Comentário
BARRABÁS
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br)
“Todos os nossos dias e em vários momentos chega-nos a pergunta: “Cristo ou Barrabás?
(Daniel Brito)
Ao decidir como relator de um agravo, o ministro Celso de Mello usou a frase latina “nemo auditur propriam turpitudinem allegans” (“Ninguém pode se beneficiar da própria torpeza”), o princípio do Direito Romano que é repetidamente alardeado nos círculos jurídicos.
Somente o termo torpeza é um tanto inusual, e por isso deve ser traduzido como “desonestidade”, “falta de compostura”, “indecência”, expressões diretas que são rejeitadas na Magistratura para esconder do povo os seus segredos. Por isso, usam sentenças no latim.
No caso em pauta, perdoem-me a licença imaginativa, a pomposa frase certamente era usada por Pôncio Pilatos, governador na província romana da Judeia, execrado historicamente por ter sido o juiz que sentenciou Jesus Cristo a morrer na cruz; hoje, comparado com alguns magistrados do STF, readquire o respeito dos cristãos.
Aliás, nas igrejas cristãs Ortodoxa e Copta, Pilatos foi reabilitado, e até canonizado pela Igreja Etíope, junto com a sua mulher Santa Prócula. Os teólogos orientais concluíram que ele nada fez senão cumprir o que estava programado por Deus.
Esta absolvição deve-se ao lado humano, generoso de Pilatos, que tentou salvar Jesus a pedido da esposa Cláudia Prócula. Lembrou-se do indulto, costume judaico de soltar um preso na Páscoa, e então pediu ao povo para escolher entre Barrabás, ladrão e assassino, ou Jesus, chamado Cristo.
A multidão, agitada pelos ministros do Sinédrio liderados por Caifás, e pelos profanadores do Templo expulsos por Jesus, escolheu Barrabás; assim, Cristo foi entregue aos soldados para ser crucificado. O apócrifo “Evangelho de Nicodemos” aponta nos “Atos de Pilatos” que a condenação do Cristo é exclusiva dos fariseus.
Atualmente, no campo das leis, é clara a preocupação dos defensores do direito para que seja coibido qualquer ato de abuso de confiança, mesmo aparentemente legal. Mesmo assim, sob críticas de entidades representativas da magistratura e da advocacia, e a ampla condenação da opinião pública, vêm ocorrendo excessos inconvenientes.
Só se desviam dos princípios consagrados na Constituição com respeito à liberdade de expressão e à liberdade de imprensa, jornalistas mercenários e profissionais corporativistas, uns ganhando para calar e outros atacando para se defender.
É por isto que me faço presente nesta luta pela Democracia que sofre ataques pontuais de fascistóides. Assim pede a consciência de um patriota que se coloca acima dos partidos e das personalidades políticas.
Aos cristãos de todas as denominações que atravessam esta Semana Santa que não ouçam os caifazes condenando Cristo e libertando Barrabás. É um apelo feito com amor no coração, para que todos engrossem a procissão da Liberdade, cantando o hino da “Censura Nunca Mais! ”
O EXEMPLO DO CAVALO
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“Só a experiência própria é capaz de tornar sábio o ser humano”. (Sigmund Freud)
A visão de “mal” quer nos levar à “democracia chavista” a falaciosa definição da ditadura de Maduro que o PT e PCdoB defendem, apoiando o regime que reprime, mata e submete os opositores aos tribunais de exceção, de onde foram excluídos os juízes cumpridores da Justiça.
Está sendo avaliada, nesta eleição, a poeira fascistóide difundida pelo lulopetismo, que faz a política do “nós contra eles”, tem no seu programa o controle dos meios de comunicação e quer – como nas ditaduras que admira –, a submissão do povo ao partido e ao Estado.
Há muitos outros exemplos do que é o “mal” entre nós, que, para vê-los e expurgá-los, temos que enfrentar a blindagem da alienação que impede a distinção do que é bom ou mau, certo ou errado, moral ou imoral.
São os alienados, por ignorância ou desinformação, que alimentam os males que afligem o Brasil. Essa herança maldita da Era Petista se reflete principalmente nas universidades, entre os analfabetos funcionais, que não viram a corrupção e a sua herança maldita, o desconserto da economia, as obras inacabadas e o desemprego.
Assim, vemos no nosso país a reprodução mitológica dos males que escaparam da caixa de Pandora, e a compaixão de Prometeu pelos seres humanos, ao descer à Terra para estimular na consciência humana o combate contra a maldade.
Prometeu se aliou com a Esperança, virtude que restou no fundo da caixa de Pandora quando os males escaparam dela, e está viva na liberdade de pensar dos homens e das mulheres que não se submetem aos grilhões da alienação.
Na campanha eleitoral que vivenciamos, está depositada em nossas mãos a oportunidade de derrotar e mudar a triste realidade que dividiu o nosso País com a luta de classes e os confrontos de gênero, de racismo e das opções sexuais.
A luta contra este “mal” é felizmente liderada por Jair Bolsonaro, o Prometeu redivivo que vai derrotar a demagogia, a fraude, os privilégios, a ganância dos pelegos e o populismo barato dos semeadores da discórdia.
Cabe aos patriotas de todos os partidos, de adoções filosóficas diferentes e de religiões diversas unir-se e comparecer às urnas eleitorais para votar em Bolsonaro, seguindo o exemplo do médico gaúcho da fronteira e guardião das tradições dos Pampas que se definiu:
Disse: – “Votando no Bolsonaro, posso até cair do cavalo, mas votando no PT tenho certeza de que “elles” vão roubar meu o cavalo e sua sela…
O COELHO E A CARTOLA
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“Não precisamos de magia para mudar o mundo. Nós já carregamos todo o poder que precisamos dentro de nós mesmos”. (Harry Potter – JK Rowling)
O notável escritor norueguês Joistein Gaarder, no seu livro “O Mundo de Sofia”, levantou a lebre (sem trocadilho) ao dizer que para muitos a vida é tão incompreensível quanto o coelhinho que um mágico tira de uma cartola.
Trata-se, porém, de um truque de mágica, e seu segmento que mais surpreende e causa espanto, o Ilusionismo. É quando a destreza do mágico que dá a ilusão de desafiar as leis da física quando, na realidade, é apenas uma arte performativa.
Os mágicos são reverenciados no mundo inteiro pelas suas habilidades; na Federação Internacional das Sociedades Mágicas está a sua representação e é para uma das suas promoções, “Campeonato do Mundo de Magia FISM” que desejo inscrever a intelligentsia lulopetista pela sua prestidigitação eleitoral…
Vejam como manipulam as cores de uma maneira para nenhum daltônico por defeito: foram do vermelho para o verde-e-amarelo com um passe de mágica; e, mais ilusoriamente trocaram a estrela vermelha pela esfera azul celeste estrelada da Bandeira Nacional…
A performance camaleônica é incrível. Escamoteou três vezes um programa de oitenta e tantas páginas, escondendo o apoio à ditadura Maduro, a proposta de controle da mídia e a convocação no mais puro estilo ditatorial de uma “constituinte exclusiva”.
“Elles” merecem o prêmio, sem dúvida, personalizados pelo Poste nº2 de Lula e suas palavras fluidas ao vento sobre o seu adversário. Não é fácil esconder que é manipulado de dentro da cadeia por um condenado, preso por corrupção…
Com que facilidade ele oculta enganosamente os depoimentos de Antônio Palocci, que foi um todo poderoso ministro dos governos petistas e revela o elo dos governos Lula e Dilma com corrupção na Petrobrás, e a edição de medidas provisórias com objetivo de financiar a eleição de Dilma.
Palocci afirmou – e Ciro Gomes confirmou – a participação numa reunião com Lula e Dilma em 2010, quando se discutiu propina de R$ 40 milhões para financiar a atividade política do PT.
Com que simplicidade o Poste nº2 agiliza mentiras, como o fraudulento ataque usando uma doidinha que riscou no próprio corpo uma suástica para acusar os seguidores de Bolsonaro! E a desfaçatez para arrancar aplausos de sua claque criando, com o irresponsável cantor Geraldo Azevedo, uma tortura executada em 1969 pelo general Mourão, que na época tinha apenas 16 anos e ainda não ingressara no Exército!
Que mágicas! Será como tirar o coelho da cartola tentar atrair religiosos citando a Bíblia com textos do Alcorão ou do Talmude incitando a eterna briga de judeus e muçulmanos, com seus “teólogos” cada qual defendendo o seu lado…
Às vezes, com a dissimulação do Poste nº 2 para iludir o eleitor, os truques exigem a composição de um parceiro para o estratagema, como o que mascarou o milagre da participação da candidata comunista à vice-presidente, ir à missa, contrita, com os olhos elevados para a divindade… Ou seria por ter tirado da cartola uma dose do “ópio do povo” que o Santo Marx negou aos que o veneram?
GUERRA DE GUERRILHA
MIRANDA SÁ (mirandasa@uol.com.br)
“Estamos agora novamente num tempo de guerras de religião, mas a religião agora é chamada de “ideologia” (Bertrand Russell)
O desespero do lulopetismo chega às raias de surto psicótico. Não satisfeitos em criar fatos imorais para atacar Bolsonaro, os cultuadores da personalidade do presidiário Lula, preso por corrupção, promovem uma verdadeira guerra de guerrilha na sociedade.
Se o Poste nº2 de Lula não tivesse jogado a Bíblia doada por um puxa-saco em Fortaleza, no lixo, aprenderia nela uma lição que impediria a briga de irmão contra irmão, na história de Caim e Abel. Ali encontramos o assassinato movido pelo ódio invejoso.
O mesmo ódio de Caim que se repete ao longo da História, e agora no Brasil envenena os que ocuparam o poder por 14 anos, se locupletaram, e não querem perder as “boquinhas”. Fazem de tudo para conservar e ampliar a ocupação do governo e do estado.
A última maldade veio do cantor Geraldo Azevedo acusando o general Mourão de tê-lo torturado ao lado do coronel Ustra foi um mergulho no caldeirão de chumbo derretido do Inferno, porque Mourão tinha apenas 16 anos na época e não estava nas fileiras; mas ficou pior: como aquele meteoro que extinguiu os dinossauros, o Poste nº2 caiu num estúdio de televisão e repetiu dolosamente o crime contra a honra de um oficial general do Exército Brasileiro.
Assim, a guerra de guerrilha estoura nos quatro cantos do País, deliberada e organizadamente. Vão estrebuchar até o fim, tentando manter as benesses, as mordomias e as propinas.
Move-a os acumpliciados com a corrupção, uns fanáticos pela ideologia degenerada do stalinismo; outros, com a agonia dos afogados pela onda popular; e os restantes, por serem apenas peças do maquinismo partidário.
Nas ruas, exibem sobre as camisas de “lula livre”, de Che Guevara e de Frida Khalo, o adesivo do poste; passam olhando os demais de cima para baixo, com ar de superioridade… E estão derrotados, imaginem se estivessem ganhando!
Os fanáticos sebastianistas, coitados, ficam na sua psicopatia esperando a volta do Pelegão, mas Lula está preso, babacas… Enquanto isso, o comando narco-populista, calculista, prepara ações capazes de provocar um fato novo; falam num atentado a Lindbergh Farias, que ninguém o quer morto, mas processado e preso por corrupção.
Temos uma guerra de guerrilha contra quem ameaça o fim da roubalheira institucionalizada na Era Petista, a extinção do fundo sindical e a prisão dos corruptos e corruptores, como o Pelegão, que levaram o Pais à maior crise da sua História.
Uma das escaramuças ocorreu comigo. Fui ao supermercado com a camisa da seleção brasileira, que venho usando para contrabalançar com os agitadores do M’Aldade, que são poucos, mas ruidosos.
Então, um sujeito que nunca vi na vida, me abordou e perguntou se eu ia votar no “fascista, golpista, homofóbico, machista e racista Bolsonaro. Eu fugi da briga e disse apenas que – “O voto é secreto”. Inconformado, ele usou contra mim os mesmos xingamentos.
Aprendi na minha longa vida não esquentar com ofensas. Confúcio ensinou que “ser ofendido não tem importância nenhuma, a não ser que nos continuemos a lembrar disso”. Assim, relego os insultos e não guardo mágoas.
Entretanto, costumo pensar como seria o inverso da situação; imaginei a hipótese de chegar alguém devidamente encamisado e adesivado e perguntasse: – “Você vai votar no Poste nº2 de Lula, um fantoche corrupto, falso, homicida, idólatra, mentiroso e vigarista?
DO OUTRO LADO
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
“O bom ladrão salvou-se. Mas não há salvação para o juiz covarde” (Rui Barbosa)
Desculpem-me os “especialistas”, “juristas”, “papistas”, “sofistas” e “vigaristas”, mas não vejo, como vocês, uma ameaça à ditadura. Do outro lado, acho que juízes do STF trazem muito mais perigo para democracia soltando bandidos corruptos presos do que discursos políticos.
E não seleciono diatribes contra o Supremo. Ouço-as da direita e da esquerda, vejo-as diariamente pelas redes sociais. Estou do outro lado daqueles que usam tapa-olhos para enxergar seletivamente o que vem da família Bolsonaro, que, sem dúvida, tem boquirrotos como os Gomes do Ceará ou os Calheiros das Alagoas…
Ainda não se passaram 30 dias quando, em entrevista ao jornal El País, o ideólogo petista José Dirceu, condenado por corrupção e solto por benesse de um ex subordinado seu, hoje ministro do STF, disse que “é uma questão de tempo. Aí nós vamos tomar o poder, que é diferente de ganhar uma eleição”.
Nenhum togado viu nestas declarações uma posição “golpista”.
Outro eminente hierarca do Partido dos Trabalhadores, deputado e advogado do corrupto Lula da Silva, preso em Curitiba, Wadih Damous declarou um pouco antes, no mês de abril, que “Nós temos de redesenhar o Poder Judiciário e o papel do Supremo Tribunal Federal. Tem de fechar o Supremo Tribunal Federal”.
Nenhum togado viu nestas declarações uma posição “golpista”.
Agora, no calor da campanha, o deputado Eduardo Bolsonaro, perguntado numa exposição para estudantes como ele viria a cassação do registro do seu pai, Jair Bolsonaro, candidato à presidência da República, disse que a revolta popular seria tão grande que o STF deveria ser fechado. E para isto, acrescentou grosseiramente, basta ‘um soldado e um cabo’.
Aí o cenário político virou uma Hiroshima depois da explosão atômica! Como baratas tontas, os meritíssimos ministros do Supremo, Alexandre de Moraes, Celso de Mello e Dias Toffoli exageraram em demasia na “defesa” da Democracia. O decano, Celso, classificou a fala do Deputado como “inconsequente e golpista”.
A imprensa (até seria dispensável falar desta coisa abjeta, mas vá lá), produziu um estardalhaço! A fala de Eduardo foi manchetes em caixa alta dos jornalecos sucursais do Sistema Globo e repetida à exaustão nos noticiários de tevê.
É este o cenário político no infeliz Brasil que resta dos 14 anos de poder da pelegagem petista que, além do assalto ao Erário e roubos no Executivo e nas empresas estatais, foi dividido pelo bando lulopetista entre “nós” e “eles”, e miseravelmente, entre homens e mulheres, brancos e negros, católicos e evangélicos, minorias desgraçadas e maiorias privilegiadas…
E é inegável também que a política adentrou no STF e a Justiça está em dúvida se fica ou abandona o recinto; e, que Deus me perdoe se é pensar em golpe, mas me convenço a cada dia que é necessária a remodelação da Suprema Corte.
Eu, que há muitos anos repudio qualquer tipo de autoritarismo e totalitarismo, repetindo diariamente o refrão “Ditadura é ditadura, sem adjunto adnominal. Seja de direita ou de esquerda sou contra! ”, ponho a Democracia e a Liberdade acima de tudo.
Sou incapaz de desejar um golpe; mas, por outro lado, diante da seletividade covarde dos doutos “especialistas”, “juristas”, “papistas”, “sofistas” e “vigaristas”, acho que não merecem perdão pelo mal que estão fazendo ao Brasil.
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BOLSONARO ARRASOU!
MIRANDA SÁ E-mail: (mirandasa@uol.com.br)
A Matemática apresenta invenções tão sutis que poderão servir não só para satisfazer os curiosos como, também, para auxiliar as artes e poupar trabalho aos homens. (Descartes)
Foi inesperado o resultado das urnas na eleição do dia 7 de outubro, com Jair Bolsonaro conquistando 49.275.358 votos, seja 46,03% dos votos válidos, enfrentando uma acirrada eleição na UTI de um hospital após o atentado sofrido por um terrorista de extrema esquerda.
Incrível que sem a organização de um partido grande, sem dinheiro e pouco conhecido no Norte e no Nordeste, Bolsonaro foi ao segundo turno enfrentado o maior partido da esquerda, com financiamento incalculável e apoio da chamada “grande mídia” e de pesquisas suspeitas.
Como a matemática enfeita a informação, e segundo Platão, “Os números governam o mundo” não dá para comparar pela extemporaneidade, os pleitos com Getúlio Vargas (1950) e Juscelino Kubitscheck (1955) que obtiveram respectivamente nas suas eleições 3.849.040 e 3 077 411.
Passando a lembrança na chamada redemocratização, tivemos Fernando Collor (1989) com 35 089 998, e Fernando Henrique Cardoso (1994), 34 350 217 e na reeleição (1998) 35 936 540.
Lula conhecidíssimo e explorando o vitimismo da perda de três eleições, apoiado pela Igreja Católica, ajudinha por debaixo do pano de FHC, os movimentos sociais e todos os partidos da chamada esquerda, teve em 2002, 52.793.364 votos; e mais perto no tempo, vimos Dilma, o primeiro poste plantado no auge da sua popularidade, elegeu-se no 2º turno com 55 752 529.
Segundo o depoimento do ex-ministro petista Antônio Palocci, o PT gastou nas duas eleições de Dilma um bilhão e seiscentos milhões de reais. Sendo em grande parte vinda de propinas das empreiteiras e assalto à Petrobras em 2010 e em 2014 quando na reeleição obteve – 54.501.118 votos.
Como se vê, Bolsonaro arrasou em quase todas as regiões do País e penetrou pela coragem e valor cívico dos seus seguidores no Nordeste. Não é por acaso que os bolsonaristas estão em festa. Não é brincadeira ter a metade do eleitorado ao seu lado.
E mais do que em festa, os eleitores de Bolsonaro já estão em campanha para derrotar de uma vez para sempre o bando impatriota que queima as bandeiras do Brasil, apoia o ditador Maduro, menosprezando o sofrimento dos venezuelanos, e quer implantar na nossa pátria o “socialismo do século 21” versão narco-populista do stalinismo.
Cony evitava ser “refém de Dilma e Lula” (O Antagonista)
Em setembro de 2016, Carlos Heitor Cony escreveu o seguinte sobre Lula na Folha:
“Não lhe adianta acusar as elites, o imperialismo e os golpes que alega estar sofrendo.
Na sua primeira investida rumo ao poder, era um líder respeitável e pobre. Levado pelo seu primeiro secretário de imprensa, o elegante Ricardo Kotscho, cheguei a comprar uma camisa do PT para ajudar a sua eleição. Apesar da minha modesta contribuição, ele não se elegeu (votei em Brizola) e deixou de vender camisas, inaugurando uma corrupção que não soube parar e que agora o atinge pessoalmente. A pobre e solitária camisa, que lhe comprei e nunca vesti, não pode concorrer com o mensalão, o petrolão e a Lava Jato.”
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VOTO DISTRITAL
Trazendo o subtítulo “Este Me Representa” – o livro do economista e pensador político Antônio Figueiredo, chegou-me à mão por cortesia do autor; a quem agradeço duplamente: pela preciosidade do texto e o gentil oferecimento.
A linguagem escrita traz a simplicidade que agradaria ao seu epigrafado, o imortal poeta Olavo Bilac: Atende ao adulto sedento de informação, e à criança, com desenhos e gravuras para estimular a busca do conhecimento que lhe faça amar “com fé e orgulho” a nossa Pátria.
Valoriza ainda mais o importante e atual trabalho de Antônio Figueiredo a presença de dois conhecidos participantes das redes sociais; o jornalista Sando Vaia, falecido, mas ainda vivo na nossa memória pelas brilhantes intervenções político-filosóficas, e o professor José Carlos Bortoloti, mestre insuperável nas lições que oferece, por amor à cultura, no Tuitter.
O voto distrital é uma proposta que sobrevoa o desejo de aprimorar a representação política no Brasil, tão vilipendiada pelos partidos existentes, mantenedores do ‘status quo’; e desprezada pelos políticos profissionais corporativistas, fisiologistas e nepotistas.
A tese defendida por Figueiredo é clara e concreta; melhor ainda é a crítica contundente ao sistema vigente, com a análise acurada de situações insólitas. Mais além da avaliação da conjuntura, encontra-se propostas exequíveis, didáticas, fáceis de assimilar sem o rebuscado do ‘economês’, ‘juridiquês’ ou ‘politiquês’ que engrossam os chamados ‘livros técnicos’.
Folheei o “Voto Distrital” pensando em deixar para lê-lo mais adiante. Não resisti. Fui hipnotizado na abertura com um bico de pena de São Paulo em 1821 e a afetuosa Chamada “O cercadinho do meu Distrito”; daí sucedeu o prólogo autobiográfico, a Apresentação direta sem mi-mi-mi e o retalhamento federativo do Brasil.
Acompanhando esta obra de referência, Figueiredo anexou uma cartilha com notas explicativas sobre o voto distrital, um beabá para quem ainda não estudou o problema, embora revoltado contra o quadro eleitoral ainda dominado por facções ou grupos familiares sem autenticidade para nos representar.
(“Abro um parênteses para dizer que quando me aconselharem a ver um filme, não detalhem suas qualidades essenciais, a atuação dos personagens, os cenários e a trilha musical. Se me contarem o final, eu esgano!”)
Por pensar assim, creio que para penetrar na alma do livro e no pensamento vigoroso do autor teria que reproduzi-lo palavra por palavra, ou calar-me para sempre… rsrsrs.
Dessa maneira, aconselho aos interessados numa leitura recompensadora a comprar o livro na livraria de sua cidade, não percam; é leitura obrigatória para quem quer um Brasil melhor para nós, nossos filhos e netos. MIRANDA SÁ
INFELIZ ANO VELHO
Balanço & Esperanças
Dilma Rousseff ocupa a presidência da República ilegalmente, pois sua campanha foi financiada por propinas no esquema de corrupção da Petrobras, para não falar das promessas mentirosas.
De positivo não se aponta uma só realização do seu governo no infeliz Ano Velho de 2015, mas quanto os erros, desleixos, incompetência e corrupção, ela nos trouxe embrulhados no papel celofane da falsidade
Os presentes de Natal da falsa “gerentona” já foram divulgados amplamente pelas redes sociais, mas não custa anexá-los:
BALANÇO
- Rombo de R$ 120 bilhões nas contas públicas;
- Maior inflação dos últimos 12 anos e o menor PIB entre os países emergentes;
- Desemprego galopante e diminuição da renda dos assalariados;
- Corte de R$ 2 bilhões na Educação, sob o silêncio dos pelegos da UNE e UBES;
- Fronteiras escancaradas ao tráfico de drogas e armas;
- Hospitais fechados ou em espiral falimentar sem os itens básicos de tratamento;
- Assalto aos fundos de pensão e fim da Petrobras pela corrupção lulo-petista;
- Sucateamento das FFAA, das Agências reguladoras e do transporte público;
- Fim da confiança e credibilidade do Brasil no concerto das nações;
- Uso criminoso do FGTS sem protesto dos pelegos das centrais sindicais;
- Tentativas de ressuscitar a CPMF e tirar a aposentadoria dos trabalhadores;
- Crime inominável contra a Lei da Responsabilidade Fiscal – As “Pedaladas”.
Como tudo que tem começo tem fim, eu desprezo o entreguismo dos fanáticos ou oportunistas subservientes da Pátria Grande dos ditadores latino-americanos, desejando aos patriotas brasileiros que me seguem e aos 93% que desaprovam o PT-governo, a renovação da esperança no futuro próximo.
Será no impeachment da Presidente que cometeu crimes contra a Lei de Responsabilidade Fiscal e é leniente com seus parceiros enriquecidos pelo assalto do Erário, ladrões do patrimônio nacional, beneficiários de fundos perdidos, e aproveitadores de verbas públicas através das entidades fraudulentas, autodenominadas “do movimento social”.
ESPERANÇA
Que o Ano Novo de 2016 retome o respeito ao trabalho e não à esperteza de vigaristas públicos e privados… Que os trabalhadores autênticos defendam seus direitos e a pelegagem seja esmagada pelo rolo compressor da História.
Assim, registro o abraço solidário aos resistentes, que não se locupletam neste governo infame, nem abandonam os ideais de Justiça, Liberdade e respeito à pessoa humana.
MIRANDA SÁ, jornalista.
TELEVISÃO
O consumidor tem direitos na telinha?
É claro que ninguém fiscaliza os canais pagos de TV, sejam nacionais ou estrangeiros. Os inúmeros que o Grupo Globo mantém, então, nem falar. Sei que não estou sozinho e estou principiando uma campanha procurando os direitos do consumidor. Espero que tenha repercussão.
Não bastasse a irritante vigarice dos canais norte-americanos (talvez de chineses ou japoneses) que forçam a barra para nos impingir algumas séries idiotas para atender o benevolente público americanos cujo gosto é diferente do nosso.
É impossível que ninguém proteste contra os canais Space, TNT e Warner, (entre todos os outros) que esnobam com a cara da gente repetindo filmes. O Space reprisou no ano passado 129 vezes a meia dúzia de versões do Harry Porter; seja, mais ou menos um terço dos dias de 2014.
Sem falar do Syfy, que vende caro a série “Guerra nas Estrelas”, levado ao vídeo 96 vezes no mesmo período; e ainda o charlatanismo da Warner, que já passou o “Alexandre” nos últimos cinco meses 21 vezes…
Os canais History, então, degeneraram. Iniciaram com apresentações sérias, culturais, no campo da própria História, do teatro e da pesquisa. Hoje forçam o vuco-vuco do Trato Feito, ou encenam garagens, ou procuram “relíquias” para o shopping.
Em termos nacionais salvam-se os jornais, embora de vez em quando nos irritem pela repetição de fatos e casos que empobrecem o noticiário. Distinção para a Globo News, a Band e a Cultura, que merecem aplausos.
A TV-Globo é um caso à parte. Perfeccionista na tele-dramaturgia, se perde pela exibição de material comprado no exterior por gente que não tem a menor sensibilidade. A Globo News, sinceramente, vem também deperecendo. Atualmente entre seus programas realçam o “Em Pauta” e o “Manhattan Connection” e mais uma meia dúzia de três ou quatro… O “Navegador” que propôs navegarmos por mares além, mas navega para dentro, trazendo o pessoal da casa que nada tem a acrescentar, como a Regina Casé…
Esta semana tive pena do jornalista Mário Sérgio Conti, um erudito bem informado, entrevistando a socióloga Silvia Viana, que me pareceu aluna de Marilena Chauí pelos clichês e a falta de “sociologia”. Num marxismo vulgar omitiu o espontaneísmo das manifestações de Junho/13, do impulso popular acima e contra os partidos, e negou que os Black-blocs arruaceiros vieram para afastar o povo. Disse que o esvaziamento dos protestos foi por medo da polícia!!!
Os bate-papos inteligentes de Roberto D’Ávila e as reportagens engenhosas e argutas de Fernando Gabeira cederam lugar à promoção de livros publicados para ocupar o vazio das estantes… A tal entrevista de Conti, por exemplo, lembrou-me os locutores que levam um jabaculê para divulgar músicas que ninguém canta… (MS)
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