Dia negativo das bolsas pelo mundo

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Nos EUA, as preocupações com a declaração de Henry Paulson de que não deve estender o pacote de US$ 700 bilhões ao setor automobilístico e que, em vez de comprar títulos podres das instituições atingidas pela crise de crédito, o Tesouro americano vai usar os recursos para capitalizar os bancos.

Na Europa, o banco central inglês prevendo recessão já neste segundo semestre e o Reino Unido revelando que o contingente de desempregados é o maior desde 1997. Aqui no Brasil, mesmo com o lucro recorde, as ações da Petrobras despencando por causa dos altos custos operacionais da empresa (veja nota abaixo). Tudo isso culminou com um mercado fechando negativo hoje.

Nos Estados Unidos, o Dow Jones fechou em queda de 4,73%, o S&P 500 caiu 5,19% e o Nasdaq ficou negativo em 5,17%. Aqui, a Bovespa caiu 7,75%, aos 34.373 pontos, e o dólar subiu 3%, cotado a R$ 2,29, mesmo com as ações do Banco Central para derrubar a cotação da moeda.

Como dissemos no post abaixo, o aumento dos custos operacionais da Petrobras foram vistos de maneira negativa. Além disso, o Credit Suisse rebaixou a nota dos papéis da empresa, que estavam em “acima da performance do mercado”, para neutro. Aí, as ações despencaram 13,76%, a maior queda diária das ações da Petrobras desde 1998. Na semana passada, nós adiantamos que a empresa estava reduzindo todos os seus custos internos.

A previsão, para amanhã, é que o mercado comece o dia negativo. Se vai melhorar ou piorar? Tudo vai depender das notícias da economia pelo mundo.

 

Fonte: Míriam Leitão

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