Notícias

Chamadas de 1ª página_6ª-feira, 20.jul.12

O GLOBO – Família de agente morto vê ‘queima de arquivo’

FOLHA DE SP – 348 servidores têm extra por integrar conselhos

ESTADÃO – Defesa de Maluf em Jersey vira ‘arma’ no País

C. BRAZILIENSE – Professores dizem não à proposta do governo

VALOR – PT lidera a disputa só em duas capitais

ESTADO DE MINAS – PSD contesta na Justiça candidatura de Patrus

J. DO COMMERCIO (PE) – Procon estuda mais punições para operadoras

ZERO HORA – Tribunal descumpre prazo para divulgação de salários

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Couperin – Les Barricades Mysterieuses

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Oi, TIM e Claro são proibidas de vender novas linhas de celular

Vivo escapa, embora seja a segunda em reclamações de ranking nacional

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) mandou suspender a venda de linhas de telefonia móvel das operadoras TIM, Oi e Claro em vários estados a partir de segunda-feira. Por meio de cálculo que considera qualidade de serviços prestados e atendimento aos consumidores, a Anatel selecionou a operadora com mais deficiências em cada região. A TIM deixará de vender em 18 estados, inclusive Rio, e Distrito Federal. A empresa pode ir à Justiça. A Oi ficará fora de cinco estados, e a Claro, de três. Para não prejudicar o consumidor, a Anatel determinou que apenas uma empresa deixe de vender em cada estado. Em 30 dias, as operadoras devem apresentar medidas de curto prazo. Apesar de ser a segunda mais reclamada no ranking nacional de proteção ao consumidor, a Vivo não teve venda suspensa de linhas. (O Globo)

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Chamadas de 1ª página_19.jul.12

O GLOBO – Palácio manda endurecer com grevistas

FOLHA DE SP – Grevistas entram em choque com PM no DF

ESTADÃO – Defesa admite que Maluf tem dinheiro em Jersey

C. BRAZILIENSE – Permanência de Kátia Abreu no PSD ameaçada

VALOR – Senado não vai alterar as MPs do Brasil Maior

ESTADO DE MINAS – Falha abre espaço para ficha-suja voltar às urnas

J. DO COMMERCIO (PE) – Ministro: cautela sobre morte de PF

ZERO HORA – Taxa de homicídios cresce 33% no RS

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Cecília Meirelles

Tu Tens um Medo

 

 

Acabar.

Não vês que acabas todo o dia.

Que morres no amor.

Na tristeza.

Na dúvida.

No desejo.

Que te renovas todo dia.

No amor.

Na tristeza

Na dúvida.

No desejo.

Que és sempre outro.

Que és sempre o mesmo.

Que morrerás por idades imensas.

Até não teres medo de morrer.

E então serás eterno.

Não ames como os homens amam.

Não ames com amor.

Ama sem amor.

Ama sem querer.

Ama sem sentir.

Ama como se fosses outro.

Como se fosses amar.

Sem esperar.

Tão separado do que ama, em ti,

Que não te inquiete

Se o amor leva à felicidade,

Se leva à morte,

Se leva a algum destino.

Se te leva.

E se vai, ele mesmo…

Não faças de ti

Um sonho a realizar.

Vai.

Sem caminho marcado.

Tu és o de todos os caminhos.

Sê apenas uma presença.

Invisível presença silenciosa.

Todas as coisas esperam a luz,

Sem dizerem que a esperam.

Sem saberem que existe.

Todas as coisas esperarão por ti,

Sem te falarem.

Sem lhes falares.

Sê o que renuncia

Altamente:

Sem tristeza da tua renúncia!

Sem orgulho da tua renúncia!

Abre as tuas mãos sobre o infinito.

E não deixes ficar de ti

Nem esse último gesto!

O que tu viste amargo,

Doloroso,

Difícil,

O que tu viste inútil

Foi o que viram os teus olhos

Humanos,

Esquecidos…

Enganados…

No momento da tua renúncia

Estende sobre a vida

Os teus olhos

E tu verás o que vias:

Mas tu verás melhor…

… E tudo que era efêmero

se desfez.

E ficaste só tu, que é eterno.

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Artigo temático das quartas-feiras

Marcando o PIB, as digitais da arrogância ignorante

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

 

Talvez recordando a falência de sua loja de R$1,99, a presidente Dilma faz piruetas circenses para desviar a atenção do que consideramos uma situação pré-falimentar da economia na sua administração.

Outro dia alguém tuitou que o Brasil precisa de um percurso e não de um discurso. Mas sob a má influência do seu mentor, Lula da Silva, ela recorre à arrogância ignorante para desdenhar a derrocada do PIB nacional.

O diversionismo é uma má política. Combatido até pelos teóricos que Dilma, dizendo-se ‘de esquerda’, deveria ter lido. Por exemplo, ‘O esquerdismo, doença infantil do comunismo’, de Lênin e ‘As origens do esquerdismo’, de Richard Gombin.

Quando deveria estar corrigindo os rumos da economia, tirando-a das mãos do seu incompetente ministro Mantega, Dilma prefere dar rodopios pela demagogia, discursando na Bahia que “Uma grande nação deve ser medida pelo que faz por suas crianças e adolescentes, e não pelo PIB”.

Não sei se dá para rir ou chorar diante de tamanha cretinice, soprada no ouvido da Presidente por algum assessor consumidor de ‘best sellers’ que o modismo impõe; e é modismo a idéia de uma abstrata Felicidade Nacional Bruta, indicador presumível da evolução econômica de uma Nação.

Mandriões de escritório, de cabeça fria pelo ar-condicionado, gastam o tempo ocioso entre jogar golfe de tapete e procurar desculpas para as crises periódicas do capitalismo; assim concluíram que a solução dos problemas econômicos é a distribuição social e equitativa da produção.

Mesmo cheirando o pó de pirlipimpim no Sítio do Pica-pau Amarelo, eles sabem que conquista da ‘felicidade’ depende da boa apuração do PIB. Não são idiotas; veem que sem a economia se desenvolvendo de forma sustentada, é impossível alcançar o bem-estar geral.

Mas há pouca lucidez na patota do lulo-petismo. São astutos para enriquecer com os privilégios montados pelo PT-governo, sem se preocupar com o futuro da Nação. Na sua perversão, pensam que a Pátria é o dinheiro acumulado nos paraísos fiscais.

Os economistas e sociólogos honestos compreendem que a gangorra do sobe e desce do PIB influencia, e muito, a vida sócio-econômica do País. Um governo voltado para os interesses do povo trabalharia para que a produção cresça a fim de atender as cruciais necessidades de crianças e adolescentes, sem esquecer os idosos, tão desprezados atualmente.

Em verdade, é uma obrigação da administração pública atender à cidadania em geral; olhar para meninos, adultos e velhos. Alguém precisa dizer isto a Dilma: é pela medição do PIB que o governo pode atender o povo.

Em vez do discurso carimbado de arrogância ignorante, o governante deveria perguntar-se por que o nosso PIB desce ladeira abaixo. Concluiria que foi o descaso – herança maldita de Lula da Silva – um dos fatores que contribuíram para isto.

No ‘Que Fazer?’ – tão usado no exibicionismo do falso socialismo lulo-petista. mostrando conhecimento da obra de Lênin – dona Dilma deve buscar uma saída para o PIB. dedicando-se ao estudo e ao trabalho, não nos discursos empolados para as platéias amestradas…

Diante dos reflexos da crise mundial no Brasil, analistas apontam como causa fundamental o fator da demanda ao comércio varejista pelo estímulo ao consumo, acrescendo-se a melhoria à renda, facilidades de crédito e redução dos juros. Assim inflada, a bolha cresceu e obedecendo aos limites naturais, começou a murchar.

A ‘nova classe média’ que concorreu para a bolha, é nova, mas não é classe média, com as características de poupança e bens de raiz. Por ‘nova’, atendeu ao chamado do PT-governo e correu para realizar seus sonhos de consumo.

Essa faixa consumista da população acorda agora com dívidas acumuladas e o PT-governo deveria compreender que deve tomar medidas urgentes para sacudir a economia. Sua ação, porém, tem a cara de Mantega; diverte-se com experiências amadoras, num jogo de cabra-cega, incapaz de gerenciar o investimento público na infraestrutura.

O PAC foi um balão que se incendiou por desequilíbrio na direção; o PIB é um barco que pode afundar pelas mesmas razões.

Violência é causa de 26% das mortes de 0 a 19 anos

Taxa de homicídios nessa faixa etária mais que triplicou em 30 anos

Em contraste com a tendência de queda no número de óbitos por causas naturais na infância e adolescência, a violência — homicídios, acidentes ou suicídios — passou a responder sozinha por 26% de todas as mortes registradas na faixa etária de zero a 19 anos no país em 2010. Em 1980, esta proporção era de apenas 7%. Os números constam do estudo “Mapa da Violência — Crianças e Adolescentes do Brasil”, divulgado pelo pesquisador Julio Jacobo Waiselfisz, da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso). Dentre o grupo de mortes violentas, o tipo que registrou maior aumento neste segmento populacional foram os homicídios. Em 1980, em cada 100 mil crianças e jovens, 3,1 morreram assassinados. Trinta anos depois, a taxa saltou para 13,8. O maior crescimento, no entanto, não aconteceu na década passada, mas, sim, entre 1980 e 2000. (O Globo)

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Chamadas de 1ª página_4ª-feira,18.jul.12

O GLOBO – Onda de greves preocupa Planalto

FOLHA DE SP – Morte de jovens cresceu 376% no país desde 1980

ESTADÃO – PSDB defende Perillo e vê ‘orquestração’do PT

C. BRAZILIENSE – A morte do agente que sabia demais

VALOR – Câmara amplia as desonerações do Brasil Maior

ESTADO DE MINAS – Congresso bate martelo em SM de R$ 667,75

J. DO COMMERCIO (PE) – Brasil é líder em juro de cartão de crédito

ZERO HORA – Docentes da UFRGS continuam em greve

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Chamadas de 1ª página_4ª-feira. 18.jul.12

O GLOBO – Onda de greves preocupa Planalto

FOLHA DE SP – Morte de jovens cresceu 376% no país desde 1980

ESTADÃO – PSDB defende Perillo e vê ‘orquestração’do PT

C. BRAZILIENSE – A morte do agente que sabia demais

VALOR – Câmara amplia as desonerações do Brasil Maior

ESTADO DE MINAS – Congresso bate martelo em SM de R$ 667,75

J. DO COMMERCIO (PE) – Brasil é líder em juro de cartão de crédito

ZERO HORA – Docentes da UFRGS continuam em greve

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Augusto dos Anjos

A esperança

 

 

A Esperança não murcha, ela não cansa,

Também como ela não sucumbe a Crença.

Vão-se sonhos nas asas da Descrença,

Voltam sonhos nas asas da Esperança.

 

Muita gente infeliz assim não pensa;

No entanto o mundo é uma ilusão completa,

E não é a Esperança por sentença

Este laço que ao mundo nos manieta?

 

Mocidade, portanto, ergue o teu grito,

Sirva-te a crença de fanal bendito,

Salve-te a glória no futuro – avança!

 

E eu, que vivo atrelado ao desalento,

Também espero o fim do meu tormento,

Na voz da morte a me bradar: descansa!

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