Comentário (II)
Eclipsou-se um cabo eleitoral de 2010
Dona Dilma retomou à rotina de balanços sobre o PAC, procurando injetar ânimo e confiança no programa estabelecido para impulsionar o desenvolvimento do País e, de tabela, injetar oxigênio em sua candidatura à sucessão do presidente Lula.
O problema é que mesmo antes da crise econômica, mas em especial depois dela, arrefeceu o ritmo das obras e reduziu-se muito a liberação de verbas para elas, sejam federais, estaduais ou municipais. Todo mundo reflui em seus planos, da iniciativa privada ao poder público. Não poderia ter sido diferente com o PAC, ainda que tempo exista, até 2020, para o controle da crise e a retomada dos projetos políticos do governo. A verdade, porém, é que, como cabo eleitoral, o PAC eclipsou-se…
Carlos Chagas, jornalista
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