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Haddad é eleito prefeito de SP; poder se fragmenta pelo país
PT reconquista a capital paulista apos 8 anos; Ex-ministro diz, ironicamente, que é o “segundo poste” de Lula; 16 partidos controlarão as 85 maiores cidades
O advogado e professor universitário Fernando Haddad, 49, foi eleito ontem o 51° prefeito de São Paulo, reconduzindo o PT ao governo da maior cidade do país depois de oito anos. Haddad obteve 3.387.720 de votos (55,57% dos válidos). O ex-prefeito José Serra (PSDB), 70, conquistou 2.703.768 de votos (44.43%).
O percentual de eleitores paulistanos que votaram em branco, nulo ou se abstiveram (29,3%) foi o maior desde 1996.
Ex-ministro da Educação de Lula, que impôs seu nome ao PT, Haddad agradeceu ao ex-presidente pela “confiança, orientação e apoio”, e a presidente Dilma, pelos “confortos nos momentos mais difíceis”. Ao celebrar a vitória, se definiu, ironicamente, como o “segundo poste” eleito por Lula e prometeu “derrubar o muro da vergonha” entre ricos e pobres.
A pulverização foi a marca da eleição no país. Em 2008, 11 partidos venceram nas 85 maiores cidades — agora, foram 16. O PSB foi o mais fortalecido, com cinco capitais e 11 dos 85 maiores centros. Apesar do triunfo paulistano, o PT perdeu no segundo turno em metrópoles como Salvador, Fortaleza e Campinas. (Folha de São Paulo )
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Chamadas de 1ª página_2ª-feira,29.out.12
O GLOBO – Partidos ficam sem hegemonia nas capitais
FOLHA DE SP – Haddad é eleito prefeito de SP; poder se fragmenta pelo país
ESTADÃO – Haddad é o novo prefeito de SP em vitória pessoal de Lula
C. BRAZILIENSE – PT leva São Paulo e teme avanço do PSB
VALOR – Total de brancos e nulos aumenta 23% ante 2008
ESTADO DE MINAS – Uma virada dois turnos e três partidos
J. DO COMMERCIO (PE) – Eleições 2012: Maior festa para PT, PSB e DEM
ZERO HORA – Lula emplaca Haddad com 56% dos votos
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Polarização nacional acirra campanha de Haddad e Serra
Eleições 2012- Final da corrida pela Prefeitura de São Paulo é marcado por boatos e acusações mútuas; Vão às urnas 8,6 milhões de paulistanos; 50 cidades terão segundo turno, com a participação de 31,7 milhões de eleitores
Maior colégio eleitoral do País, com 8,6 milhões de eleitores, São Paulo vai às urnas hoje para decidir se a cidade será governada nos próximos quatro anos pelo ex-ministro da Educação Fernando Haddad (PT) ou pelo ex-governador José Serra (PSDB). Nos últimos dias, a disputa pelo voto na principal metrópole brasileira ficou mais acirrada, com trocas de acusações pesadas entre os dois candidatos. A luta para ocupar a cadeira de prefeito extrapola a disputa municipal e é o principal confronto entre petistas e tucanos, com impacto na eleição presidencial de 2014. Haddad teve com cabos eleitorais, o ex-presidente Lula e a presidente Dilma Rousseff. Serra foi apoiado pelo governador Geraldo Alckmin e pelo prefeito Gilberto Kassab. Hoje haverá segundo turno em 50 cidades, com cerca de 31,7 milhões de pessoas habilitadas a votar. (Estadão)
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Chamadas de 1ª página_Domingo,28.out.12
O GLOBO – Seis capitais têm disputa acirrada
FOLHA DE SP – Diretora de Valério afirma que errou, mas é do bem
ESTADÃO – Petrobras negocia parte de patrimônio
C. BRAZILIENSE – Fundos de pensão estatais sob ataque
ESTADO DE MINAS – Eleitor dá hoje palavra final em 4 cidades
J. DO COMMERCIO (PE) – Brasil volta às urnas em 50 cidades
ZERO HORA – AGU recorre em defesa de ministros
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Marina – Uma Noite e Meia
- marina lima | mpb | uma noite e meia
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Eleições 2012
Ataques de Haddad e Serra ganham as ruas de SP
A dois dias da eleição, a campanha pela Prefeitura de SP virou guerrilha. Fernando Haddad (PT) e José Serra (PSDB) passaram a trocar acusações e ofensas, enquanto cabos eleitorais dos dois lados distribuíam material com ataques. Panfleto petista dizia que o adversário vai aumentar criminalidade. A coordenação da campanha serrista afirmou, em nota, que Haddad é “delinquente”. O comitê de Serra repudiou as faixas apócrifas contra o candidato espalhadas pela cidade. Criada por empresa que participa da campanha tucana, página na internet imitava a identidade visual do material petista para dizer que Haddad “criaria escolas de lata”. Haddad afirmou que Serra “violenta seus direitos” e classificou a campanha tucana de “rasteira”. Na véspera, boato dizia que o MEC cancelara o Enem. (Estadão)
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Novo apagão atinge 11 estados
Repetição de blecautes ‘não é normal’, afirma ministro; curto-circuito deixa Nordeste e parte do Norte sem luz por 4 h
Os nove Estados do Nordeste, além de parte do Pará e do Tocantins, no Norte, ficaram ao menos quatro horas sem energia elétrica na madrugada em razão de curto-circuito ocorrido na subestação de Colinas (TO).
É o quinto apagão no país em 35 dias e o segundo de grande porte no Nordeste.
Cidades inteiras ficaram sem água, e hospitais funcionaram à meia-luz – houve calote em restaurantes, incêndios e assaltos. Não foi divulgado o número de pessoas afetadas.
Para o ministro interino Márcio Zimmermann (Minas e Energia), o risco de ocorrerem apagões seguidos é “praticamente zero”. “Eventos como esses não são normais e a coincidência é mais anormal ainda”, disse.
O Operador Nacional do Sistema descarta a hipótese de sabotagem e afirma que o mecanismo de proteção do sistema falhou. A Cemig, responsável pela subestação, não se manifestou. (Folha de SP)
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Chamadas de 1ª página_Sábado,27.out.12
O GLOBO – O quinto apagão
FOLHA DE SP – Novo apagão atinge 11 estados
ESTADÃO – Governo admite falha e não sabe motivo de novo apagão
C. BRAZILIENSE – Apagão na luz e na confiança
ESTADO DE MINAS – Apagão expõe as fadigas do setor elétrico
J. DO COMMERCIO (PE) – Risco de novos apagões
ZERO HORA – Apagão de energia. Apagão de gasolina
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Cícero – Açúcar ou Adoçante
http://youtu.be/s-oeAAEPhHM
- açúcar ou adoçante | cícero | mpb
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Artigo temático de fim-de-semana
“expropriar”, Ocupando o poder, para fazer revolução?
MIRANDA SÁ ( E-mail: mirandasa@uol;com.br )
Tem alguma explicação isto? Um ministro de Estado junto com o presidente, o secretário e o tesoureiro do seu partido, no poder, e dirigentes de outros partidos cooptados, cometerem crimes de peculato, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro, em nome de uma ‘revolução socialista’?
Encontramos ao longo da História floreios mitológicos de aventureiros com o casaco do inglês Robin Hood, bandoleiro que roubava dos ricos para dar aos pobres. Também muitos oportunistas políticos constroem para si lendas semelhantes.
Registramos exemplos de ‘expropriação’ em processos revolucionários para financiar organizações políticas. Dizia-se que Stálin foi assaltante de estradas; que Mussolini roubou a caixa de um sindicato para abrir um jornal; e, recentemente que as Farc colombianas, transformaram-se de libertárias em traficantes de drogas…
Temos fantasias desse tipo na América Latina. Caudilhos e líderes contestadores, com raríssimas exceções, tornam-se ególatras, implantam ditaduras, estimulam o culto à personalidade e… Enriquecem, ou ficam muito mais ricos se originários de classes abastadas.
Na linha de tal caciquismo, revelou-se entre nós um desses tipos, o carreirista de nome José Dirceu, perfilado num pensamento de Confúcio: “Homem de palavra fácil e personalidade agradável”. Sobre tal figura, o sábio chinês alerta seus discípulos: “Ele raras vezes é homem de bem”.
Dirceu, dissimulado e farsante, criou um projeto de poder aproveitando-se da desonestidade reinante na Câmara Federal: formou uma quadrilha para assaltar o Erário e comprar apoios, com o propósito de manter e ampliar hegemonicamente o poder.
Esse empreendimento fortaleceria de imediato o Governo Lula, mas seu fundamento era a sucessão do sindicalista do ABC por si próprio. Conquistou sequazes com um argumento falsamente ideológico: cumpria uma ‘ação revolucionária’ comandada pelo núcleo dirigente do PT.
Como? Roubar dinheiro público enquanto governo? Constata-se – e agora está gravado pelo Supremo Tribunal Federal – que a ‘ação’ era fraudulenta, aética, imoral e ilegal, pois atentatória à Constituição e à República.
Hoje, além da maioria dos ministros do STF, essa conclusão é de quase unanimidade nacional. O Mensalão, como foi batizado o feito do núcleo dirigente do PT, não é condenado por anti-petistas, direitistas, reacionários, nem é moralismo pequeno-burguês.
Muitos petistas condenam a delinqüência explícita da tróica Dirceu-Genoíno-Delúbio, excluindo-se apenas a militância aparelhada no Governo e os partidos fisiológicos mamando nas tetas do governo.
Há pouco, chegou-me às mãos um material analítico datado de outubro, distribuído ‘no partido interno’ (lembram-se do ‘1984’ de Orwell?). Considero-o importante de ler, analisar, refletir e criticar.
É o “Roteiro para sobreviver ao julgamento do Mensalão”, assinado pelo professor Marco Aurélio Nogueira, intelectual gramsciano, indiscutivelmente um simpatizante ‘não-lulista’ do PT, e talvez militante do partido, embora não declare.
O texto traz uma afirmação benévola: “O PT não é igual ao Mensalão”, considerando um absurdo, antidemocrático e falso, reduzir o partido à delinquência. Com isso, tropeça na realidade, porque o PT e os petistas liderados por Lula da Silva, assumem o ato de delinqüir, tratando os mensaleiros condenados no STF como ‘heróis do povo brasileiro’.
Este epíteto é mais do que uma expressão afetuosa do lulismo para companheiros; trata-se de cumplicidade e, em minha opinião, um acinte à nacionalidade e a toda história das lutas patrióticas e populares do povo brasileiro, dos nossos verdadeiros heróis e mártires.
Mesmo com a intervenção auxiliar, o professor Marco Aurélio Nogueira, com honestidade intelectual, admite que “O núcleo político que dirigia o partido não soube distinguir as fronteiras entre negociação e negociata”, e acrescenta: “Negociações políticas não podem envolver dinheiro, repasses de milhões e empréstimos fraudulentos, seja por motivo que for”.
Ainda bem que ainda há nos círculos ‘de esquerda’ gente assim. É uma garantia contra os planos totalitários da camarilha de Dirceu, que além da sedição contra a República investem contra a imprensa e toda liberdade de expressão.
Isto é para mim é um alento, pois penso como Ibsen: “Mais do que a liberdade, amo a luta pela liberdade”…
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