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Hoje continua o julgamento no STF
Supremo decide se houve uso de recursos públicos no mensalão
Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) estão prestes a analisar uma questão crucial no julgamento do mensalão: decidir se dinheiro público abasteceu o esquema de corrupção de parlamentares. Esse debate deve ocorrer esta semana, quando entrarem em pauta os próximos itens do julgamento, que tratam da denúncia de desvio de recursos do Banco do Brasil no fundo Visanet para a agência DNA, de Marcos Valério. Em 2007, quando aceitaram a denúncia, três ministros — Ayres Britto, Gilmar Mendes e Joaquim Barbosa — afirmaram no plenário da Corte que há indícios fortes de uso de verba pública. A defesa nega. (O Globo)
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Chamadas de 1ª página_2ª-feira,20.ago.12
O GLOBO – STF decide se houve recursos públicos no mensalão
FOLHA DE SP – Ministros do STF temem prejuízo à imagem da corte
ESTADÃO – Expectativa no STF é por condenar petista
C. BRAZILIENSE – STF: O primeiro veredicto sai nesta semana
VALOR – Petrobras e fundos na mira da CVM
ESTADO DE MINAS – Luta desigual pelo voto dos religiosos
J. DO COMMERCIO (PE) – Documentos complicam vida de José Dirceu
ZERO HORA – Fundador do WikiLeaks rompe silêncio e desafia EUA
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Sarah Vaughan – My Tormented Heart
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Artigo temático sobre o Mensalão
Só os fanáticos lulo-petistas não admitem o Mensalão
MIRANDA SÁ ( E-mail: mirandasa@uol.com.br )
“O fanatismo é a única forma de força de vontade acessível aos fracos” (Nietzsche)
Fanatismo, do latim fanaticus,-a,-um, e do francês fanatique, é o estado psicológico de fervor excessivo, irracional e persistente por qualquer coisa ou tema, historicamente associado a motivações de natureza religiosa ou política. Ou até mesmo com um entusiasmo obsessivo para uma postura ou um passatempo.
Pesquisando sobre o fanatismo, a professora Ana Lucia Santana encontrou significados diversos, como “culto excessivo de alguém ou de alguma coisa; zelo religioso excessivo; paixão política; intolerância; sectarismo; exaltação exagerada; faccionismo; dedicação excessiva”.
Segundo a psiquiatria, é um comportamento extremamente freqüente em paranóides, cuja apaixonada adesão a uma causa pode avizinhar-se do delírio.
O maior e mais pragmático exemplo de fanatismo e de fanáticos no Brasil esparrama-se na realidade sócio-política de hoje, com uma organização seguindo um líder político, Lula da Silva, e, em consequência, apresentando cega obediência ao partido dele, o Partido dos Trabalhadores.
São continuadas demonstrações paranóicas dos lulo-petistas, mudando de ideia de acordo com a orientação partidária, chegando ao cúmulo de negar os subsequentes atos criminosos dos mensaleiros, delitos demonstrados à exaustão pela polícia, pela Justiça e até no vídeo da televisão.
Temos na Rede Social uma falange de fanáticos querendo tapar o sol com uma peneira. Negam até evidências, manifestando – pelo menos na aparência – uma certeza cínica da inocência dos corruptos. Dizem os anti-petistas radicais tratar-se de amoralismo ideológico; que falta aos lulo-petistas senso de moral na adesão ao princípio de que o fim justifica os meios.
Da minha parte, já me acostumei com as provocações desses indivíduos obsecados e dissimulados, tendo por eles apenas compaixão.
Surgiu porém outro caso que fere preceitos e discursos, o recuo desonroso na troca de camisas do exaltado nacionalismo estatizante, com a adesão ao neoliberalismo, antigo alvo dos seus furiosos ataques.
O PT-governo passou a aprovar – de forma definitiva – os postulados econômicos que combateu violentamente na campanha que elegeu Dilma Rousseff para presidência da República. Hoje, na mesquinhez do amoralismo ela teve apenas o cuidado de trocar o rótulo da ‘privatização’, alcunhando-a de ‘concessão’.
Ainda soam nos nossos ouvidos as denúncias virulentas do lulo-petismo ao governo tucano de Fernando Henrique pelas privatizações; são inesquecíveis as bazófias da dupla Lula-Dilma jurando livrar o País da diabólica política capitalista.
Formaram um bando extremista de combate às doações à iniciativa privada; acusando um roubo com “a entrega do patrimônio público a quem nada investiu para viabilizar bens materiais, e que gozarão dos milhões subtraídos dos impostos pagos pela sociedade”.
Desta vez o PT-governo abandona àqueles princípios, assim, sem olhar para trás, sem se acanhar da traição ao seu passado. Sem vergonha, brindam a entrega de milhares de quilômetros de rodovias, de portos, aeroportos e hidrelétricas, às sanguessugas do Erário.
Sinceramente, não me espanta o conformismo obediente dos petistas, mas me deixa chocado a falta de indignação dos teóricos do populismo nacionalista do PT e dos seus satélites políticos. Até por fingimento.
Da minha parte, não discuto as privatizações. Considero-as até justas em certos setores da economia; mas revoltam-me as ameaças à legislação trabalhista que acompanham essas medidas. É uma reivindicação dos felizes bolsistas do ‘PAC das Concessões’.
Sinopse das revistas semanais
VEJA
Capa – Hormônios mais poderosos * Especial: Pré-sal: Aonde foi a riqueza do petróleo? Choque de capitalismo: Quem tem medo do mercado? * Duelo entre culpados…e cegos * Entrevistas: Anne Lauvergeon e João Batista Araujo e Oliveira * Tensão na Corte * Beca sem crise * Uma luz no fim do túnel * Contrabando de Eleitores * Internacional: Um vice de alto risco * Luxo zero, resultado 10 * Diploma de insensatez * Economia: O dia a dia de uma recessão.
Época
Capa – A nova combinação de alimentos que faz bem à sua saúde * Especial Mensalão – 4 mitos sobre o mensalão – O trabalho de Hércules do relator – A obra fantasma da Delta * A cada enxadada, uma minhoca * O mercado persa das siglas * Português castiço e vozeirão * Os esquecidos do mensalão * Disque P para pilhar * Artigos: Ruth Aquino “A revolta dos mequetrefes” e Guilherme Fiúza: A filha do Mensalão * Editoriais: O mensalão, a eleição – e a emoção e A privatização de Dilma * Entrevistas: Antonio Carlos Biscaia e Sérgio Magalhães * Olímpiada – As lições de Londres para o Rio * Entrevista: Larry Rother, jornalista * Uma fortaleza contra o crack * Como virar uma potência olímpica * O Brasil ainda não aprendeu * Jairo Bouer: A maconha não é tão inocente * Mente Aberta: O homem que ama e coleta quadros
Istoé
Capa – Como os superatletas ajudam a sua saúde * Especial: “Agora o mundo olha para nós” – Os olheiros do Rio – Como virar o jogo * Educação em marcha lenta * Editorial: “Mensalão, primeiro ato” * A reação de Gurgel * O elo entre Dirceu e Valério * Os escolhidos de Lula * O grande teste das greves: PT paga a conta… O custo da greve * O delator quer dinheiro * Começa o espetáculo da campanha mais cara da história * A máfia dos uniformes * Economia: Como limpar o nome? * Oportunidade para negociar com os bancos * O Brasil que acredita no Brasil * Entrevistas: Gilles Lipovetsky e Adegard Câmara Florentino * Comportamento: A vez das motoqueiras * O desafio Rio-2016 – Onde a lição de casa foi benfeita * Tecnologia e Meio ambiente: O adubo que vem do mar
Istoé Dinheiro
Capa – Reportagem: Grupo Bradesco nº1 – Empresa do Ano * Ela fez a diferença * Economia: 15 anos de transformações * Crescimento concreto * A economia paga o pato * Política industrial com conteúdo nacional * A segunda onda * Antes que a fonte seque * Golpe de atraso * Entrevista: “O mundo dependerá da tecnologia limpa do Brasil” * Artigo: O fôlego do cavalo paraguaio * Entrevista: “É inconcebível o aço brasileiro custar 40% mais que o chinês” * Artigo: É preciso livrar-se dos vícios do passado * O fator Graça Foster * Finanças: O apetite do Mercapital * Vida milionária * Mercado Digital: Guerra virtual * Negócios: A nova rotina de Abílio * O óleo reciclado é nosso * O piloto que reconduziu a Toyota ao pódio * A multiplicação dos tratores
Carta Capital
Capa – Dilma e o Estado empacado * Editoriais: “Murdoquianas” e “Que liberdade é esta?” * Duelo no tribunal * O direito ao voto antecipado * É a educação, ministro! * O triste fim de Policarpo * Os protetores do antijornalismo * Destino, o fator privado * O gargalo da qualificação * Falsos dilemas, falsas soluções * Como derrubar os senhores feudais * Um garoto contra a velha oligarquia * Nosso Mundo: Conflito sem fronteiras * Uma aposta no Islã * Cultura: O cineasta e o senador * Idéias: Expectativas frustradas * Desligaram o motor * Conhece o Passaralho? * Brasiliana: Sofrimento invisível
Exame
Capa – PANE NA TELEFONIA * O novo mapa do consumo * Economia: Uma agenda do bem * Brasil: Outro Ângulo * Negócios: Terapia anti-Frankestein * Negócios Globais: “A China não vai ter crise” * A briga que paralisa a Europa * Gestão: A festa dos royalties * Finanças: Pensão sem fundos
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Chamadas de 1ª página_Domingo,19.ago.12
O GLOBO – Patrimônio do FGTS sob ameaça
FOLHA DE SP – Mala demora até 40 minutos em voo doméstico
ESTADÃO – Para servidores, proposta de 15,8% não basta
C. BRAZILIENSE – Reunião com o Planejamento frustra servidor
ESTADO DE MINAS – Juridiquês dá lugar a Chico e a Cazuza
J. DO COMMERCIO (PE) – Técnicos das federais aceitam fechar acordo
ZERO HORA – Busca pelo voto invade a TV
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Otis Redding – Try A Little Tenderness
http://youtu.be/-1TPApkrQyY
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Greve de professor acaba em oito universidades
Governo propõe reajuste de 15,8% a 600 mil servidores para conter paralisações
Percentual médio oferecido a docentes, no entanto, ficou entre 25% e 40%. Mas, para a volta às aulas, estudantes ainda dependem do retorno ao trabalho de servidores técnicos e administrativos.
O governo ofereceu ontem reajuste de 15,8%, parcelado em três anos, para mais de 600 mil servidores de 25 categorias do Executivo, incluindo saúde e educação. A proposta ainda vai ser submetida aos trabalhadores em assembléias nos estados, na próxima semana. O percentual, no entanto, é bem abaixo do reivindicado pelas categorias. No caso das universidades, a proposta de voltar ao trabalho foi aceita na UnB e em alguns campi de universidades no Rio Grande do Sul, no Paraná e em São Paulo (Unifesp e São Carlos), Santa Catarina e no Acre. (O Globo)
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Chamadas de 1ª página_Sábado,18.ago.12
O GLOBO – Para presidente do STF, paz voltou
FOLHA DE SP – Ministro tido como linha-dura pode não julgar Dirceu
ESTADÃO – Com votação fatiada, mensalão terá dez minijulgamentos
C. BRAZILIENSE – Decisão de julgar mensalão em fatias apressa sentenças
ESTADO DE MINAS – Voto fatiado abre espaço para declaração das penas
J. DO COMMERCIO (PE) – Valério recebe voto sem surpresa
ZERO HORA – Relator vence e voto será “fatiado”
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Arturo Sandoval e Dizzy Gillespie
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