A SEMANA

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Demétrio Magnoli – “Uma vitória da razão” Para o sociólogo, as últimas eleições mostraram que os brasileiros não se deixam mais levar pela conversa de que toda esquerda é boa e toda direita e má.

 

Geddel, a cara do PMDB – O ministro da Integração Nacional é a melhor tradução do PMDB: um partido bilionário que segue agarrado a Lula, mas poderá se voltar contra o PT em 2010.

 

Remédios: susto difícil de engolir – A quantidade de medicamentos retirados do mercado por causa de efeitos colaterais graves alarma os consumidores e lança a pergunta: até que ponto se pode confiar nos laboratórios? E nos órgãos governamentais de fiscalização?

 

Deu no New York Times – A política, a sociedade e a cultura brasileiras na visão de Larry Rohter, o jornalista americano que quase foi expulso do Brasil por falar do gosto do presidente por bebidas alcoólicas.

 

Por que o mundo quer Obama – O que o primeiro negro a um passo da Casa Branca representa para a economia global, para o futuro do planeta – e para a sua vida.

 

O (inesperado) despertar de Guido Mantega – Como o tímido ministro da Fazenda deixou de lado a imagem de coadjuvante e surgiu com ares de protagonista no combate à crise econômica.

 

As nuvens sobre a Amazônia – O governo afirma que caiu o índice de desmatamento. Só faltou dizer que o satélite não fotografou as regiões encobertas – as mais críticas.

 

Serrinha paz e amor – De olho em 2010, governador paulista adota estilo dócil para atrair PSDB e partidos da base governista, mas mantém linha dura com policiais em greve.

 

O novo plano de defesa do Brasil – Prioridades incluem a fabricação de porta-aviões, base naval na Amazônia e privilégios à indústria bélica nacional.

 

A farra das fundações – Minas de ouro:  Depois do escândalo da UnB, as milionárias fundações “de apoio” às universidades entram na mira do TCU. O governo muda as regras nas federais.

 

“Foi tudo legal” – O delegado Protógenes Queiroz rebate as críticas à Satiagraha rm rntytrvidta para a Carta Capital e fala das pressões sofridas durante a operação. Na versão de José Dirceu ele nega ter relações com Daniel Dantas e diz que virou alvo constante das operações da Polícia Federal.

 

No epicentro da crise – Nenhum executivo brasileiro surfou tão bem o período de bonança da economia global quanto Roger Agnelli, presidente da Vale. Agora, ele precisa provar sua capacidade com ventos menos favoráveis.

 

E agora, Chávez? – Com a queda dos preços do petróleo em razão da crise global, a economia venezuelana corre o risco de entrar em colapso, arrastando consigo o projeto do poder de seu presidente.

 

O pesadelo do lucro fácil – Um espectro ronda a economia brasileira: contratos de derivativos de câmbio, no valor de dezenas de bilhões de dólares, fechados por empresas como Aracruz, Sadia e Votorantim – e quem mais?

 

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