Monica Salmaso – Pau de Arara

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Mônica Salmaso acertou ao desistir da iminente carreira de jornalista. Estudante do Equipe, colégio de tendências humanísticas que teve em seus registros nomes como o de Serginho Groisman e de vários integrantes dos Titãs, a paulistana Mônica Salmaso (n. 27 de fevereiro de 1971) iniciou sua carreira profissional na peça O concílio do amor (1989), dirigida por Gabriel Vilela.

 

Com aulas de violão e canto, seguiu cantando em bares como o Café Paris, Blue Note, Café Piu Piu, Bom Motivo e Vou Vivendo, onde conheceu o músico Eduardo Gudin, que a convidou para integrar o grupo Notícias dum Brasil.

 

Estreou em disco ao gravar “Cidadela”, no álbum Luz do cais, do autor Mário Gil. Na seqüência, participou do premiado álbum Canções de ninar (“Tudo, tudo, tudo”, de Caetano Veloso; “Boa noite”, de Paulo e Zé Tatit, com Edson Montenegro; “Soneca”, de Rodolfo Stroeter e Edgar Poças). Este disco conquistou o Prêmio Sharp 94 – na categoria de Melhor Disco Infantil.

 

Em 1995, com a gravação do disco Eduardo Gudin e Notícias dum Brasil, participou das faixas “Rosa dos tempos”, “Samba da verdade”, “Tambor”, “Jongo Trio”, “Luzes da mesma luz”, “Guardiã” e “Poeta maior”.

 

Mas Gudin – diretor artístico da gravadora Velas – almejava uma carreira-solo para a jovem cantora paulistana. Idealizou o projeto em que Mônica cantaria todos os afro-sambas compostos por Baden Powell e Vinicius de Moraes, como “Consolação”, “Labareda”, “Canto de Ossanha” e “Canto de pedra-preta”. A idéia se materializou com o álbum Afro-sambas (Atração Fonográfica, 1995), gravado ao lado violonista Paulo Bellinati, que arranjou todas as faixas.

 

Já no ano seguinte, novamente com Paulo Bellinati, gravou a faixa “Felicidade”, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes no cd Songbook de Tom Jobim.

 

Mas seu primeiro título-solo nasceu apenas em 1998, quando lançou Trampolim (Pau Brasil), com a produção de Rodolfo Stroeter e as participações de Naná Vasconcelos, Toninho Ferragutti e Paulo Bellinati, entre outros.

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