Love Song” – Compositora: Sara Bareilles (Interpretação de Sara
Bareilles)
“Viva La Vida” – Compositores: Guy Berryman, Jonny Buckland, Will
Champion e Chris Martin (Interpretação do Coldplay)
MELHOR ARTISTA REVELAÇÃO
Adele
Duffy
Jonas Brothers
Lady Antebellum
Jazmine Sullivan
MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA POP
“Detours” – Sheryl Crow
“Rockferry” – Duffy
“Long Road Out Of Eden” – Eagles
“Spirit” – Leona Lewis
“Covers” – James Taylor
MELHOR ÁLBUM DE ROCK
“Viva La Vida Or Death And All His Friends” – Coldplay
“Rock N Roll Jesus” – Kid Rock
“Only By The Night” – Kings Of Leon
“Death Magnetic” – Metallica
“Consolers Of The Lonely” – The Raconteurs
MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA ALTERNATIVA
“Modern Guilt” – Beck
“Narrow Stairs” – Death Cab For Cutie
“The Odd Couple” – Gnarls Barkley
“Evil Urges” – My Morning Jacket
“In Rainbows” – Radiohead
MELHOR ÁLBUM DE R&B
“Love & Life” – Eric Benet
“Motown: A Journey Through Hitsville USA” – Boyz II Men
“Lay It Down” – Al Green
“Jennifer Hudson” – Jennifer Hudson
“The Way I See It” – Raphael Saadiq
MELHOR ÁLBUM DE RAP
“American Gangster” – Jay-Z
“Tha Carter 3” – Lil Wayne
“The Cool” – Lupe Fiasco
“Nas” – Nas
“Paper Trail” – T.I.
MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA COUNTRY
“That Lonesome Song” – Jamey Johnson
“Sleepless Nights” – Patty Loveless
“Troubadour” – George StraitTravis
“Around The Bend” – Randy “Heaven, Heartache And The Power Of Love” – Trisha Yearwood
Fonte: (Reportagem de Dean Goodman) LOS ANGELES (Reuters)
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A Ponte do Rio Kwai (um trailer)
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=h8GoP_oY0_s]
Sinopse: Filme de 1957. Capturados pelos japoneses em plena 2ª Guerra Mundial, soldados britânicos são obrigados a construir uma ponte sobre o rio Kwai. Até que o comando aliado envia instruções para destruir a obra, dividindo os prisioneiros.
Dirigido por David Lean (Dr. Jivago) e com Wiliam Holden e Alec Guinness no elenco. Vencedor de 7 Oscars.
A história real de Kanchanaburi (oeste da Tailândia), durante a Segunda Guerra Mundial, começou no início de 1942, após o país ter declarado guerra à Grã Bretanha e aos EUA e permitido que tropas do Japão ocupassem seu território.
Os japoneses planejaram construir, em cinco ou seis anos, uma ferrovia para ligar a Tailândia à Mayanmia (antiga Birmânia), incluindo uma ponte sobre o rio Kwai Yai, em Kanchanaburi.
A obra terminou em menos de três anos e provocou a morte por maus-tratos ou doenças de cerca de 16 mil prisioneiros de guerra, além de 240 mil asiáticos, empregados na construção.
O episódio virou sucesso no cinema na pele do coronel britânico Kol Nicholson, vivido por Alec Guiness em “A Ponte do Rio Kwai” – em versão bastante romanceada. O filme, rodado na verdade no Sri Lanka, além de ter ganho sete Oscars, conseguiu chamar a atenção para uma das regiões mais belas da Tailândia – ponto de partida para explorar as belezas naturais do país.
A cidade fica na junção de dois rios – o Kwai Noi e o Kwai Yai.
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Poesia
OS HOMENS OCOS
Nós somos os homens ocos
Os homens empalhados
Uns nos outros amparados
O elmo cheio de nada. Ai de nós!
Nossas vozes dessecadas,
Quando juntos sussurramos,
São quietas e inexpressas
Como o vento na relva seca
Ou pés de ratos sobre cacos
Em nossa adega evaporada
Fôrma sem forma, sombra sem cor
Força paralisada, gesto sem vigor;
Aqueles que atravessaram
De olhos retos, para o outro reino da morte
Nos recordam – se o fazem – não como violentas
Almas danadas, mas apenas
Como os homens ocos
Os homens empalhados.
II
Os olhos que temo encontrar em sonhos
No reino de sonho da morte
Estes não aparecem:
Lá, os olhos são como a lâmina
Do sol nos ossos de uma coluna
Lá, uma árvore brande os ramos
E as vozes estão no frêmito
Do vento que está cantando
Mais distantes e solenes
Que uma estrela agonizante.
Que eu demais não me aproxime
Do reino de sonho da morte
Que eu possa trajar ainda
Esses tácitos disfarces
Pele de rato, plumas de corvo, estacas cruzadas
E comportar-me num campo
Como o vento se comporta
Nem mais um passo
– Não este encontro derradeiro
No reino crepuscular
III
Esta é a terra morta
Esta é a terra do cacto
Aqui as imagens de pedra
Estão eretas, aqui recebem elas
A súplica da mão de um morto
Sob o lampejo de uma estrela agonizante.
E nisto consiste
O outro reino da morte:
Despertando sozinhos
À hora em que estamos
Trêmulos de ternura
Os lábios que beijariam
Rezam as pedras quebradas.
IV
Os olhos não estão aqui
Aqui os olhos não brilham
Neste vale de estrelas tíbias
Neste vale desvalido
Esta mandíbula em ruínas de nossos reinos perdidos
Neste último sítio de encontros
Juntos tateamos
Todos à fala esquivos
Reunidos na praia do túrgido rio
Sem nada ver, a não ser
Que os olhos reapareçam
Como a estrela perpétua
Rosa multifoliada
Do reino em sombras da morte
A única esperança
De homens vazios.
V
Aqui rondamos a figueira-brava
Figueira-brava figueira-brava
Aqui rondamos a figueira-brava
Às cinco em ponto da madrugada
Entre a idéia
E a realidade
Entre o movimento
E a ação
Tomba a Sombra
Porque Teu é o Reino
Entre a concepção
E a criação
Entre a emoção
E a reação
Tomba a Sombra
A vida é muito longa
Entre o desejo
E o espasmo
Entre a potência
E a existência
Entre a essência
E a descendência
Tomba a Sombra
Porque Teu é o Reino
Porque Teu é
A vida é
Porque Teu é o
Assim expira o mundo
Assim expira o mundo
Assim expira o mundo
Não com uma explosão, mas com um suspiro.
T. S. Eliot
(tradução: Ivan Junqueira)
O Poeta

Thomas Stearns Eliot, poeta, dramaturgo e ensaísta inglês de origem americana. Sua obra representa uma profunda renovação na literatura do século XX. Prêmio Nobel de 1948.
Eliot sintetizou em sua obra os diversos elementos que dariam origem a uma profunda renovação da literatura de língua inglesa no século XX. A estabilidade vitoriana foi abalada por suas criações, que, junto com as de W. B. Yeats, James Joyce e Aldous Huxley, lançaram as bases da moderna literatura inglesa.
Thomas Stearns Eliot nasceu em St. Louis, Missouri, Estados Unidos, em 26 de setembro de 1888. Membro de uma família puritana de origem britânica, recebeu esmerada educação, que começou em seu país e logo se orientou para a cultura européia, com a qual travaria contato direto a partir de 1910, ano em que viajou à França.
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What A Little Moonlight Can Do – Billie Holiday – 1958
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=_6eCuxOMpNk]
Billie Holliday (1915-1959) Lady Day para os fãs, considerada por muitos a maior de todas as cantoras do jazz, foi acima de tudo uma intérprete, não uma acrobata vocal. Com uma voz etérea, flexível e levemente rouca, era insuperável cantando baladas. Suas interpretações eram elegantes e despojadas, e no entanto conseguiam transmitir grande dramaticidade.
Billie trabalhou com os melhores instrumentistas de sua época, e teve uma colaboração particularmente criativa com o saxtenorista Lester Young. Teve uma mocidade difícil e uma vida pessoal muito conturbada, vivendo sempre no olho de um furacão de problemas, o que finalmente causou a deterioração de sua voz nos últimos anos, embora sua expressividade tenha se mantido intacta.
Fonte: O site do jazz e da música instrumental brasileira
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