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Relator pede condenação de Valério e João Paulo

Joaquim Barbosa diz que esquema incluiu desvio de verba pública e licitação direcionada

Se condenado, o deputado petista, que é candidato a prefeito em Osasco (SP), poderá ser impedido de tomar posse. Organização da votação provocou novo embate entre revisor e relator; proposta de Barbosa saiu vitoriosa

No 11º dia do julgamento do mensalão, o relator, ministro Joaquim Barbosa, votou ontem pela condenação do ex-presidente da Câmara, deputado João Paulo Cunha (PT-SP), por corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro. Votou também pela condenação de Marcos Valério, operador do mensalão, e de Cristiano Mello Paz e Ramon Hollerbach, sócios de Valério na agência SMP&B, por corrupção ativa e peculato. Mais uma vez o plenário foi palco do embate entre Barbosa e o revisor do caso, ministro Ricardo Lewandowski. Barbosa queria que a votação fosse por blocos, e Lewandowski, por réus. A proposta de Barbosa saiu vitoriosa. (O Globo)

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Chamadas de 1ª página_6ª-feira,17.ago.12

O GLOBO – Relator pede condenação de Valério e João Paulo

FOLHA DE SP – Relator declara culpados por corrupção Valério e João Paulo

ESTADÃO – Relator vota pela condenação de João Paulo e Marcos Valério

C. BRAZILIENSE – Mensalão: relator pede condenação de petista

VALOR – Desavença no Mensalão acirra ânimo entre ministros do STF

ESTADO DE MINAS – Relator pede condenação de acusados

J. DO COMMERCIO (PE) – Voto pela condenação de quatro no mensalão

ZERO HORA – Relator pede condenação de Valério e deputado

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Arturo Sandoval

Governo muda de rota com plano bilionário de privatização

Pacote prevê investimentos de R$ 133 bi pela iniciativa privada; efeito será a longo prazo

O governo anunciou ontem o maior pacote de concessões em rodovias e ferrovias já feito no País, no valor de R$ 133 bilhões. A expectativa é de dar impulso à economia a partir de 2013, mas, segundo analistas, os efeitos só deverão ser sentidos a partir de 2014. O BNDES financiará até 80% dos projetos. O choque na infraestrutura foi comparado a um modelo de privatização até por empresários presentes à cerimônia de anúncio do programa, no Palácio do Planalto, mas a presidente Dilma Rousseff não só rejeitou o termo como criticou a venda de estatais ocorrida na gestão do PSDB (1995-2002). “Nós, aqui, não estamos desfazendo de patrimônio público para acumular caixa ou reduzir dívida”, disse. As medidas integram a primeira etapa do Programa de Investimentos em Logística (PIL), que também contempla portos, aeroportos e energia. (Estadão)

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Chamadas de 1ª página_5ª-feira,16.ago.12

O GLOBO – Dilma “privatiza” rodovias e ferrovias

FOLHA DE SP – Erro do STF livra réu de julgamento do mensalão

ESTADÃO – STF rejeita incluir Lula como réu do mensalão

C. BRAZILIENSE – Um réu a menos no STF

VALOR – Para defesa, Duda Mendonça é ‘gênio criativo’

ESTADO DE MINAS – Ministros do STF rejeitam pedido feito por relator

J. DO COMMERCIO (PE) – STF começa a definir o destino dos réus

ZERO HORA – Começa a fase dos votos no Supremo

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Art Blakey – Moanin

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Artigo sobre o ‘PAC das concessões’

Privatizações ou ‘concessões’ na novilíngua petista

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

 

Depois que Soninha Francine descobriu que os porcos do PT haviam se humanizado, lendo a Revolução dos Bichos, fábula genial de George Orwell, não custa a gente se transportar para o mesmo Orwell e encontrar em ‘1984’ o totalitarismo em proporção superior impondo até palavras, a ‘novilíngua’.

Os porcos humanizados do PT criaram a sua própria novilíngua, cortando do dicionário a palavra ‘privatização’ e substituindo-a por ‘concessão’, para esconder a tardia adesão ao neoliberalismo diante dos militantes inculcados por um falso anti-capitalismo.

A partir de um agourento 13 de agosto, começou a contagem regressiva para a adoção das medidas ‘neoliberais’, exageradamente combatidas por eles no governo tucano de Fernando Henrique Cardoso. A presidente Dilma Rousseff está pronta para anunciar o “PAC das concessões”, que vinha sendo remoído por sua equipe.

Agora, os lulo-petistas perderão o discurso mais radical contra a ‘direitona’ dos seus opositores. A recente figura da transgenia econômica do PT-governo, os PAC aqui, PAC acolá, além de ter se atrasado para pegar o bonde da História, não traz o planejamento necessário para cumprir a meta.

Dilma, conhecida simpatizante do extremismo, corre para recuperar o tempo perdido, abarcando um mundão de setores necessitados de investimentos, aeroportos, estradas, ferrovias e portos. Enfocar, porém, essa ação divergente, deu mais trabalho aos marqueteiros do que aos economistas oscilantes entre a realidade do mundo globalizado e o ultrapassado, ainda que utópico socialismo mostrado à militância.

O anúncio do “PAC das concessões” já foi adiado três ou quatro vezes. Mas, tanto faz como tanto fez como já se referiu alguém: “o pacote poderia ser anunciado hoje ou daqui a um mês ou 47 dias…”

A fraquíssima equipe econômica dilmista empurrou com a barriga o programa, improvisando um tapa-buraco para atender à Presidente, que detectou (por conta própria ou sopro no ouvido) que a economia não vem reagindo às injeções excitantes preparadas às pressas pelo ministro (!?) Mantega.

Em termos de dinheiro, o pacote de adesão aos postulados do neoliberalismo prevê investimentos que devem passar dos R$ 90 bilhões, chegando talvez a mais de R$ 100 bilhões, em cinco anos, para a participação do setor privado.

Mesmo trocando o rótulo da ‘privatização’ pelo da ‘concessão’, o que está por vir – não se enganem – será a doação aos amigos do peito, como FHC foi acusado de fazer… E mesmo que não sejam ‘do peito’, serão sem dúvida ‘do bolso’, enriquecendo ainda mais os ‘consultores’ lulo-petistas.

Quem teve acesso ao programa, viu que as medidas consistirão na doação de milhares de quilômetros de rodovias federais à iniciativa privada, assim, quase de graça; e, dando um pouco de trabalho e algum investimento (com a grana do BNDES), ferrovias também serão distribuídas.

Para maior prejuízo ao Erário, aeroportos e portos construídos com verbas públicas irão para quem nada investiu neles, os bem-aventurados que embolsarão recursos do BNDES em nome de remodelações e melhoria dos serviços…

É claro que tudo vai girar no redemoinho dos pelegos corruptos, aloprados, mensaleiros e sanguessugas que, acostumados a mamar nas fartas tetas do PT-governo, terão ainda a seu favor uma odiosa intervenção na CLT, arrancando dos trabalhadores as conquistas consagradas na legislação trabalhista.

Assim serão os pelegos, os novos capitalistas no mundo da exploração do homem pelo homem, tal qual a máfia russa que sobreviveu nos lixões do capitalismo de estado da finada União Soviética…

 

Chamadas de 1ª página_4ª-feira,15.ago.12

O GLOBO – Greves: comércio exterior perdeu dois anos em oito

FOLHA DE SP – Novos dados ruins fazem MEC mudar ensino médio

ESTADÃO – Concessão à iniciativa privada terá prazo e meta

C. BRAZILIENSE – Greve: Negociação emperra, servidor radicaliza

VALOR – Novas concessões terão menor taxa de retorno

ESTADO DE MINAS – Cachoeira convocado pela CPI outra vez

J. DO COMMERCIO (PE) – Cel. Ustra reconhecido como torturador

ZERO HORA – Privatização marca virada estratégica de Dilma

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Oscar Peterson – “Corpo e Alma”

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Síria: Guerra religiosa

No conflito sírio, cristãos vivem sob fogo cruzado

Poucos lugares são tão centrais como a Síria na longa história do cristianismo. Mas as comunidades cristãs na Síria estão sendo severamente testadas pela revolta que angustia o país há mais de um ano. Elas relembram o ano de 636, quando o imperador bizantino cristão Heráclio viu seu exército ser derrotado pelas forças muçulmanas ao sul da atual Damasco. Não poucos cristãos na moderna Síria temem que a atual crise possa terminar da mesma maneira, para eles, se Bashar al-Assad e seu regime forem derrotados pela insurgência rebelde.

Desde o início do atual conflito, história e religião têm desempenhado um papel fundamental no fomento das paixões em ambos os campos na Síria. E isso ficou mais pronunciado à medida que o conflito foi se arrastando, tornando-se mais sangrento e perverso. Muitos cristãos temem que um governo que venha a substituir o regime de Assad possa ser dominado por grupos como a Irmandade Muçulmana, que poderiam devolvê-los à condição de cidadãos de segunda classe. Também temem que suas comunidades possam ser devastadas pelo fogo cruzado entre a insurgência predominantemente muçulmana sunita síria e o bem armado regime alauita. (VALOR)

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