Operação “Castelo de Areia”

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PF prende diretores da Camargo Corrêa

 

Empreiteira é suspeita de remessa irregular; superfaturamento de obras públicas e doações ilegais a partidos

 

Quatro diretores e duas secretárias da construtora Camargo Corrêa foram presos pala Polícia Federal em operação que apura supostos crimes, como remessa ilegal de dólares e superfaturamento de obras públicas. O relatório da Operação Castelo de Areia menciona supostas doações ilegais da empreiteira a PSDB, DEM, PPS, PSB, PDT e PP. Três supostos doleiros e um suspeito de articular as remessas também foram detidos.

 

A PF fez buscas na sede da empresa, em SP, e levou documentos, computadores e um cofre. Delegados dizem ter achado na casa de um dos presos, lista de políticos e servidores que teriam recebido valores da empresa.

 

Construtora diz estar ‘perplexa’

 

Em nota, a Camargo Corrêa afirmou ver com “perplexidade” a ação da PF. A empresa disse desconhecer o teor do processo e declarou cumprir obrigações legais. Seu advogado, Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, pedirá hoje hábeas corpus para os funcionários presos. Também por nota, a Fiesp afirmou não se envolver nas relações entre as empresas que representa e políticos. Integrantes de PSDB, PPS, PSB, PDT e PP negaram ilegalidade. Rodrigo Maia, do DEM, disse que precisa conhecer o conteúdo da apuração antes de opinar.

Uma resposta para Operação “Castelo de Areia”

  1. 1- Será que tem um departamento na PF só pra escolhar os nomes das operações???
    2- A casa caiu… melhor…! O castelo caiu. Isso me faz lembrar do dePUTAdo Edmar Moreira, o deputado do castelo. Alguém lembra dele? Xiiiii…