O dia após amanhã

Comentários desativados em O dia após amanhã
Compartilhar

Já seria difícil ser o primeiro presidente negro dos Estados Unidos. Ele seria mais cobrado, mais fiscalizado. Mas Barack Obama assumirá a Casa Branca na pior conjuntura econômica possível. Não é apenas uma recessão, como Bill Clinton enfrentou e venceu, mas a pior desde 1929. A recessão não está acabando, como na época de Franklin Roosevelt. Ela mal começou.

Quis a História — que suprema ironia! — que um momento tão esperado fosse também o mais difícil. Que o presidente do qual se cobraria mais desempenho, tivesse que ter mesmo um desempenho excepcional, porque qualquer coisa abaixo disso será o fracasso.

Sempre se criam expectativas diante de um novo governante, principalmente quando vem após um período desastroso, como é o caso, e teve uma eleição consagradora, como também é o caso. Mas as expectativas que caem sobre Barack Obama não são racionais. Ele terá tarefas demais, despertou sonhos demais, há urgências demais.

Quando a mudança de governo acontece nos Estados Unidos, o mundo inteiro presta atenção. Desta vez, a atenção é maior. Virou ansiedade, porque a crise econômica, nascida lá, virou global.

Para ler na íntegra, clique Aqui
Fonte: Panorama Econômico/Miriam Leitão

Os comentários estão fechados.