Juca Kfouri comenta…
Noite de sábado na Série A

A torcida do Sport parece que fez o que Nelsinho Batista não fez: se o técnico escalou o que tinha de melhor para pegar o Vitória, o torcedor se guardou para o jogo contra o Vasco, na quarta-feira, pela Copa do Brasil.
Apesar disso, foi o maior público do sábado, com 19.104 pagantes, mais que os 14.296 do Mineirão e bem mais que os apenas 6.032 de São Januário.
Resultado: 0 a 0, com pouca pressão e, pelo menos, uma grande defesa do goleiro baiano Viáfora no clássico nordestino.
O Vitória teve um gol anulado no fim por falta na conclusão do lance e o Sport teve um pênalti não marcado a seu favor em seguida.
Mas, no mínimo, o mais justo teria sido um empate com gols.
Já no clássico nacional, o Cruzeiro mereceu amplamente derrotar o misto do Botafogo no Mineirão, por 1 a 0, gol de pênalti de Guilherme, ainda no primeiro tempo.
Não fosse o goleiro Castillo, que voltou, o Glorioso teria sido goleado, mas ele é pago para defender e os atacantes do Cruzeiro para marcar, o que não tiveram de competência de fazer em diversas ocasiões, numa partida agradável de ser vista.
Carlos Alberto estreou. Estreou?
Também foi agradável a partida de São Januário, o clássico colonial, que teve a Lusa mandando no travessão logo de cara, mas o Vasco, com força máxima mandando no jogo até fazer 2 a 0, com Leandro Amaral e Edmundo, um em cada tempo.
A Portuguesa descontou de pênalti, e Edmundo, no fim, fez 3 a 1, com justiça absoluta.
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