“Vicky Cristina Barcelona” faz graça com a Espanha

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Quarto filme de Woody Allen realizado na Europa, “Vicky Cristina Barcelona” é o mais engraçado produto do diretor nova-iorquino no Velho Mundo, especialmente graças ao casal Javier Bardem e Penélope Cruz. O filme estréia em circuito nacional.

 

Penélope Cruz, aliás, vive uma personagem particularmente descontrolada na pele de Maria Elena, a furiosa ex-mulher do pintor Juan Antonio (Javier), que já enfiou uma faca na barriga dele uma vez.

 

As personagens norte-americanas são as amigas Vicky (Rebecca Hall) e Cristina (Scarlett Johansson). A atriz se tornou figura constante nos filmes do diretor, como em “Match Point” e “Scoop – O Grande Furo”, feitos na Inglaterra.

 

Noiva do certinho Doug (Chris Messina) e formada em Estudos Catalães, Vicky embarca com Cristina para um passeio em Barcelona, cidade onde se hospeda na casa dos tios, Judy (Patricia Clarkson, de “Fatal”) e Mark (Kevin Dunn).

 

Uma vez na ensolarada capital catalã, as moças conhecem o sedutor Juan Antonio, que tenta sua sorte com as duas de uma vez.

 

A recatada Vicky recua, embora atraída pelo espanhol. Cristina vai em frente e os dois acabam vivendo juntos. Felizes para sempre até que Maria Elena entra pela porta da casa, precisando do apoio do ex, depois de mais uma crise depressiva.

 

O que move o roteiro deste 43o. filme de Woody Allen, como sempre de sua autoria, é a ironia sobre o relacionamento amoroso. É como se ele dissesse: se pode estar junto, mas não se pode ficar sem alguém. E os pares se seduzem, se traem, se enganam, separam, tentam de novo, com os mesmos ou com outros parceiros.

 

A vida continua, ainda mais sob o sol de Barcelona – tendo como tema a engraçadíssima canção do mesmo nome, com o grupo musical Giulia y los Tellarini, que a toda hora soa para quebrar qualquer seriedade.

 

 

Fonte: Uol News

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