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Samba-enredo da Salgueiro

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Samba Enredo: Tambor

Ficha Técnica:

Presidente Executivo: Regina Celi Fernandes Duran

Vice-Presidente Executivo: Marcelo Montero Ferreira

Diretor de Carnaval: Tavinho (Luís Otávio Novello)Carnavalesco: Renato Lage

Autor da Sinopse: Renato Lage

“Vem no tambor da academia

Que a furiosa bateria… vai te arrepiar!

Repique, tamborim, surdo, caixa e pandeiro

Salve os mestres do Salgueiro

 

Vem no tambor da academia

Que a furiosa bateria… vai te arrepiar!

Repique, tamborim, surdo, caixa e pandeiro

Salve os mestres do Salgueiro

 

O som do meu tambor ecoa… ecoa pelo ar

E faz meu coração com emoção… pulsar!

Invade a alma… alucina

É vida, força e vibração!

Vai meu Salgueiro… Salgueiro

Esquenta o fogo da paixão

 

Ressoou da natureza… primitiva comunicação!

Da África… dos nossos ancestrais

Dos deuses… nos toques rituais

Nas civilizações cultura Arte, mito, crença e cura

 

Tem batuque… tem magia… tem axé!

O poder que contagia… quem tem fé!

Na ginga do corpo… emana alegria

Desperta toda energia!

 

Tem batuque… tem magia… tem axé!

O poder que contagia… quem tem fé!

Na ginga do corpo… emana alegria

Desperta toda energia!

 

No folclore a herança

No canto, na dança… É festa… é popular!

Seu ritmo encanta, envolve, levanta…

E o povo quer dançar!

É de lata, é da comunidade, batidas que fascinam

Esperança… social, transforma… ensina!

Ao mundo deu um toque especial

É show… é samba… é carnaval!

 

Vem no tambor da academia

Que a furiosa bateria… vai te arrepiar!

Repique, tamborim, surdo, caixa e pandeiro

Salve os mestres do Salgueiro

 

Vem no tambor da academia

Que a furiosa bateria… vai te arrepiar!

Repique, tamborim, surdo, caixa e pandeiro

Salve os mestres do Salgueiro

 

O som do meu tambor ecoa… ecoa pelo ar

E faz meu coração com emoção… pulsar!

Invade a alma… alucina

É vida, força e vibração!

Vai meu Salgueiro… Salgueiro

Esquenta o fogo da paixão

 

Ressoou da natureza… primitiva comunicação!

Da África… dos nossos ancestrais

Dos deuses… nos toques rituais

Nas civilizações… cultura

Arte, mito, crença e cura

 

Tem batuque… tem magia… tem axé!

O poder que contagia… quem tem fé!

Na ginga do corpo… emana alegria

Desperta toda energia!

 

Tem batuque… tem magia… tem axé!

O poder que contagia… quem tem fé…”

 

chargeonline.com/Solda

chargeonline.com/Solda

Quando o salário é renda…

Prazo de entrega de declaração do I.R.

começa na próxima segunda-feira

 

Em entrevista à Rádio Nacional AM, o especialista em Imposto de Renda, Antônio Carlos Bordin informou que começa no dia 02 de março, o prazo para a entrega da declaração do IR-PF / 2009. Bordin lembra que órgãos empregadores deverão entregar a seus funcionários, empregados, sócios e autônomos o informe de seus rendimentos, até sexta-feira, dia 27.

chargeonline.com.br/Amorim

chargeonline.com.br/Amorim

Opinião

FOLIA OFICIAL…

 

 Deu na primeira página do Estadão de ontem: “Para evitar vaias, o presidente Lula e a primeira-dama, Marisa Letícia, chegaram discretamente no sambódromo do Rio.” Ué, e os 84% como é que ficam? Será que nem o presidente acredita nessa pesquisa…?

 

 W. Doern  (wdoern@hotmail.com)

Poesia

Sobre si próprio

 

 

 

Fui polícia, fui soldado,

 

Estive fora da Nação,

 

vendo jogo, guardo gado,

 

Só me falta ser ladrão!…

 

 

 

 

 

Em resposta a algumas provocações de meninos mal-criados:

 

 

 

 

 

Não sou esperto nem bruto

 

Nem bem nem mal educado;

 

Sou simplesmente o produto

 

Do meio em que fui criado.

 

 

 

 

 

Mas a mais célebre é sem dúvida a quadra de improviso com que respondeu a

 

quem pôs em causa a sua honestidade ou se referiu à forma andrajosa como se

 

vestia:

 

 

 

Sei que pareço um ladrão…

 

Mas há muitos que eu conheço

 

Que, sem parecer o que são,

São aquilo que eu pareço.

 

 

Antônio Aleixo

 

Infelizmente só encontramos esse registro do poeta, o que quase nada diz, mas aí vai. Pedimos aos que souberem mais informações entrem em contato.
Nasceu em Vila Real de Santo Antônio a 18 de Fevereiro de 1899 e faleceu, doente, em Loulé, a 16 de Novembro de 1949.

Alcyr Pires Vermelho fala de Noel Rosa

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O pianista fala de sua convivência com Noel nos cafés e rádios do Rio nos anos 1930 e toca ao piano “Feitio de Oração” e “Com que Roupa”.

Bloco de sujos

A frota de carros da filha de Lula

 

A Casa Civil recebeu propostas de empresas interessadas em disputar licitação para fornecimento de cerca de 22 mil litros de gasolina à frota de seguranças da filha de Lula, Lurian, em Florianópolis. Ela tem oito carros à disposição, que gastam R$ 55 mil de combustível/ano. Também está em curso licitação de R$ 25 mil para interessados em

fazer manutenção dos carros.

 

Renata Lo Prete, jornalista

OSCAR 2009

Favorito, “Quem Quer Ser Um Milionário?” ganha oito Oscar

 

ALESSANDRO GIANNINI, editor de UOL Cinema

 

Em uma cerimônia mais compacta e repleta de pequenas – e bem vindas – inovações, “Quem Quer ser Um Milionário?” foi o grande vencedor do 81º Oscar da Academia. Com poucas surpresas ao longo da entrega dos prêmios, o “filme indiano” de Danny Boyle confirmou o favoritismo em oito categorias – incluindo melhor filme e direção.

 

Nas categorias artísticas de interpretação, Kate Winslet (“O Leitor”) e Sean Penn (“Milk – A Voz da Igualdade”) também ratificaram as expectativas e, como se esperava, fizeram discursos emocionantes e inflamados.

 

Sob o signo da recessão e com sotaque australiano, a 81ª edição do Oscar começou com um Hugh Jackman inspiradíssimo. Ao invés do usual clipe que introduz a festa, o ator de “Australia” protagonizou ele mesmo – um dançarino experiente – um pequeno show com cenários improvisados em que satirizava os principais indicados da noite.

 

Cinco atrizes vencedoras do Oscar de melhor atriz coadjuvante apresentaram as indicadas ao prêmio da categoria. A espanhola Penélope Cruz levou a estatueta por seu papel como a artista histérica de “Vicky Cristina Barcelona”.

 

Logo no segundo bloco, foram apresentados os prêmios de roteiro – com a habitual apresentação didática – que foram para Dustin Lance Black, pelo roteiro original de “Milk – A Voz da Igualdade”, e Simon Beaufoy, pelo roteiro adaptado de “Quem Quer Ser Um Milionário?”. Ainda nesse bloco, Jennifer Aniston e Jack Black apresentaram o prêmio de melhor animação, que também foi para um favorito, “Wall-E”.

 

O terceiro bloco foi dedicado aos principais prêmios técnicos. O Oscar de melhor direção de arte, apresentado por Sarah Jessica Parker e Daniel “James Bond” Craig, foi para Donald Graham Burt e Victor J. Zolfo, por “O Curioso Caso de Benjamin Button”. O filme de David Fincher ficou também com o prêmio de maquiagem. A mesma dupla de atores apresentou o prêmio de figurino, que ficou com a equipe de “A Duquesa”.

 

No quarto bloco, o prêmio foi para Anthony Dod Mantle, pelas belas imagens de “Quem Quer Ser Um Milionário?”. Era o terceiro prêmio do filme.

 

No quinto bloco, o prêmio de melhor curta-metragem  foi para “Toyland”, de Jochen Alexander Freydank. No sexto bloco Jackman e Beyonce formaram a dupla que homenageou diversos títulos clássicos até chegar a “Mamma Mia!”.

 

O prêmio de melhor ator coadjuvante foi Heath Ledger o vencedor, antecipando o que já era mais do que sabido, premiado por sua interpretação do Coringa em “Batman – O Cavaleiro das Trevas”.

 

No bloco dedicado aos documentários, outro favorito da noite, “O Equilibrista”, confirmou o que se esperava.

 

Will Smith apresentou os prêmios de som (edição de som e efeitos sonoros) e de montagem. Embora sejam categorias técnicas demais, foi onde houve mais surpresas. “Quem Quer Ser Um Milionário?” surpreendeu nas categorias de efeitos sonoros (Ian Tapp, Richard Pryke e Resul Pookutty) e edição (Chris Dickens). “Batman – O Cavaleiro das Trevas” ficou com o prêmio de edição de som, para Richard King.

 

Um dos homenageados da noite, o comediante Jerry Lewis, recebeu um prêmio humanitário. Como sempre acontece nessas ocasiões, um longo clipe com seus filmes precedeu a entrada do ator no palco. Lewis, que recebeu o prêmio das mãos de Eddie Murphy, foi aplaudido de pé pelo público do Kodak Theatre.

 

No bloco dedicado à música, a apresentação de trechos das canções indicadas e mais uma lavada de “Quem Quer Ser um Milionário?”. O indiano A. R. Rahman recebeu as duas estatuetas – ele também é o autor da canção “Jai Ho”, vencedor na categoria.

 

Numa das poucas surpresas da noite, o Oscar de melhor filme em língua estrangeira foi para “Departures”, do Japão. Na seqüência, Queen Latifah embalou o tradicional clipe em memória dos mortos, que lembrou, entre vários outros Bernie Mac, o francês Claude Berri e terminou com uma bela homenagem a Paul Newman.

 

Reese Witherspoon brincou com Ben Stiller e apresentou o Oscar de melhor direção. O prêmio foi para Danny Boyle, que era favorito, mas tinha competição forte, especialmente de Gus Van Sant, diretor de “Milk – A Voz da Igualdade”. Com esse prêmio, são sete troféus na estante desse filme, que surgiu como um azarão no início da corrida.

 

Kate Winslet, que ganhou o Oscar de melhor atriz por seu papel em “O Leitor”. No mesmo esquema de cinco ex-vencedores apresentando os prêmios de interpretação, Winslet recebeu o prêmio das mãos de Marion Cotillard, vencedora do ano passado por “La Mome”.

 

Como sempre, Sean Penn, que ficou com o Oscar de melhor ator por sua recriação de Harvey Milk em “Milk – A Voz da Igualdade”, fez um discurso de agradecimento em que guardou uma ou duas mensagens bombásticas. A primeira foi endereçada aos californianos que votaram contra o casamento gay nos últimos referendos. “Envergonhem-se”, disse ele. Na segunda, disse estar orgulhoso do país que elege um homem “elegante” como Barack Obama para presidente e fez uma homenagem a Mickey Rourke, indicado por “O Lutador”. “Ele é meu amigo querido!”

 

A noite terminou com Steven Spielberg apresentando o Oscar de melhor filme. O vencedor, como se esperava, foi “Quem Quer Ser Um Milionário?”. O “filme indiano” de Danny Boyle foi o grande vencedor da noite, conquistando troféus em oito categorias – inclusive filme e direção.

 

 

 

Poesia

De minha aldeia

 

 

De minha aldeia vejo o quanto da terra se pode ver do universo.

Por isso a minha aldeia e tão grande como outra terra qualquer.

Porque sou do tamanho do que vejo,

e não do tamanho da minha altura

 

 

Fernando Pessoa