Juiz concede controle sobre bens de Michael a dois executivos
Branca, que durante anos cuidou dos assuntos de Michael, e McClain, diretor de uma gravadora e amigo do artista, terão poderes para vender ou fazer aplicações com os ativos do cantor.
Beckloff marcou uma nova audiência para o próximo dia 3 na qual tomará uma decisão final sobre quem terá o controle permanente e de que maneira se exercerá essa autoridade sobre os bens do artista, segundo informaram os advogados de Katherine à saída do tribunal.
Os advogados da família Jackson asseguraram que não questionarão a validade do testamento, mas deixaram claro que estarão muito atentos à administração do patrimônio deixado pelo artista a fim de proteger seu legado e a herança que tem como destinatários a mãe, os três filhos e organizações beneficentes.
A sessão esteve marcada também pela aparição de um segundo testamento de Michael que foi depositado perante a Corte e seria datado de 1997.
O fato de ser anterior ao testamento de 2002 anularia sua vigência.
Segundo o site especializado em famosos TMZ, Michael atualizou o testamento para incluir dois de seus filhos nascidos depois da assinatura do primeiro. Branca também apareceria no texto de 1997.
Burt Levitch, o advogado de Katherine, manifestou a preocupação da família do artista com a nomeação de Branca como administrador da Michael Jackson Family Trust, entidade que agrupa todos os bens do artista.
Levitch questionou a capacidade administrativa de Branca, que aparentemente teria sido afastado de funções de confiança no passado. Porém, a equipe que representa o advogado disse que o artista tinha recontratado o advogado 17 dias antes de morrer.
Uma nova audiência sobre o caso foi marcada para 13 de agosto. Já a custódia dos filhos de Michael será definida na próxima segunda-feira.
No testamento, o artista deixou a guarda dos filhos para a mãe, ou, em caso de impedimento desta, para a cantora e amiga Diana Ross. No entanto, a ex-mulher de Michael e mãe biológica de duas das crianças, Deborah Rowe, pode pedir a custódia dos herdeiros do “rei do pop”.
Fonte: Estadão.com
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