FRASES DO DIA DA VERGONHA NACIONAL

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“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto”. Ruy Barbosa, patrono do Senado Federal

“Ontem, exatamente às 12:09 (meio-dia e 9 minutos), começava a mais vergonhosa, inédita e destruidora sessão do Senado”. Hélio Fernandes, jornalista

“Absolvição foi o atestado de óbito do Senado”. Chico Alencar, deputado federal

“O dia em que o Senado livrou Renan Calheiros da cassação é um momento vergonhoso na história do Legislativo brasileiro”. Editorial da Folha de São Paulo

“Por baixo do pano e por cima das conveniências, predomina a necessidade de manter um grupo no poder por 20 ou mais anos. Para isso, é necessário ter um Senado -e também uma Câmara- desmoralizado”. Carlos Heitor Conny, jornalista

“Ninguém ganhou. Perdeu a sociedade, que ainda mantinha esperança de que os senadores decretassem o retorno da ética. O país chora, neste day after a morte do Senado da República. Mas o calvário de Renan, do Senado e do país não terminou. A Casa perdeu o instinto de sobrevivência”. Editorial do Jornal do Brasil

“Estou muito infeliz, incapaz de escrever o que quer que seja. Amanhã é outro dia.” Lúcia Hippólito, jornalista e historiadora

“Votação mostra que senador é o homem certo no lugar certo”. Jânio de Freitas, jornalista

“Minha primeira reação foi de nojo. Depois me senti ofendida quando o senador Almeida Lima (PMDB-CE) disse que a absolvição de Renan é uma vitória do povo. É um insulto, isso sim. Aquilo não foi uma sessão secreta, foi clandestina”. Maria Victória Benevides, cientista polkítica

“Ninguém pode comemorar, a não ser o réu, o fato de continuar senador. A maioria do Senado não se dá ao respeito”. Dora Kramer, jornalista

“Por violar o sigilo da votação que aprovou a cassação de Luiz Estevão, ACM teve de renunciar ao mandato. Se repetisse agora a irregularidade, e revelasse como votou cada senador, viraria herói nacional: milhões de brasileiros estão ansiosos por saber quem são esses 40 de Renan.
Augusto Nunes, jornalista

“Ideli Sanvatti (PT-SC), que, na sessão secreta, discursou em favor de Renan, em público disse que a absolvição não pode ser debitada ao seu partido”. Josias de Souza, jornalista e blogueiro

“Há outras representações contra Renan no Conselho de Ética. Parece evidente que elas ficam um tanto enfraquecidas. Até porque a novela já se estende além da conta, levando todos ao cansaço. Faltam evidências contra o senador? Ao contrário: elas abundam”. Reynaldo Azevedo, jornalista e blogueiro

“Chamados de bisbilhoteiros, os deputados chegaram a dizer, como Gabeira, que seriam os olhos e os ouvidos da nação, ou seja, estavam prontos para revelar à imprensa e à opinião pública tudo o que vissem e ouvissem”. Carlos Chagas, jornalista

“A falta de vergonha só aumenta quando se lembra que 41 senadores anunciaram à Folha que votariam pela cassação. Só 35 mantiveram a palavra. Não chega a ser uma surpresa ligar político à falta de palavra. Mas o descaramento não precisava ir tão longe”. Clóvis Rossi, jornalista

“No PT, Mercadante era o exemplo vivo da realpolitik desavergonhada do governo, tentando justificar a posição constrangedora”. Igor Gielow, articulista do Estadão

“Foram duas as agressões: a primeira, escancarada, foi a absolvição do presidente do Congresso, Renan Calheiros, que segundo a Polícia Federal cometeu vários ilícitos. A segunda agressão, mais grave, aterradora, pode ser chamada de “apagão” institucional. O Senado da República foi convertido desde a terça feira num verdadeiro porão – fechado, lacrado, blindado ao escrutínio da sociedade, ilha autoritária em plena Praça dos Três Poderes”. Alberto Dines, jornalista (Sanatório da Imprensa)

“O destino do presidente do Senado foi selado ontem no primeiro dos quatro processos que pesam contra ele por quebra do decoro parlamentar pelo voto da covardia”. Dora Kramaer, jornalista

“Indalécio Garanhuns, Alceu Cubano, Genuíno Cajueiro, Silvério Rural, Conúbio Menzoloto, todos brasileiros, salteadores, residentes nos endereços A, B, C, D, E, portadores das cédulas de identidade 171, 288, 312, 317 e 333, expedidas pelo IFP, inscritos no CPF/MF sob nº 1, 2, 3, 4, 5, respectivamente, concertam nesta data e local a fundação de uma quadrilha de ladrões, com sede em Brasília, setor X, quadra Y, que funcionará por tempo indeterminado”. Antonio Sebastião de Lima, articulista da Tribuna da Imprensa

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