Pipocas dominicais
Farc mergulham nas drogas – Cada vez mais acossada pelo governo colombiano, a guerrilha das Farc aposta na operação com cocaína para manter-se ativa. Trocas de carregamentos por armas são feitas agora no Suriname e no Amapá.
2º turno de Lula – Lula receia ter o nome associado a uma derrota que se desenha na mais importante disputa da temporada, a da Prefeitura de São Paulo.
Macarrão e feijão – Reajuste de até 20% na farinha de trigo pressiona o preço da massa. Feijão preto também ficará mais caro
A hora de Meirelles – O presidente do Banco Central ganha mais poder para tentar impedir que a crise mundial devore a economia brasileira
Sem ele ninguém governa – O PMDB emerge das urnas com mais de 18 milhões de votos, 20% das prefeituras e a decisão de dividir o poder com o sucessor de Lula, seja ele quem for.
Um dilema estratégico – O risco de herdar uma derrota política em São Paulo faz o presidente Lula rever sua participação no segundo turno das eleições, que deve ser pequena e discreta.
Prenderam o escárnio ambulante – O carequinha Marcos Valério, do esquema do mensalão, desfilava impune por aí. Agora entrou em cana por causa de uma trapaça no Fisco paulista.
O sufoco da falta de dólares – Como a suspensão das linhas de financiamento externo criou dificuldades para a vida de pessoas e empresas no Brasil.
O grupo da Poli de 78 – A Polícia Federal acusa Fernando Sarney, filho do senador José Sarney, de montar com seus amigos de faculdade um esquema de corrupção no governo. Ele nega.
Governando com o inimigo – Para evitar fissuras na base governista, Lula pede que ministros do PMDB não ataquem o PT em Belo Horizonte e em Salvador.
O pânico continua – Mais de 3 trilhões de dólares já foram oferecidos ao mercado, mas o pânico não se dissipa. Bush diz a Lula que os efeitos virão em duas semanas. No Brasil, o BC edita um mini-pacote de auxílio aos bancos.
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