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Julgamento esperado
STF monta plano contra manobras no mensalão
Decididos a concluir o julgamentos do mensalão até setembro, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) cercaram-se de cuidados para evitar medidas que retardem o processo. Um deles foi pedir à Defensoria Pública da União (DPU)que preparasse um grupo de profissionais para ficar de prontidão. A iniciativa partiu do presidente da Corte, o ministro Ayres Britto. Isso porque não é comum réus trocarem de advogado às vésperas de serem julgados para ganhar tempo. Se isso ocorrer, a intenção do STF é acionar um defensor público para substituir o advogado e evitar atrasos. Formada por seis defensores, a equipe da DPU estudou as mais de 50 mil páginas do caso e já está pronta para entrar em ação caso necessário. O Supremo começa a julgar os 38 acusados na quinta-feira. (Correio Braziliense)
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Mensalão foi o mais “atrevido” esquema, afirma procurador
Responsável pela acusação, Roberto Gurgel diz em peça enviada a ministros do STF que escândalo foi o maior do país
Às vésperas do julgamento do mensalão, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, enviou documento aos ministros do STF em que diz que o caso “foi, sem dúvida, o mais atrevido e escandaloso esquema de corrupção e de desvio de dinheiro público” do país. O procurador diz que pinçou das 50 mil páginas do processo as principais provas. Ele visa, assim, facilitar o trabalho dos ministros caso as defesas dos réus contestem provas da acusação. O procurador conclui que se colheu um “substancioso conjunto de provas”.
Segundo Gurgel, elas “não deixam dúvidas à procedência de acusação” e dizem que o Ministério Público tem convicção de que a “atuação do STF servirá de exemplo […] a toda a sociedade”. (Folha de SP)
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Governo recua e remédio pode voltar às prateleiras
Anvisa muda regra de 2009 e alerta para os riscos da automedicação
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu que os medicamentos que não precisam de receita médica poderão novamente ficar nas prateleiras e gôndolas das farmácias e drogarias de todo o país. A medida representa um recuo em relação à decisão tomada em 2009 pela agência e que obrigava qualquer medicamento a ficar atrás do balcão. A Anvisa torna obrigatória a fixação de cartazes para advertir os consumidores sobre os riscos da automedicação. Ao explicar a nova regra, o presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, acusou as farmácias e laboratórios de prática de cartel durante a vigência da norma anterior. Também admitiu que o órgão era pressionado a voltar atrás: há mais de 70 processos judiciais movidos pelas empresas contra a norma anterior. (O Globo)
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Chamadas de 1ª página_Sábado, 27.jul.12
O GLOBO – Governo recua e remédio pode voltar às prateleiras
FOLHA DE SP – Relatório da PF diz que filho de Erenice cobrava por lobby
ESTADÃO – Russomanno fez lobby por doador e sócio
C. BRAZILIENSE – STF monta plano contra manobras no mensalão
ESTADO DE MINAS – Mensalão: Força-tarefa para evitar adiamento
J. DO COMMERCIO (PE) – Eles fazem greve e você é quem sofre
ZERO HORA – Antenas amplificam polêmica do celular
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Dvorak – Humoresque Yo Yo Ma, Itzhak Perlman
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Artigo para leitura no fim de semana
Surpreendente benfeitoria partidária nas eleições
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
Ficou gravado na minha memória um discurso que ouvi a anos, tão distante no tempo que me esqueci o nome do orador e até da ocasião. Pode haver alguma fantasia da minha parte, mas foi inesquecível: “Os partidos no Brasil não passam de uma dança de letras”.
Lembrei-me disto ao ler no noticiário político que uma nova (novíssima, aliás) sigla, o Partido Ecológico Nacional – PEN, já compõe a segunda bancada da Câmara do Distrito Federal. É a 31º ou 32º legenda a disputar as próximas eleições.
Distingo entre as agremiações legais que se destacam por composição e atividade política, uns seis partidos; o resto vê-se como ‘os nanicos’, obedecendo à classificação usual do colunismo político.
Da chamada redemocratização prá cá, tivemos a grande surpresa da eleição de Fernando Collor pelo PRN, Partido da Reconstrução Nacional, que praticamente inexistia na circunavegação partidária em torno do poder.
Repete-se pontualmente em São Paulo, capital, o fenômeno Collor, com o nanico PRB, Partido Republicano Brasileiro levando o seu candidato Russomanno a empatar casualmente com José Serra – o mais que conhecido candidato do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).
Os dois ficaram lá em cima, Serra com 30% e Russomanno com 27% das intenções de voto. No segundo nível veem Fernando Haddad (PT) e Soninha Francine (PPS) com 7%; Haddad, candidato improvisado pelo ex-presidente Lula da Silva patina estacionário e Soninha, por sua vez, mostra uma tendência de crescimento.
De público, ninguém mostrou decepção ou constrangimento com os números da pesquisa Datafolha, ao contrário, os tucanos alegraram-se com a liderança de Serra, os republicanos ficaram satisfeitos e o PPS, ex-PCB, sentiu-se recuperando o antigo prestígio do Partidão na capital paulista.
Ressabiados apenas os lulo-petistas. Os originais ficaram constrangidos por aceitar um candidato imposto, e os lulistas tentam explicar o quadro, apontando a participação de Russomanno no programa matinal diário veiculado pela TV Record, de grande audiência popular e penetração nos meios evangélicos.
Esta situação político-eleitoral em São Paulo é importante para a análise do lance embaraçoso que o astucioso Lula deu. Engenhoso, o líder personalista do PT sabe, com a manha de pelego, que São Paulo é a centrosfera econômica do País, e que quem controla o econômico, controla o político e o social.
E o acaso nos traz uma surpreendente benfeitoria partidária na dança de letras. Primeiro porque deve ensinar aos tucanos não insistirem em confrontar com o PT, criando uma situação dualista eleitoral. Segundo, levar os petistas a compenetrar-se da necessidade de se libertar do culto à personalidade de Lula.
É certo que o laboratório paulistano oferece um sem-número de avaliações. Conforme a ótica, o exame de cada fatia oferece um vetor especial. Da minha parte sinto, sinceramente, o início do desgaste do discurso lulo-petista.
Para mim, o presságio futurista mostra a fragmentação do PT como partido. Efeito do poder, sim, mas ainda pior, a degenerescência ideológica e o abandono dos princípios da organização na sua fundação.
É nítida a dualidade que se esboça no seio do poder. A Presidente já não é o alter ego de Lula, nem ocupa um mandato-tampão, a espera que ele volte a sentar na cadeira presidencial. Com Dilma separando-se do núcleo paulista que dominou nos dois mandatos de Lula, permite ver-se a queda dele e a ascensão dela. Claro que a doença do ex-presidente contribui para a evolução desta resenha, mas o distanciamento é um fato e contra fatos não há argumentos.
Tudo que compõe este raciocínio pode mudar em breve. O Brasil não é só São Paulo, e as contradições regionais transbordam nos quatro cantos do País, escapando à influência da polarização PSDB-PT, graças às condições locais.
Outras mudanças deverão ocorrer com o início do horário eleitoral, a supremacia do tempo no vídeo, e pelo uso das Redes Sociais, após a autorização e regulamentação do Tribunal Superior Eleitoral para a campanha na Internet.
No momento oportuno, faremos as correções de rumo…
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Chamadas de 1ª página_6ª-feira, 27.jul.12
O GLOBO – Valério usará decisões do TCU para se defender
FOLHA DE SP – Dilma pede a Russomano que não apoie oposição
ESTADÃO – Financiamento habitacional infla balanço do PAC
C. BRAZILIENSE – O mensalão no caminho de Haddad
VALOR – Governo só concorda com aumento linear a servidor
ESTADO DE MINAS – Lei institui ficha limpa também para ONGs
J. DO COMMERCIO (PE) – Governo quer baixar conta de luz em 10%
ZERO HORA – Decisão do TCU é trunfo de Valério
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Debussy – Noturno
http://youtu.be/uyZJ3rNb4xM
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Mensalão – Delúbio vai dizer que só fazia o que PT mandava
Advogado de ex-tesoureiro diz que ele não tomava decisões sozinho
O advogado Arnaldo Malheiros Filho, que representa o ex-tesoureiro Delúbio Soares no processo do mensalão, afirmará no STF que seu cliente era apenas um executor das decisões da Executiva nacional do PT. A tese diverge da linha de defesa de José Genoino, que presidia a legenda quando o escândalo surgiu. O ex-presidente do partido tem sustentado que ele cuidava apenas das questões políticas, deixando Delúbio com a responsabilidade sobre as questões financeiras, como os empréstimos de R$ 55 milhões contraídos por Marcos Valério em nome do PT. “Ninguém do partido poderia decidir isso sozinho. Todas as decisões eram do colegiado, da Executiva. (…) Genoino era o presidente. Delúbio não tomava decisões. Era o executor das decisões da Executiva nacional do PT”, diz o advogado. (O Globo)
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Chamadas de 1ª página_5ª-feira, 26.jul.12
O GLOBO – Delúbio vai dizer que só fazia o que PT mandava
FOLHA DE SP – Banco afirma que avisou o Coaf de saques de Valério
ESTADÃO – Relator da CPI dos Correios: ‘PT atuou contra provas’
C. BRAZILIENSE – Advogados ligados ao PT pedem adiamento
VALOR – Dilma manda governo se afastar de julgamento
ESTADO DE MINAS – Paralisação de caminhoneiros interdita BRs
J. DO COMMERCIO (PE) – Assembléias definem rumos das greves
ZERO HORA – Cachoeira silencia, mas faz declarações de amor
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