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Sinopse das revistas semanais

VEJA

Capa – O mensalão na cadeia * As duas versões da Justiça * Ficou russo * Entrevista: Douglas Farah * Especial: Pré-sal * Artigo: J. R. Guzzo * O grande erro das cotas * A verdade punida * Em busca do melhor * Ele já deu a largada * A grande muralha da incerteza * Só no sapatinho * Internacional: A guerra inconcebível * Todo o poder a “Kicilove” * Crime: Livres para o tráfico * A cocaína no limite * Bem preparados. E agora?  * Marcas do bem * Economia: Um pouco mais rápido, por favor?

ÉPOCA

Capa – Filosofia para todos nós * As provas contra o BMG * É agora que a Jurupoca vai piar * A conexão paraibana * África – Nosso “ditador” de estimação * Entrevista: Mohamed ElBaradei * Artigos: “Lula, os dragões e o poder dos fracos” –  Roberto Da Matta / “Chega de revolução! O que eu quero é sossego” – Eugênio Bucci * Opinião: É preciso separar notícia de anúncio nos blogs * Entrevista: Samuel Pessoa * Isso significa que o Brasil mudou * A esperança dos mensaleiros * Um fuzil por dia * O ouro de Jucá * Malabarismo na corte * Vida: O homem que morava com os sagüis * Supersalários: O país dos elefantes – O combate à bagunça salarial – Gasolina para dar a volta ao mundo * Um sedutor de fala veloz * Idéias: Como vender o Brasil

Istoé

Capa – Reportagem: Quem são os grevistas que desafiam o Brasil * Editoriais: Grevistas no extremo / Eleições sem audiência * Política: Tesoureiros em apuros  * A volta do Carlismo * Em nome do pai * Esconderam FHC * O homem de 133 bilhões de reais * Mensalão foi com o nosso dinheiro * A saga continua * Despedida em alto estilo * CPI: Pagot diz por que se curvou: “O Serra está me processando” * Como o governo deixou estragar 55 mil bolsas de sangue * Internacional: Argentina sem direção * Economia: A força do interior * Aproveite as vagas dos concursos públicos * Comportamento: A PM matadora * Na mira das universidades estrangeiras * Paraolimpíada: A ambição brasileira em Londres * Escravos do nazismo no Brasil * Cultura: JK, a história revista  * Entrevista: Ângela Mendes de Almeida * Tecnologia e Meio ambiente: À prova de seca – A onça-pintada pede socorro

Istoé Dinheiro

Capa – Reportagem: Este senhor tem o mapa da mina * O jogo de Mittal no Brasil * Economia: Varejo empinado * Salários nas alturas * O risco do combustível cambial * A energia barata de Lobão * Condenados * O furacão Romney * Seguro da discórdia * Entrevista: Jim Goodnight * Artigo: “Zuckerberg, pede para sair” * Entrevista: Andrew Keen * Artigo: “A morna sabatina de Leonardo Pereira” * Investidores: Quem passará por esta porta? * As lições do professor Takahashi * Quero meu bônus de volta * Juros de mãe para filho * De costas para a crise * Finanças: Virou fumaça * Editorial: O Brasil visto de fora * Mercado Digital: A maçã de US$ 1 trilhão * Até onde a Renault vai subir? * A China é aqui, oxente! * As Melhores da Dinheiro: A festa da superação – A celebração do crescimento – Os investimentos de quem aposta no Brasil – O otimismo dos que produzem * Os bilhões de Dona Dirce * A China é aqui, oxente! * Os negócios de Blair * A bactéria que vale bilhões

Carta Capital

Capa – E o que vem agora? * Editoriais: O País traído / O retrato do País *A rebelião do funcionalismo * À margem da memória * Internacional: O adversário ideal * Pelos poderes de Dilma * Entrevista: José Mascarenhas * Internacional: A próxima crise * Entrevista: Juan Hoyos * Lances e Apostas: Baixa renda, lucro alto – Mais-Valia – Chega de contemplação * O duelo esquenta  * Até onde vai Russomanno? * Para apagar o incêndio * “No Brasil, o que não evolui é retrocesso” * Os próximos passos * Quem irá para a cadeia? * Mais um legado da máfia de Cachoeira * Um acordo de última hora * Nosso Mundo: Mais uma chance para a paz * Vários passos para trás * Nós e o Mundo – Contra a desigualdade * Saúde: É possível evitar o pior * Idéias: É o investimento, professor! – Tempo quente no pólo * Brasiliana: A Michele Bachmann do Tatuapé

EXAME

Capa – Um Guia para o Brasil do juro baixo * Uma jabuticaba a menos * Economia: Os vizinhos que dão bom exemplo – O pior já passou? * Brasil: Um começo promissor * Economia: O dinheiro começa a voltar – O Brasil melhorou. A vida do investidor, não – O dragão ainda está à espreita * Negócios: O campeão que só perde – Quem precisa do BNDES? * Negócios Globais: “Bernake esqueceu seu passado” * Pagar imposto é ruim * Internacional: “O G20 faz pouco pela economia global” * Entrevista: Mohamed El-Erian * Gestão: O ano da tesoura * Especial: A falta que eles fazem – Lições para a vida como ela é

 

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Chamadas de 1ª página_Domingo,2.set.12

O Globo – Banco Rural tentou silenciar testemunha

Folha de SP – STF define regras mais duras contra corrupção

Estadão – Ex-ministros ‘definem’ sucessor de Peluso

C. Braziliense – Aécio cita mensalão para rebater Lula

Estado de Minas – Ministério Público quer coibir violência policial

J. do Commercio (PE) – Passa de tudo pelas fronteiras brasileiras

Zero Hora – TRE impugnou 183 candidatos no RS

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Eduardo Dusek – Cabelos Negros

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Chamadas de 1ª página_Sábado,1º.set.12

O Globo – Brasil teve semestre perdido na economia

Folha de SP – Brasil tem o maior ciclo de PIB fraco desde o Plano Real

Estadão – Investimento tem 4ª queda seguida e PIB cresce só 0,4%

C. Braziliense – Pibinho pela segunda vez

Estado de Minas – O Brasil cresceu pouco. PIB: 0,4% no 2° trimestre

J. do Commercio (PE) – Economia a passos lentos

Zero Hora – PIB reage, mas baixo investimento inquieta

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Ritchie – A Vida Tem Dessas Coisas

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Chamadas de 1ª página_6ª-feira,31.ago.12

O Globo – Mensalão – Empréstimos ao PT eram fictícios, diz relator

Folha de SP – STF afirma que lei foi alterada para livrar réus

Estadão – Pressionado pelo PT, João Paulo desiste de concorrer

C. Braziliense – Mensalão derruba candidato petista

Valor – Joaquim Barbosa diz que Rural simulou empréstimos

Estado de Minas – Mensalão: Outra condenação a João Paulo Cunha

J. do Commercio (PE) – Cunha condenado por lavagem de dinheiro

Zero Hora – Cunha culpado por lavagem de dinheiro

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Luiz Melodia – Congênito

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Artigo teórico do fim de semana

Vôo rasante sobre a realidade dos partidos no Brasil

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

 

Não se pode subestimar, nem ao menos silenciar diante da realidade brasileira, da economia e a política desvanecendo-se pelo burocratismo do poder dominante, tanto no governo como no partido que o exerce. Nossa expressão livre quer abrir o debate com a sociedade na véspera de mais uma eleição.

Neste vôo rasante sobre a realidade partidária, ajudar-nos-á – e muito – lembrarmo-nos de que o Brasil não é uma ilha cercada por perversas combinações que nos afastem do convívio cultural, social, político e econômico com o resto da humanidade.

Nas fronteiras do Sul, e mais ao norte, encontramos situações que refletem a nossa; e atravessando o Atlântico, temos o exemplo do pós-guerra fria que nos chegou atrasado no tempo. É claro que são apenas semelhanças nas coisas atuais, concretas.

A Terceira Guerra Mundial, embora fria, teve vencidos e vencedores. Deixou no seu rastro transformações de todo tipo, em todos os campos da atividade social, econômica e política. Como não podia deixar de ser, além de depreciar a qualidade das lideranças mundiais, varreu as utopias e o imaginário popular ávido de mudanças sócio-políticas.

A queda do Muro de Berlim representou para o concerto das nações o mesmo que a bomba atômica em Nagasaki e Hiroshima e a tomada de Berlim, capital do 3º Reich, pelas tropas soviéticas. Com a queda do socialismo real, o salto para o Século 21 assinalou a ascensão da doutrina liberal conservadora – o neoliberalismo –, e a globalização do sistema econômico.

Ficou caótica situação do movimento comunista internacional, assistindo impotente o espaço político ser substituído pelo espaço publicitário, e o estabelecimento da Ditadura do Marketing. O Senhor Mercado.

Os partidos ‘de esquerda’, então, perderam as concepções de ideologia, princípios programáticos, e o próprio caráter organizativo. E olhem que os ex-comunistas receberam uma preciosa teoria de Berlinguer, que transformou o Partido Comunista Italiano para ser ao mesmo tempo contestador e colaborador do governo.

Não só os partidos autodenominados esquerdistas e os liberais conservadores “passaram a ser um meio de comunicação social para dar respostas ao que o eleitorado indaga”, como observou o jornalista Manuel Vásquez Montalbán. Em consequência disso, os aparelhos partidários passaram a ser dominados por uma burocracia mesquinha, apegada aos privilégios, corruptas e corruptoras.

Encontra-se essa hegemonia funcional na Europa, onde se dividem as tendências liberal-conservadoras e social-democráticas; e profissionalizou-se nos Estados Unidos, nos dois únicos partidos, de interface programática semelhante.

No Brasil, as mais de meia centena de partidos inexpressivos, são caricaturas do que deveria ser uma organização partidária. Um deles, o PT no poder, até ficaria melhor como “sofisticada organização criminosa”.

Em torno do Governo Federal – na circunvizinhança do Erário – as legendas agrupam-se na chamada ‘base aliada’, todas com princípios, moral e contabilidade duplas… Chegam a enaltecer o imoral e ilegal ‘Caixa 2’.

O caráter consumista da política oficial, tanto na economia como na política, estabeleceu – como herança do peleguismo sindical – a espúria composição do espaço público e o espaço político, com práticas secretas, inalcançáveis às próprias ‘bases’ e muito menos pelo eleitorado.

Essa marca fisiológica do lulo-peleguismo transmite a sua degeneração política e ideológica aos poucos partidos que se dizem de oposição. Uma oposição, com a devida vênia, que me parece um disfarce para capitalizar o descontentamento popular e valorizar individualmente carreiristas para irresistível vocação para aderir ao poder. Como ocorreu com Eduardo Paes no Rio e Gustavo Fruet em Curitiba.

O que fica visível, para mim, são os ajustamentos eleitorais locais de governo e oposição, sem levar em conta os flagrantes das tenebrosas transações, da arapongagem, dos ‘dossiês’, e das imorais contribuições eleitorais dos bandidos de colarinho branco travestidos de ‘empresários’.

Mensalão: Petista que presidiu Câmara é condenado por corrupção

Na despedida do STF, ministro Peluso vota por 6 anos de prisão para João Paulo

O deputado petista João Paulo Cunha, que foi presidente da Câmara entre 2003 e 2005, já está condenado por corrupção e peculato no escândalo do mensalão. Dos dez ministros do STF que já votaram, oito o consideraram culpado. Hoje, quando votará o presidente do STF, ministro Ayres Britto, ele poderá ser condenado também por lavagem de dinheiro. O ministro Cezar Peluso, o único a sugerir as penas até agora, quer que João Paulo seja condenado a seis anos de prisão e à perda do mandato. Mas, se o deputado também for considerado culpado por lavagem, a pena será de, no mínimo, nove anos, inicialmente em regime fechado. O PT deixou para o próprio João Paulo a iniciativa de abandonar a candidatura a prefeito de Osasco (SP). A Câmara deverá abrir processo para cassar seu mandato. (O Globo)

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Chamadas de 1ª página_5ª-feira,30.ago.12

O Globo – João Paulo é culpado por corrupção

Folha de SP – STF condena petista por corrupção

Estadão – STF condena João Paulo Cunha por peculato e corrupção

C. Braziliense – CULPADO

Valor – Mensalão: STF condena 5 por peculato e corrupção

Estado de Minas – Ex-presidente da Câmara é condenado

J. do Commercio (PE) – STF condena ex-presidente da Câmara

Zero Hora – STF condena João Paulo por corrupção

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